Exército Peruano protege soldados e civis do vírus ebola

Peruvian Military Protects Soldiers and Civilians from Ebola Virus

Por Dialogo
fevereiro 10, 2015




Para proteger as tropas e a população civil, o Exército Peruano está avaliando cuidadosamente os soldados que retornam de missões de manutenção de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) na África para detectar eventuais casos do vírus mortal do ebola.

O Comando Conjunto anunciou que as Forças Armadas estão realizando procedimentos rigorosos com os soldados que voltam de missões de manutenção de paz na África e no Haiti, mesmo que não tenham sido registrados casos nos lugares em que estiveram.

Os soldados que retornam dessas missões passarão por exames no Instituto Nacional de Saúde para determinar se estão infectados com o vírus. O objetivo dos procedimentos é proteger a saúde dos soldados designados para as regiões afetadas pelo vírus, assim como daqueles que retornam de lugares onde o ebola não foi detectado.

O Exército, a Marinha, a Força Aérea, a Unidade de Operações de Manutenção da Paz e o Ministério da Saúde estão a cargo dos novos protocolos.

Na África, o Peru enviou observadores militares para a Costa do Marfim e soldados para treinamento da força policial civil na Libéria, onde foi registrado o segundo maior número de casos confirmados de ebola.

Outro grupo de soldados peruanos deve retornar após 1º de agosto de uma missão de manutenção da paz na África, onde o Peru mantém um total de 39 oficiais e soldados mobilizados.

Prestação de cuidados médicos para proteger soldados e civis





“Assim como outros países da região que enviam forças militares em missão de ajuda humanitária, o Peru tem implementado protocolos e programas de prevenção da doença. Os soldados vêm recebendo treinamento permanente sobre medidas de proteção contra o ebola. Eles também contam com equipamento de proteção pessoal para casos envolvendo a potencial presença da doença em sua área de responsabilidade”, explicou Fernando Palomino Milla, contra-almirante da reserva da Marinha do Peru.

Em outubro, o presidente Ollanta Humala firmou um decreto ordenando medidas para evitar a entrada do ebola no Peru.

Os procedimentos têm-se mostrado eficazes. No final de janeiro, nenhum caso de ebola havia sido registrado na América Latina.

Evitar a propagação do vírus é fundamental devido a sua alta taxa de mortalidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o índice de mortalidade do ebola na África aumentou para 70% em outubro.

O vírus é transmitido por meio de contato direto com sangue, fluidos corporais e tecidos de animais e pessoas infectados.

Autoridades de saúde na África Ocidental lutam há quase um ano contra o atual surto do vírus mortal. A propagação começou na Guiné em dezembro de 2013 e logo atingiu Libéria e Serra Leoa. Nigéria, Senegal e Mali também registraram casos de infecção, mas desde então foram declarados livres da doença.

Trágica morte de um soldado sem relação com o ebola


As autoridades militares peruanas se prepararam para tratar um possível caso de ebola no início de janeiro.

Em 26 de dezembro, o soldado do Exército Peruano Mario Rengifo Clavijo, que recentemente havia voltado de uma missão na África, foi internado com sintomas similares aos do ebola, incluindo febre alta, náusea e fraqueza.

Em 14 de janeiro, o soldado morreu enquanto recebia tratamento no Hospital Militar Central, mas os exames médicos determinaram que Rengifo Clavijo tinha contraído malária, não ebola.



Para proteger as tropas e a população civil, o Exército Peruano está avaliando cuidadosamente os soldados que retornam de missões de manutenção de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) na África para detectar eventuais casos do vírus mortal do ebola.

O Comando Conjunto anunciou que as Forças Armadas estão realizando procedimentos rigorosos com os soldados que voltam de missões de manutenção de paz na África e no Haiti, mesmo que não tenham sido registrados casos nos lugares em que estiveram.

Os soldados que retornam dessas missões passarão por exames no Instituto Nacional de Saúde para determinar se estão infectados com o vírus. O objetivo dos procedimentos é proteger a saúde dos soldados designados para as regiões afetadas pelo vírus, assim como daqueles que retornam de lugares onde o ebola não foi detectado.

O Exército, a Marinha, a Força Aérea, a Unidade de Operações de Manutenção da Paz e o Ministério da Saúde estão a cargo dos novos protocolos.

Na África, o Peru enviou observadores militares para a Costa do Marfim e soldados para treinamento da força policial civil na Libéria, onde foi registrado o segundo maior número de casos confirmados de ebola.

Outro grupo de soldados peruanos deve retornar após 1º de agosto de uma missão de manutenção da paz na África, onde o Peru mantém um total de 39 oficiais e soldados mobilizados.

Prestação de cuidados médicos para proteger soldados e civis





“Assim como outros países da região que enviam forças militares em missão de ajuda humanitária, o Peru tem implementado protocolos e programas de prevenção da doença. Os soldados vêm recebendo treinamento permanente sobre medidas de proteção contra o ebola. Eles também contam com equipamento de proteção pessoal para casos envolvendo a potencial presença da doença em sua área de responsabilidade”, explicou Fernando Palomino Milla, contra-almirante da reserva da Marinha do Peru.

Em outubro, o presidente Ollanta Humala firmou um decreto ordenando medidas para evitar a entrada do ebola no Peru.

Os procedimentos têm-se mostrado eficazes. No final de janeiro, nenhum caso de ebola havia sido registrado na América Latina.

Evitar a propagação do vírus é fundamental devido a sua alta taxa de mortalidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o índice de mortalidade do ebola na África aumentou para 70% em outubro.

O vírus é transmitido por meio de contato direto com sangue, fluidos corporais e tecidos de animais e pessoas infectados.

Autoridades de saúde na África Ocidental lutam há quase um ano contra o atual surto do vírus mortal. A propagação começou na Guiné em dezembro de 2013 e logo atingiu Libéria e Serra Leoa. Nigéria, Senegal e Mali também registraram casos de infecção, mas desde então foram declarados livres da doença.

Trágica morte de um soldado sem relação com o ebola


As autoridades militares peruanas se prepararam para tratar um possível caso de ebola no início de janeiro.

Em 26 de dezembro, o soldado do Exército Peruano Mario Rengifo Clavijo, que recentemente havia voltado de uma missão na África, foi internado com sintomas similares aos do ebola, incluindo febre alta, náusea e fraqueza.

Em 14 de janeiro, o soldado morreu enquanto recebia tratamento no Hospital Militar Central, mas os exames médicos determinaram que Rengifo Clavijo tinha contraído malária, não ebola.
Meu comentário é que todos os homens peruanos jovens deveriam fazer o serviço militar.
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