México e EUA reiteram compromisso de cooperação contra cartéis de drogas

Por Dialogo
janeiro 08, 2015



O presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, e o presidente dos EUA, Barack Obama, reiteraram seus compromissos de trabalhar em cooperação para combater os cartéis de drogas mexicanos.

Os presidentes se reuniram em 6 de janeiro, na Casa Branca, em Washington, D.C., capital dos EUA. Obama afirmou que os EUA continuarão trabalhando com o México para combater o narcotráfico.

“Nosso compromisso é ser um amigo e apoiador do México em seus esforços para eliminar o flagelo da violência e os cartéis de drogas que são responsáveis por tanta tragédia no México”, disse Obama.

O apoio dos EUA ajudará o México a melhorar a segurança, afirmou Peña Nieto. “Especialmente este desafio claro que o México tem de continuar a combater o crime organizado”, disse.

O México e os EUA trabalharam juntos nos últimos anos para aperfeiçoar a luta contra o tráfico de drogas das organizações criminosas transnacionais que operam nos dois países. Os ex-presidentes George W. Bush (EUA) e Felipe Calderón (México) assinaram a Iniciativa Mérida – um projeto binacional destinado a combater o crime organizado e a violência associada e, ao mesmo tempo, promover o respeito pelos direitos humanos e pelo estado de direito – em outubro de 2007.

Polícia Antinarcóticos da Bolívia destrói grande quantidade de cocaína


Na maior apreensão de cocaína do país em 2014, policiais da Polícia Antinarcóticos da Bolívia incineraram 412 kg de cocaína apreendidos de um grupo do crime organizado, disse o vice-ministro de Defesa Social, Felipe Cáceres, em 5 de janeiro.

A cocaína foi descoberta em novembro, escondida dentro de 3.522 caixas de lâmpadas de sal que faziam parte da carga de caminhão com reboque. O caminhão que estava transportando a carga, avaliada em mais de US$ 15 milhões, era proveniente da região de Cochabamba, a leste de La Paz. Os agentes da lei bolivianos suspeitam que a cocaína pertencia a um cartel de drogas mexicano e se destinava aos Estados Unidos.

A polícia prendeu dois homens, cujos nomes não foram divulgados.


O presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, e o presidente dos EUA, Barack Obama, reiteraram seus compromissos de trabalhar em cooperação para combater os cartéis de drogas mexicanos.

Os presidentes se reuniram em 6 de janeiro, na Casa Branca, em Washington, D.C., capital dos EUA. Obama afirmou que os EUA continuarão trabalhando com o México para combater o narcotráfico.

“Nosso compromisso é ser um amigo e apoiador do México em seus esforços para eliminar o flagelo da violência e os cartéis de drogas que são responsáveis por tanta tragédia no México”, disse Obama.

O apoio dos EUA ajudará o México a melhorar a segurança, afirmou Peña Nieto. “Especialmente este desafio claro que o México tem de continuar a combater o crime organizado”, disse.

O México e os EUA trabalharam juntos nos últimos anos para aperfeiçoar a luta contra o tráfico de drogas das organizações criminosas transnacionais que operam nos dois países. Os ex-presidentes George W. Bush (EUA) e Felipe Calderón (México) assinaram a Iniciativa Mérida – um projeto binacional destinado a combater o crime organizado e a violência associada e, ao mesmo tempo, promover o respeito pelos direitos humanos e pelo estado de direito – em outubro de 2007.

Polícia Antinarcóticos da Bolívia destrói grande quantidade de cocaína


Na maior apreensão de cocaína do país em 2014, policiais da Polícia Antinarcóticos da Bolívia incineraram 412 kg de cocaína apreendidos de um grupo do crime organizado, disse o vice-ministro de Defesa Social, Felipe Cáceres, em 5 de janeiro.

A cocaína foi descoberta em novembro, escondida dentro de 3.522 caixas de lâmpadas de sal que faziam parte da carga de caminhão com reboque. O caminhão que estava transportando a carga, avaliada em mais de US$ 15 milhões, era proveniente da região de Cochabamba, a leste de La Paz. Os agentes da lei bolivianos suspeitam que a cocaína pertencia a um cartel de drogas mexicano e se destinava aos Estados Unidos.

A polícia prendeu dois homens, cujos nomes não foram divulgados.
Como colocar um fim às guerrilhas colombianas? Dando a eles o perdão e colocá-los para trabalhar nas indústrias que devem ser abertas porque nunca vai haver paz coexistindo com a fome.
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