Fragata britânica HMS Argyll descarrega 1.056 quilos de cocaína

Por Dialogo
dezembro 02, 2014



A fragata britânica HMS Argyll descarregou 1.056 kg de cocaína que foram apreendidos durante duas interdições em novembro, no Mar do Caribe, em apoio à Operação MARTILLO, uma missão multinacional para reprimir rotas de tráfico de drogas ilícitas nas águas costeiras ao longo do istmo centro-americano.

O navio descarregou 840 kg, estimados em US$ 27,9 milhões, na base da Guarda Costeira Setor Key West, na Flórida, em 29 de novembro. Três dias antes, a fragata já havia descarregado 216 kg com valor de US$ 7,1 milhões em Mayagüez, Puerto Rico.

Em uma das interdições, o Argyll confiscou os 840 kg após ter sido alertado sobre um navio suspeito ao sul do Haiti que seguia rumo ao norte. Quando o Argyll se aproximou, a tripulação a bordo do barco lançou 29 fardos ao mar, o que levou a tripulação do Argyll a utilizar barcos menores para fazer a interdição. Os membros da tripulação do Argyll capturaram quatro suspeitos. Os fardos posteriormente deram resultado positivo para cocaína.

Em um incidente separado, o Argyll e um Destacamento Policial da Guarda Costeira dos Estados Unidos (LEDET) apreenderam 216 kg de cocaína depois que foram alertados por uma aeronave de patrulha marítima holandesa sobre uma lancha suspeita. Os tripulantes do Argyll e os membros do LEDET fizeram a interdição, que resultou na prisão de dois suspeitos.

A operação MARTILLO reúne as forças de 10 países das Américas – Belize, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Canadá e Estados Unidos –, além de França, Holanda, Espanha e Reino Unido. Eles trabalham juntos para combater o tráfico internacional de drogas, aumentar a segurança regional, e promover a paz, estabilidade e prosperidade em todo a região do Caribe, da América Central e América do Sul.

Polícia Nacional da Colômbia desmantela rede de narcotráfico


A Polícia Nacional da Colômbia (PNC) apreendeu recentemente 12,3 toneladas de maconha e desmantelou um grupo de narcotráfico ligado às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), realizando operações simultâneas em cinco estados e em Bogotá, a capital do país.

A suposta líder do grupo – uma mulher que trabalhava como massagista e foi identificada apenas pelos apelidos de “La Mona” e “Lorena” – foi presa durante a operação, junto com 10 outros suspeitos, no Estado de Cauca. No total, 35 supostos membros da rede foram capturados neste ano.

A polícia suspeita que La Mona trabalharia com a Frente Manuel Cepeda Vargas das FARC, que atua nas principais regiões produtoras de maconha no Estado de Cauca, no sudoeste do país.

“Eles conseguiram desmantelar toda uma estrutura de gerenciamento, produção, distribuição e comercialização”, disse o Brigadeiro Jorge Hernando Nieto Rojas, secretário de segurança pública. “Reduzimos uma grande quantidade de drogas que contaminariam os jovens e o público em geral.”

Cidadão norte-americano ‘El Charly’ supostamente comandaria a facção do Los Zetas


Joe Maria Guizar Valencia, um cidadão norte-americano, é o suposto líder de uma facção do Los Zetas no sul do México, de acordo com agentes da lei dos EUA.

Guizar, que também é conhecido como “El Charly” e “Z-43”, seria responsável pelo transporte de milhares de quilos de cocaína e metanfetamina para os Estados Unidos. Ele também é suspeito de matar um número indeterminado de cidadãos guatemaltecos ao coordenar cargas de cocaína para o Los Zetas da Guatemala para o México.

Ele teria assumido uma posição de liderança no Los Zetas após duas grandes vitórias das forças de segurança contra os líderes da organização. Fuzileiros navais mexicanos mataram o antigo líder do cartel de drogas, Heriberto Lazcano Lazcano, durante um tiroteio no estado de Coahuila, em outubro de 2012. Lazcano, um dos fundadores da organização criminosa transnacional, também era conhecido como “O Carrasco”, “El Lazca” e “Z-3”.

E, em julho de 2013, os fuzileiros navais mexicanos capturaram o sucessor do Carrasco, Miguel Angel Treviño Morales, também é conhecido como “Z-40”, perto da cidade de Nuevo Laredo.

Com a perda desses líderes, El Charly supostamente subiu nas fileiras dos Los Zetas. O governo dos EUA está oferecendo uma recompensa de US$ 5 milhões por informações que levem à sua captura.


A fragata britânica HMS Argyll descarregou 1.056 kg de cocaína que foram apreendidos durante duas interdições em novembro, no Mar do Caribe, em apoio à Operação MARTILLO, uma missão multinacional para reprimir rotas de tráfico de drogas ilícitas nas águas costeiras ao longo do istmo centro-americano.

O navio descarregou 840 kg, estimados em US$ 27,9 milhões, na base da Guarda Costeira Setor Key West, na Flórida, em 29 de novembro. Três dias antes, a fragata já havia descarregado 216 kg com valor de US$ 7,1 milhões em Mayagüez, Puerto Rico.

Em uma das interdições, o Argyll confiscou os 840 kg após ter sido alertado sobre um navio suspeito ao sul do Haiti que seguia rumo ao norte. Quando o Argyll se aproximou, a tripulação a bordo do barco lançou 29 fardos ao mar, o que levou a tripulação do Argyll a utilizar barcos menores para fazer a interdição. Os membros da tripulação do Argyll capturaram quatro suspeitos. Os fardos posteriormente deram resultado positivo para cocaína.

Em um incidente separado, o Argyll e um Destacamento Policial da Guarda Costeira dos Estados Unidos (LEDET) apreenderam 216 kg de cocaína depois que foram alertados por uma aeronave de patrulha marítima holandesa sobre uma lancha suspeita. Os tripulantes do Argyll e os membros do LEDET fizeram a interdição, que resultou na prisão de dois suspeitos.

A operação MARTILLO reúne as forças de 10 países das Américas – Belize, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Canadá e Estados Unidos –, além de França, Holanda, Espanha e Reino Unido. Eles trabalham juntos para combater o tráfico internacional de drogas, aumentar a segurança regional, e promover a paz, estabilidade e prosperidade em todo a região do Caribe, da América Central e América do Sul.

Polícia Nacional da Colômbia desmantela rede de narcotráfico


A Polícia Nacional da Colômbia (PNC) apreendeu recentemente 12,3 toneladas de maconha e desmantelou um grupo de narcotráfico ligado às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), realizando operações simultâneas em cinco estados e em Bogotá, a capital do país.

A suposta líder do grupo – uma mulher que trabalhava como massagista e foi identificada apenas pelos apelidos de “La Mona” e “Lorena” – foi presa durante a operação, junto com 10 outros suspeitos, no Estado de Cauca. No total, 35 supostos membros da rede foram capturados neste ano.

A polícia suspeita que La Mona trabalharia com a Frente Manuel Cepeda Vargas das FARC, que atua nas principais regiões produtoras de maconha no Estado de Cauca, no sudoeste do país.

“Eles conseguiram desmantelar toda uma estrutura de gerenciamento, produção, distribuição e comercialização”, disse o Brigadeiro Jorge Hernando Nieto Rojas, secretário de segurança pública. “Reduzimos uma grande quantidade de drogas que contaminariam os jovens e o público em geral.”

Cidadão norte-americano ‘El Charly’ supostamente comandaria a facção do Los Zetas


Joe Maria Guizar Valencia, um cidadão norte-americano, é o suposto líder de uma facção do Los Zetas no sul do México, de acordo com agentes da lei dos EUA.

Guizar, que também é conhecido como “El Charly” e “Z-43”, seria responsável pelo transporte de milhares de quilos de cocaína e metanfetamina para os Estados Unidos. Ele também é suspeito de matar um número indeterminado de cidadãos guatemaltecos ao coordenar cargas de cocaína para o Los Zetas da Guatemala para o México.

Ele teria assumido uma posição de liderança no Los Zetas após duas grandes vitórias das forças de segurança contra os líderes da organização. Fuzileiros navais mexicanos mataram o antigo líder do cartel de drogas, Heriberto Lazcano Lazcano, durante um tiroteio no estado de Coahuila, em outubro de 2012. Lazcano, um dos fundadores da organização criminosa transnacional, também era conhecido como “O Carrasco”, “El Lazca” e “Z-3”.

E, em julho de 2013, os fuzileiros navais mexicanos capturaram o sucessor do Carrasco, Miguel Angel Treviño Morales, também é conhecido como “Z-40”, perto da cidade de Nuevo Laredo.

Com a perda desses líderes, El Charly supostamente subiu nas fileiras dos Los Zetas. O governo dos EUA está oferecendo uma recompensa de US$ 5 milhões por informações que levem à sua captura.
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