SOUTHDEC 25 forma uma frente unificada na América do Sul Líderes de defesa e segurança posam para uma foto em grupo na Conferência Sul-Americana de Defesa (SOUTHDEC) 2025, em Buenos Aires, Argentina, em 20 de agosto de 2025. O evento, um fórum crucial para líderes regionais intercambiarem ideias e experiências sobre esforços colaborativos para enfrentar desafios de segurança comuns, foi organizado pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas Argentinas e patrocinado pelo Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM), de 19 a 21 de agosto de 2025. (Fotos: Cabo Christopher Bermúdez, da Força Aérea dos EUA) “A soberania não se negocia. A paz se constrói com lei, força legítima e cooperação. A América tem sido e deve continuar sendo uma zona de paz, e manter essa condição exige clareza de princípios, capacidades credíveis e alianças confiáveis”, disse o ministro da Defesa da Argentina, Luis Petri, durante seu discurso de abertura na Conferência SOUTHDEC 25. Chefes da Defesa da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname e Uruguai, bem como observadores convidados especiais do Canadá, Espanha, França e Reino Unido participaram da conferência SOUTHDEC 25. “O alcance, a escala e a força cada vez maiores das organizações criminosas transnacionais em toda a região são uma das nossas principais preocupações [...]. Enquanto isso, o Partido Comunista Chinês continua sua incursão metódica na região, buscando exportar seu modelo autoritário, extrair recursos valiosos e preparar o terreno com infraestrutura de potencial dupla utilização, desde portos até o espaço”, disse o Almirante de Esquadra Alvin Holsey, da Marinha dos EUA, comandante do SOUTHCOM, durante seu discurso de abertura na SOUTHDEC 25. As discussões na SOUTHDEC 25 se concentraram em dois tópicos principais: maior conscientização sobre o domínio marítimo e apoio militar às forças de aplicação da lei no combate às organizações criminosas transnacionais. Durante seu discurso de abertura na SOUTHDEC 25, o General de Brigada Xavier Julián Isaac, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas Argentinas, afirmou que os países da região costumam ver as ameaças híbridas e transnacionais como problemas distantes. “Mas, então, vemos e aprendemos que essas ameaças estão começando a se transformar e aparecer em outros lugares […]. É por isso que esta conferência é tão importante, para que os países possam compartilhar o que achamos que não vai acontecer conosco, mas que eles já estão sofrendo.” Share on Social Media 00000