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Forças Aéreas de Colômbia e Peru treinam juntas para combater terrorismo e narcotráfico

The Air Forces of Colombia and Perú Train Together to Fight Terrorism, Drug Trafficking

Por Dialogo
dezembro 01, 2014





Recentemente, as Forças Aéreas de Colômbia e Peru treinaram juntas para maximizar a eficácia de sua luta cooperativa contra organizações do tráfico de drogas internacional e grupos terroristas.

O exercício “Percol III” apresentou missões de interdição de drogas simuladas. Foi realizado na Base Aérea de Santa Clara (BACLA), no departamento de Loreta, no Peru, e em Leticia, na Colômbia, de 27 de outubro a 1º de novembro.

“Estamos treinando para combater ameaças mútuas, como narcotráfico, terrorismo, contrabando, exploração madeireira e mineração ilegal”, disse o tenente-general Julio Valdez Pomareda, comandante de Operações da Força Aérea do Peru (FAP), na cerimônia de abertura do exercício. O chefe de Operações da Força Aérea da Colômbia, coronel Carlos Eduardo Bueno Vargas, também estava presente.

Operações simuladas contra terroristas e narcotraficantes


O treinamento incluiu missões conjuntas simuladas contra terroristas e narcotraficantes internacionais que usam aeronaves para transportar drogas e armas. Essas missões incluíram interceptarão de aviões com drogas, reconhecimento e busca e resgate aeronáutico (SAR) no espaço aéreo em ambos os lados da fronteira Peru-Colômbia.

O coronel Edgar Robles de la Cruz, do Comando de Controle Aeroespacial da FAP, coordenou os exercícios de treinamento nos quais as forças aéreas trabalharam em cooperação para interceptar aviões que traficavam drogas. O coronel Marco Posito Luján, da FAP, coordenou o treinamento geral.

Durante a Missão 1, a FAC informou o Centro de Comando e Controle Asa Aérea Nº 5 de que uma aeronave não identificada havia entrado no espaço aéreo peruano e estaria envolvida em uma atividade criminosa. Rapidamente, duas aeronaves interceptadoras partiram da Base Aérea Santa Clara em busca da aeronave suspeita. Em alguns minutos, os pilotos da força aérea identificaram e abordaram a aeronave, forçando-a a aterrissar na principal pista de pouso da base.

Dando continuidade à simulação, promotores, agentes da Polícia Nacional da Colômbia (PNC), agentes da Procuradoria e cães militares treinados para detectar drogas ilegais com seus treinadores, chegaram para investigar. Agentes da FAP da BACLA forçaram os pilotos das aeronaves a desembarcar. Os pilotos, então, foram questionados por autoridades militares e policiais. O cão farejador de drogas da FAP alertou para a presença de substâncias ilegais, confirmada por agentes da PNC e promotores. A polícia então prendeu o piloto e o copiloto.

Um exercício militar bem-sucedido


Depois, as forças de segurança de Colômbia e Peru comemoraram “a conclusão magistral dessa primeira ‘Consolidação’ do Percol III, um exercício que só promete ainda mais sucessos”, segundo comunicado à imprensa da FAP em 28 de outubro.

Durante os cinco dias de exercício, as duas forças aéreas utilizaram radar para comandar e monitorar cada missão. Ambas também usaram bandas de VHF e satélites para comunicação.

“Essas operações conjuntas buscam padronizar procedimentos e fortalecer as capacidades de defesa aérea e a infraestrutura aeronáutica disponível para ambos os países para combater com eficácia voos ilegais”, relatou a FAP.

Nas missões simuladas e em outros exercícios, a Força Aérea do Peru participou com interceptadores Cessna A-37 Dragonfly, aviões de reconhecimento Fairchild C-26B, aviões de transporte Twin Otter DHC6-400 e Hercules L-100, além de um helicóptero Bell 212 Twin Huey, segundo o site militar colombiano Infomil.


Por sua vez, a Força Aérea da Colômbia participou com interceptadores Embraer A-29B, aviões de reconhecimento Merlin SR-26B e King Air 350, aviões de transporte Caravan C-208 e CASA C-212, além de helicópteros Black Hawk UH-60 Angel.

Fornecendo assistência social


No final dos cinco dias de exercício, as forças aéreas dos dois países realizaram seminários simultâneos sobre assistência social no quadro do treinamento conjunto Percol III, concentrado na zona de integração de fronteira.

Em um dos últimos exercícios de treinamento, as forças aéreas dos dois países atravessaram a fronteira para ajudar pessoas do outro lado. Em 31 de outubro, membros da Força Aérea do Peru chegaram a Marandúa em três aviões DHC-6 Serier 400 procedentes de Iquitos, enquanto membros da Força Aérea da Colômbia chegaram a El Estrecho em aviões C-295 e C-212 em voos provenientes de Bogotá e Leticia. As forças aéreas transportaram pessoal de assistência médica para ajudar a população civil em ambos os lados da fronteira.

Equipes de ginecologistas e pediatras examinaram cerca de 1.000 pessoas em ambos os lados da fronteira. A equipe médica também forneceu vacinação e doou remédios, água engarrafada e alimentos.

“Os exercícios conjuntos são um esforço internacional importante em que as Forças Aéreas de Colômbia e Peru trabalham juntas para buscar e atacar (terroristas) e narcotraficantes que operam nessas áreas rurais”, disse César Ortiz Anderson, presidente da Associação de Segurança Pro-cidadão (APROSEC), com sede no Peru.

As ações de interdição também incluíram inteligência, monitoramento e estratégias bem-definidas para combater o narcotráfico, disse Ortiz Anderson.

“Todas as instituições governamentais devem somar esforços articulados para combater essa praga que hoje é realmente uma preocupação de ambas as nações”, concluiu Ortiz Anderson.




Recentemente, as Forças Aéreas de Colômbia e Peru treinaram juntas para maximizar a eficácia de sua luta cooperativa contra organizações do tráfico de drogas internacional e grupos terroristas.

O exercício “Percol III” apresentou missões de interdição de drogas simuladas. Foi realizado na Base Aérea de Santa Clara (BACLA), no departamento de Loreta, no Peru, e em Leticia, na Colômbia, de 27 de outubro a 1º de novembro.

“Estamos treinando para combater ameaças mútuas, como narcotráfico, terrorismo, contrabando, exploração madeireira e mineração ilegal”, disse o tenente-general Julio Valdez Pomareda, comandante de Operações da Força Aérea do Peru (FAP), na cerimônia de abertura do exercício. O chefe de Operações da Força Aérea da Colômbia, coronel Carlos Eduardo Bueno Vargas, também estava presente.

Operações simuladas contra terroristas e narcotraficantes


O treinamento incluiu missões conjuntas simuladas contra terroristas e narcotraficantes internacionais que usam aeronaves para transportar drogas e armas. Essas missões incluíram interceptarão de aviões com drogas, reconhecimento e busca e resgate aeronáutico (SAR) no espaço aéreo em ambos os lados da fronteira Peru-Colômbia.

O coronel Edgar Robles de la Cruz, do Comando de Controle Aeroespacial da FAP, coordenou os exercícios de treinamento nos quais as forças aéreas trabalharam em cooperação para interceptar aviões que traficavam drogas. O coronel Marco Posito Luján, da FAP, coordenou o treinamento geral.

Durante a Missão 1, a FAC informou o Centro de Comando e Controle Asa Aérea Nº 5 de que uma aeronave não identificada havia entrado no espaço aéreo peruano e estaria envolvida em uma atividade criminosa. Rapidamente, duas aeronaves interceptadoras partiram da Base Aérea Santa Clara em busca da aeronave suspeita. Em alguns minutos, os pilotos da força aérea identificaram e abordaram a aeronave, forçando-a a aterrissar na principal pista de pouso da base.

Dando continuidade à simulação, promotores, agentes da Polícia Nacional da Colômbia (PNC), agentes da Procuradoria e cães militares treinados para detectar drogas ilegais com seus treinadores, chegaram para investigar. Agentes da FAP da BACLA forçaram os pilotos das aeronaves a desembarcar. Os pilotos, então, foram questionados por autoridades militares e policiais. O cão farejador de drogas da FAP alertou para a presença de substâncias ilegais, confirmada por agentes da PNC e promotores. A polícia então prendeu o piloto e o copiloto.

Um exercício militar bem-sucedido


Depois, as forças de segurança de Colômbia e Peru comemoraram “a conclusão magistral dessa primeira ‘Consolidação’ do Percol III, um exercício que só promete ainda mais sucessos”, segundo comunicado à imprensa da FAP em 28 de outubro.

Durante os cinco dias de exercício, as duas forças aéreas utilizaram radar para comandar e monitorar cada missão. Ambas também usaram bandas de VHF e satélites para comunicação.

“Essas operações conjuntas buscam padronizar procedimentos e fortalecer as capacidades de defesa aérea e a infraestrutura aeronáutica disponível para ambos os países para combater com eficácia voos ilegais”, relatou a FAP.

Nas missões simuladas e em outros exercícios, a Força Aérea do Peru participou com interceptadores Cessna A-37 Dragonfly, aviões de reconhecimento Fairchild C-26B, aviões de transporte Twin Otter DHC6-400 e Hercules L-100, além de um helicóptero Bell 212 Twin Huey, segundo o site militar colombiano Infomil.


Por sua vez, a Força Aérea da Colômbia participou com interceptadores Embraer A-29B, aviões de reconhecimento Merlin SR-26B e King Air 350, aviões de transporte Caravan C-208 e CASA C-212, além de helicópteros Black Hawk UH-60 Angel.

Fornecendo assistência social


No final dos cinco dias de exercício, as forças aéreas dos dois países realizaram seminários simultâneos sobre assistência social no quadro do treinamento conjunto Percol III, concentrado na zona de integração de fronteira.

Em um dos últimos exercícios de treinamento, as forças aéreas dos dois países atravessaram a fronteira para ajudar pessoas do outro lado. Em 31 de outubro, membros da Força Aérea do Peru chegaram a Marandúa em três aviões DHC-6 Serier 400 procedentes de Iquitos, enquanto membros da Força Aérea da Colômbia chegaram a El Estrecho em aviões C-295 e C-212 em voos provenientes de Bogotá e Leticia. As forças aéreas transportaram pessoal de assistência médica para ajudar a população civil em ambos os lados da fronteira.

Equipes de ginecologistas e pediatras examinaram cerca de 1.000 pessoas em ambos os lados da fronteira. A equipe médica também forneceu vacinação e doou remédios, água engarrafada e alimentos.

“Os exercícios conjuntos são um esforço internacional importante em que as Forças Aéreas de Colômbia e Peru trabalham juntas para buscar e atacar (terroristas) e narcotraficantes que operam nessas áreas rurais”, disse César Ortiz Anderson, presidente da Associação de Segurança Pro-cidadão (APROSEC), com sede no Peru.

As ações de interdição também incluíram inteligência, monitoramento e estratégias bem-definidas para combater o narcotráfico, disse Ortiz Anderson.

“Todas as instituições governamentais devem somar esforços articulados para combater essa praga que hoje é realmente uma preocupação de ambas as nações”, concluiu Ortiz Anderson.
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