Haiti: Polícia Militar da Guatemala chega ao país para participar da MINUSTAH

Guatemalan military police arrive in Haiti to participate in MINUSTAH

Por Dialogo
novembro 13, 2014




Recentemente, um novo grupo de policiais militares guatemaltecos chegou ao Haiti para ajudar nas tarefas da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH).

O contingente, que chegou ao Haiti em 14 de outubro, substitui um grupo de soldados que permaneceu durante nove meses no país caribenho e deve ficar pelo mesmo período. Entre os 133 integrantes, há sete oficiais superiores, 17 oficiais subalternos, 38 especialistas de apoio, seis tradutores e 65 policiais militares.

“Com esta ação, o governo demonstra uma instituição estratégica com um pessoal altamente treinado", disse Francisco Jimenez, coordenador do Programa de Segurança e Justiça do Interpeace, na Guatemala.

Enquanto estiverem no Haiti, os policiais militares guatemaltecos ajudarão a garantir segurança à população civil -- uma tarefa que inclui atividades de planejamento de prevenção ao crime, ajuda na contenção de distúrbios civis e controle do trânsito.

Ajuda internacional ao Haiti



Lançada em 2004, a MINUSTAH é um esforço cooperativo da Organização das Nações Unidas (ONU) para oferecer segurança e estabilidade ao Haiti. O mandato original da missão estava previsto para terminar em outubro de 2012, mas, em 2010, autoridades da ONU o ampliaram depois que um terremoto de magnitude 7,0 atingiu o país naquele ano. O desastre natural matou cerca de 160.000 pessoas e destruiu ou danificou seriamente 250.000 casas e 30.000 edifícios comerciais. A missão é formada por 7.000 militares de mais de uma dezena de países, entre eles Argentina
, Bolívia
, Brasil
, Canadá
, Chile
, Colômbia
, Croácia
, El Salvador
, Estados Unidos,
Filipinas
, França
, Guatemala
, Itália
, Jordânia, Nepal, Paquistão, Paraguai, Peru, Sri Lanka e Uruguai.

“A ajuda internacional ao Haiti criou condições para a estabilidade e a segurança no país. A presença da força multinacional da ONU no país ainda é importante”, disse Jimenez.

Guatemala também ajuda a estabilizar o Congo



As contribuições internacionais da Guatemala para a segurança pública não se limitam ao Haiti.

Em maio, a Guatemala enviou um contingente de soldados de forças especiais para a República Democrática do Congo (RDC) a fim de ajudar a Missão das Nações Unidas no Congo (MONUSCO). A missão guatemalteca ficará na RDC por nove meses. O grupo conta com 150 integrantes, incluindo oficiais, especialistas e soldados, seis deles mulheres, de acordo com um comunicado divulgado pelo Exército da Guatemala.

“O objetivo da missão é proteger civis, trabalhadores humanitários e defensores de direitos humanos que estão em perigo iminente de sofrer violência física, além de apoiar o governo do Congo em suas iniciativas para estabilizar o país e consolidar a paz”, segundo o comunicado.

Desde 2000, a ONU mantém cerca de 19.000 militares, 391 policiais e 760 observadores internacionais na RDC, segundo o site oficial do governo federal da Guatemala.

Outros países que colaboram com militares para a missão são Argélia, Bélgica, Bolívia, França, Rússia e Uruguai.



Recentemente, um novo grupo de policiais militares guatemaltecos chegou ao Haiti para ajudar nas tarefas da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH).

O contingente, que chegou ao Haiti em 14 de outubro, substitui um grupo de soldados que permaneceu durante nove meses no país caribenho e deve ficar pelo mesmo período. Entre os 133 integrantes, há sete oficiais superiores, 17 oficiais subalternos, 38 especialistas de apoio, seis tradutores e 65 policiais militares.

“Com esta ação, o governo demonstra uma instituição estratégica com um pessoal altamente treinado", disse Francisco Jimenez, coordenador do Programa de Segurança e Justiça do Interpeace, na Guatemala.

Enquanto estiverem no Haiti, os policiais militares guatemaltecos ajudarão a garantir segurança à população civil -- uma tarefa que inclui atividades de planejamento de prevenção ao crime, ajuda na contenção de distúrbios civis e controle do trânsito.

Ajuda internacional ao Haiti



Lançada em 2004, a MINUSTAH é um esforço cooperativo da Organização das Nações Unidas (ONU) para oferecer segurança e estabilidade ao Haiti. O mandato original da missão estava previsto para terminar em outubro de 2012, mas, em 2010, autoridades da ONU o ampliaram depois que um terremoto de magnitude 7,0 atingiu o país naquele ano. O desastre natural matou cerca de 160.000 pessoas e destruiu ou danificou seriamente 250.000 casas e 30.000 edifícios comerciais. A missão é formada por 7.000 militares de mais de uma dezena de países, entre eles Argentina
, Bolívia
, Brasil
, Canadá
, Chile
, Colômbia
, Croácia
, El Salvador
, Estados Unidos,
Filipinas
, França
, Guatemala
, Itália
, Jordânia, Nepal, Paquistão, Paraguai, Peru, Sri Lanka e Uruguai.

“A ajuda internacional ao Haiti criou condições para a estabilidade e a segurança no país. A presença da força multinacional da ONU no país ainda é importante”, disse Jimenez.

Guatemala também ajuda a estabilizar o Congo



As contribuições internacionais da Guatemala para a segurança pública não se limitam ao Haiti.

Em maio, a Guatemala enviou um contingente de soldados de forças especiais para a República Democrática do Congo (RDC) a fim de ajudar a Missão das Nações Unidas no Congo (MONUSCO). A missão guatemalteca ficará na RDC por nove meses. O grupo conta com 150 integrantes, incluindo oficiais, especialistas e soldados, seis deles mulheres, de acordo com um comunicado divulgado pelo Exército da Guatemala.

“O objetivo da missão é proteger civis, trabalhadores humanitários e defensores de direitos humanos que estão em perigo iminente de sofrer violência física, além de apoiar o governo do Congo em suas iniciativas para estabilizar o país e consolidar a paz”, segundo o comunicado.

Desde 2000, a ONU mantém cerca de 19.000 militares, 391 policiais e 760 observadores internacionais na RDC, segundo o site oficial do governo federal da Guatemala.

Outros países que colaboram com militares para a missão são Argélia, Bélgica, Bolívia, França, Rússia e Uruguai.
O Exército guatemalteco faz muito com o pouco que tem. É preciso haver maior interesse pelo exército. Muito bom, excelente o que está sendo feito, além de fazer exercícios eles cuidam da nação DEUS diz que, se ele não prestar atenção na cidade, a guarda torna isso em vão. Portanto, não importa o quanto eles tentem, se Deus for ignorado, qualquer missão falhará. Os melhores da pátria.
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