Padrão de depravação do regime iraniano é inaceitável

Padrão de depravação do regime iraniano é inaceitável

Por ShareAmerica
fevereiro 14, 2020

Desde que fundamentalistas islâmicos derrubaram o governo do Irã em 1979, o mundo testemunhou atos de agressão contra outros povos e nações e contra o próprio povo iraniano. Desde ataques a embaixadas, que são o próprio símbolo da diplomacia e de relações pacíficas entre as nações, até a captura de reféns, o assassinato de exilados e o terrorismo generalizado, os mulás desrespeitaram o direito internacional e deixaram um rastro de derramamento de sangue em sua passagem.

“O Irã tem um longo histórico de agressão gratuita, já há 40 anos, contra seu próprio povo, contra seus vizinhos e, certamente, contra a própria civilização”, disse o secretário de Estado dos EUA, Michael R. Pompeo. “Desde assassinar e torturar seu próprio povo, a matar americanos do Líbano ao Iraque, até abrigar a Al Qaeda ainda hoje, o Irã tem causado destruição há quatro décadas e, infelizmente, com muito poucas consequências.”

Aqui estão alguns exemplos:

Ataques a embaixadas
O direito internacional reconhece as embaixadas como invioláveis. Isso significa que uma nação anfitriã não pode entrar nelas sem permissão e, de acordo com a Convenção de Viena, deve protegê-las “contra qualquer invasão ou danos, a fim de impedir qualquer transtorno à paz da missão ou prejuízo à sua dignidade”.

Logo após a revolução de 1979, os radicais iranianos invadiram a Embaixada dos EUA em Teerã e mantiveram 52 americanos reféns por 444 dias. O regime administrativo apoiou a invasão e, ainda hoje, os sequestradores mantêm posições de responsabilidade no governo do Irã.

O regime do Irã também estava por trás do ataque de 31 de dezembro à Embaixada dos EUA em Bagdá. O General Qassem Soleimani foi o arquiteto-chefe. Seus capangas, os líderes das milícias apoiadas pelo Irã no Iraque, reuniram a multidão em frente à embaixada, encorajando o ataque.

Sequestro de reféns
O sequestro de reféns do regime iraniano vai além das embaixadas. Desde a crise dos reféns de 1979, o regime tem usado as pessoas como moeda de troca a fim de extrair dinheiro ou concessões políticas de outros governos. Os estrangeiros que trabalham, estudam ou visitam famílias no Irã são alvos frequentes de sequestros.

Cidadãos com dupla nacionalidade, como o empresário americano-iraniano Siamak Namazi e o trabalhador humanitário britânico-iraniano Nazanin Zaghari-Ratcliffe, são alvos especiais da ira do regime. O agente aposentado do FBI Robert Levinson está desaparecido no Irã há mais de 12 anos. O programa Recompensa por Justiça oferece uma recompensa de até US$ 20 milhões por informações que levem ao retorno seguro de Levinson.

Morte de exilados
O regime iraniano mata seus próprios cidadãos no exterior em uma onda de crimes que se estende por todo o mundo.

Às vezes, os alvos são ex-políticos como o ex-primeiro-ministro Shapour Bakhtiar, que estava exilado e foi morto em 6 de agosto de 1991, em sua casa nos subúrbios de Paris; ou o dissidente iraniano curdo que foi executado em Viena, em 13 de julho de 1989; ou o integrante da oposição assassinado em Istambul, em 20 de fevereiro de 1996. Os assassinatos não se limitam a oponentes políticos. Escritores e outros intelectuais estão entre os alvos favoritos do regime.

Patrocínio do terror
O regime administrativo do Irã continua sendo o principal patrocinador estatal do terrorismo, mesmo que se esconda atrás das forças que agem por procuração e fazem seu trabalho sujo. O Hezbollah é notável aqui. Em junho de 1985, sequestrou o voo 847 da TWA em Atenas. Os atentados do Hezbollah em Paris entre dezembro de 1985 e junho de 1986 mataram 12 pessoas e feriram outras 200.

Em 18 de julho de 1994, o regime do Irã apoiou um homem-bomba do Hezbollah que entrou com uma van repleta de explosivos no edifício da Associação Mutual Israelita Argentina em Buenos Aires. O atentado matou 85 pessoas, incluindo um menino de 5 anos, e feriu outras 300.

Autoridades prenderam um agente iraniano em julho de 2012, que realizava vigilância em uma sinagoga em Sofia, Bulgária. Quando Pompeo afirma que os EUA buscam “convencer o regime iraniano a se comportar como uma nação normal”, ele quer dizer que o Irã deve interromper ações como essas.

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