Forças Militares, Polícia Nacional e Poder Judiciário da Colômbia melhoram a segurança pública

Colombia’s Military, National Police, and Judiciary Improve Public Safety

Por Dialogo
fevereiro 04, 2015




Em 2014, as Forças Armadas e a Polícia Nacional da Colômbia neutralizaram seis líderes de alta patente das FARC e persuadiram 1.175 ex-terroristas a se desmobilizar.

Esses foram dois dos destaques da campanha do governo contra grupos terroristas em 2014, divulgados recentemente pelo ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón.

Graças a operações conjuntas envolvendo as Forças Armadas, a Polícia Nacional e o Poder Judiciário da Colômbia, o país alcançou essas e outras importantes vitórias na luta contra a violência em 2014, melhorando assim a segurança pública em geral na Colômbia.

Como consequência do Plano de Emergência para combater a criminalidade urbana, implementado pelo presidente colombiano, Juan Manuel Santos, em outubro de 2014, houve também uma redução nas taxas de crimes comuns não violentos no ano passado.

“O ano de 2014 foi marcado por ações e resultados em relação à segurança na Colômbia”, disse Pinzón em entrevista coletiva em 8 de janeiro.

Uma abordagem nova e audaciosa


Segundo a nova estratégia do governo para reduzir o número de homicídios e assaltos, assim como crimes menores, os militares e policiais devem concentrar seus esforços no combate a microextorsão, mineração ilegal, roubo e tráfico de armas de fogo, além de lutar contra grupos criminosos violentos, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

O Plano de Emergência durou 90 dias e foi implementado pelo Poder Judiciário, em conjunto com as forças de segurança, em 111 cidades que respondem por 82% dos crimes do país: Medellín, Pereira, Ibagué, Pasto, Cali, Barranquilla, Cúcuta, Bucaramanga, Bogotá, Villavicencio e Neiva.

A nova política de combate ao crime contribuiu para que o índice de homicídios caísse para 27,8 a cada 100.000 habitantes – o mais baixo em 34 anos. Em 2014, foram registrados 10 casos de assassinatos coletivos. Foi o menor total desde 2011 e 58% menor que o registrado em 2013, de acordo com a Presidência.

Consequentemente, Santos decidiu tornar o Plano de Emergência uma política permanente em 2015.

Com essa estratégia, militares e policiais adaptarão suas abordagens para regiões específicas.

“Trata-se de promover um trabalho baseado no planejamento de um serviço diferenciado que responda aos problemas particulares de cada região”, diz Patricia Bulla, coordenadora de segurança e defesa da fundação Ideas para la Paz.

Entender as "verdadeiras causas" da criminalidade é um componente importante da melhoria da segurança, afirma Patricia.

Combate ao grupos criminosos


A nova estratégia ajudou os militares e policiais a realizar avanços contra grupos ilegais, como as FARC, o Exército de Libertação Nacional (ELN) e grupos criminosos emergentes (BACRIM).

Por exemplo, 82% dos 1.101 municípios do país não registraram uma presença efetiva das FARC, em comparação com 77% em 2012. A presença efetiva do ELN é ainda menor, já que apenas 4% dos municípios do país informaram operações importantes do grupo. Com relação aos BACRIM, 86% dos municípios do país se declararam livres dessas gangues.

As forças de segurança também realizaram fortes avanços contra líderes das FARC, neutralizando seis deles. Desses, três foram mortos, dois presos e um desmobilizado, de acordo com o Ministério da Defesa. Forças de segurança também capturaram 2.329 membros das FARC e mataram outros 250 em várias operações.

Embora militares e policiais tenham conseguido enfraquecer as FARC nos últimos anos, as forças de segurança também fizeram avanços contra o ELN em 2014: neutralizaram quatro de seus líderes, prenderam 537 (um aumento de 46% sobre o número de detidos em 2013) e mataram 46.

No total, 1.175 ex-líderes das FARC e 170 ex-integrantes do ELN foram desmobilizados em 2014.

A alta taxa de desmobilização reflete não apenas o sucesso das campanhas e o bom desempenho das Forças Armadas, mas “também mostra a insatisfação, os maus-tratos e a violência perpetrada contra os membros dessas organizações”, disse Pinzón.

Grandes apreensões de cocaína


Cortar os fluxos de financiamento das FARC e de outros grupos ilegais é um componente-chave da estratégia do governo para melhorar a segurança pública.

“Estamos atuando contra todas as formas de financiamento das atividades criminosas: narcotráfico, mineração ilegal, contrabando e extorsão”, disse Pinzón.

As forças de segurança da Colômbia registraram importantes avanços contra o narcotráfico em 2014, apreendendo 166 toneladas de cocaína, 349 quilos de heroína e 300 toneladas de maconha. Agentes da lei também pulverizaram 55.500 hectares de cultivos ilegais de coca e erradicaram 11.700 hectares usados para plantações ilegais de coca.

As forças de segurança também confiscaram 71,8 toneladas de explosivos e desativaram 2.148 artefatos explosivos.

As autoridades registraram ainda importantes vitórias contra atividades de mineração ilegal, com o confisco de 739 quilos de ouro extraído ilegalmente e 90 retroescavadeiras utilizadas por grupos criminosos.

O governo continuará fazendo todo o possível em 2015 para melhorar a segurança pública na Colômbia.

“Eu gostaria que este [2015] fosse o ano da reconciliação", disse Santos em comunicado divulgado em 16 de janeiro. "Que as diferenças não sejam resolvidas a tiros nem a golpes, mas por meio do diálogo. Isso nos permitirá também diminuir muito o número de homicídios causados pela intolerância entre nossos cidadãos."



Em 2014, as Forças Armadas e a Polícia Nacional da Colômbia neutralizaram seis líderes de alta patente das FARC e persuadiram 1.175 ex-terroristas a se desmobilizar.

Esses foram dois dos destaques da campanha do governo contra grupos terroristas em 2014, divulgados recentemente pelo ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón.

Graças a operações conjuntas envolvendo as Forças Armadas, a Polícia Nacional e o Poder Judiciário da Colômbia, o país alcançou essas e outras importantes vitórias na luta contra a violência em 2014, melhorando assim a segurança pública em geral na Colômbia.

Como consequência do Plano de Emergência para combater a criminalidade urbana, implementado pelo presidente colombiano, Juan Manuel Santos, em outubro de 2014, houve também uma redução nas taxas de crimes comuns não violentos no ano passado.

“O ano de 2014 foi marcado por ações e resultados em relação à segurança na Colômbia”, disse Pinzón em entrevista coletiva em 8 de janeiro.

Uma abordagem nova e audaciosa


Segundo a nova estratégia do governo para reduzir o número de homicídios e assaltos, assim como crimes menores, os militares e policiais devem concentrar seus esforços no combate a microextorsão, mineração ilegal, roubo e tráfico de armas de fogo, além de lutar contra grupos criminosos violentos, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

O Plano de Emergência durou 90 dias e foi implementado pelo Poder Judiciário, em conjunto com as forças de segurança, em 111 cidades que respondem por 82% dos crimes do país: Medellín, Pereira, Ibagué, Pasto, Cali, Barranquilla, Cúcuta, Bucaramanga, Bogotá, Villavicencio e Neiva.

A nova política de combate ao crime contribuiu para que o índice de homicídios caísse para 27,8 a cada 100.000 habitantes – o mais baixo em 34 anos. Em 2014, foram registrados 10 casos de assassinatos coletivos. Foi o menor total desde 2011 e 58% menor que o registrado em 2013, de acordo com a Presidência.

Consequentemente, Santos decidiu tornar o Plano de Emergência uma política permanente em 2015.

Com essa estratégia, militares e policiais adaptarão suas abordagens para regiões específicas.

“Trata-se de promover um trabalho baseado no planejamento de um serviço diferenciado que responda aos problemas particulares de cada região”, diz Patricia Bulla, coordenadora de segurança e defesa da fundação Ideas para la Paz.

Entender as "verdadeiras causas" da criminalidade é um componente importante da melhoria da segurança, afirma Patricia.

Combate ao grupos criminosos


A nova estratégia ajudou os militares e policiais a realizar avanços contra grupos ilegais, como as FARC, o Exército de Libertação Nacional (ELN) e grupos criminosos emergentes (BACRIM).

Por exemplo, 82% dos 1.101 municípios do país não registraram uma presença efetiva das FARC, em comparação com 77% em 2012. A presença efetiva do ELN é ainda menor, já que apenas 4% dos municípios do país informaram operações importantes do grupo. Com relação aos BACRIM, 86% dos municípios do país se declararam livres dessas gangues.

As forças de segurança também realizaram fortes avanços contra líderes das FARC, neutralizando seis deles. Desses, três foram mortos, dois presos e um desmobilizado, de acordo com o Ministério da Defesa. Forças de segurança também capturaram 2.329 membros das FARC e mataram outros 250 em várias operações.

Embora militares e policiais tenham conseguido enfraquecer as FARC nos últimos anos, as forças de segurança também fizeram avanços contra o ELN em 2014: neutralizaram quatro de seus líderes, prenderam 537 (um aumento de 46% sobre o número de detidos em 2013) e mataram 46.

No total, 1.175 ex-líderes das FARC e 170 ex-integrantes do ELN foram desmobilizados em 2014.

A alta taxa de desmobilização reflete não apenas o sucesso das campanhas e o bom desempenho das Forças Armadas, mas “também mostra a insatisfação, os maus-tratos e a violência perpetrada contra os membros dessas organizações”, disse Pinzón.

Grandes apreensões de cocaína


Cortar os fluxos de financiamento das FARC e de outros grupos ilegais é um componente-chave da estratégia do governo para melhorar a segurança pública.

“Estamos atuando contra todas as formas de financiamento das atividades criminosas: narcotráfico, mineração ilegal, contrabando e extorsão”, disse Pinzón.

As forças de segurança da Colômbia registraram importantes avanços contra o narcotráfico em 2014, apreendendo 166 toneladas de cocaína, 349 quilos de heroína e 300 toneladas de maconha. Agentes da lei também pulverizaram 55.500 hectares de cultivos ilegais de coca e erradicaram 11.700 hectares usados para plantações ilegais de coca.

As forças de segurança também confiscaram 71,8 toneladas de explosivos e desativaram 2.148 artefatos explosivos.

As autoridades registraram ainda importantes vitórias contra atividades de mineração ilegal, com o confisco de 739 quilos de ouro extraído ilegalmente e 90 retroescavadeiras utilizadas por grupos criminosos.

O governo continuará fazendo todo o possível em 2015 para melhorar a segurança pública na Colômbia.

“Eu gostaria que este [2015] fosse o ano da reconciliação", disse Santos em comunicado divulgado em 16 de janeiro. "Que as diferenças não sejam resolvidas a tiros nem a golpes, mas por meio do diálogo. Isso nos permitirá também diminuir muito o número de homicídios causados pela intolerância entre nossos cidadãos."
Notícias muito boas. Por favor, coloque quando isso aconteceu. Quando isso aconteceu não é admitido nem verificado. Graças a esses homens e mulheres que pertencem ao nosso honrado exército, o país tem uma face diferente agora e o que está faltando é mais tomada de decisão por parte do governo. Isso é o que precisamos em nosso território colombiano, paz, segurança e tranquilidade.

E espero que quem quiser cochilar nos parques, jardins e calçadas, como fizemos quando crianças, quando brincávamos de casinha em nossas belas aldeias daquele tempo, ver o entardecer, quando adormecíamos olhando para as estrelas.

Uma observação para o nosso governo, não destruam o que é apreendido dos guerrilheiros, dos grupos criminosos ou mineradores ilegais, deixem os bens apreendidos como se faz com a extinção de domínio para serviço do país. Eu estou fazendo este comentário por causa dos artigos publicados pelo Ministério da Defesa, hoje, 05 de março, no período da manhã. Os soldados e policiais devem ser colaboradores quando a ação militar é reduzida em todas as atividades necessárias nas comunidades do país, para o bem-estar do país.
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