Força Aérea do Chile realiza voo pilotado somente por mulheres

Chilean Air Force Completes First Flight Piloted Solely by Women

Por Carolina Contreras/Diálogo
setembro 18, 2017

Hasta cuándo lo diré en todos los sitios que puedo ?, no entiendo cómo los Sres. periodistas estudian tanto para cometer semejantes errores por falta de acuciosidad y conocimientos; según la Real Academia Española (RAE), Pilotear significa instalar pilotes, operar, conducir o manejar un automóvil , buque o aeronave, se dice Pilotar. Dejen de dar pena y confundir a los lectores por favor. No entiendo cómo los periodistas, que estudian tanto, cometen este tipo de errores por falta de acuciosidad o de conocimientos. Según la Real Academia Española (RAE), Pilotear significa hincar pilotes; operar, manejar o conducir un automóvil, buque o aeronave, se dice Pilotar. No confundan a la gente gente por favor Hola. No existe Capitana ni en las FFAA de Chile ser les dice así. Cuan me contenta y emociona que séndas mujeres hoy se destaquen por hacer una faena que solo hombres desempeñaban y es que la mujer ya no solamente es la costilla del hombre, tambien su ayudante incondicional y felicitaciones a La >Real Fuerza Aérea Chilena por hacer del sexo " Débil" un séxo fuerte. Duas oficiais da Força Aérea do Chile (FACh) completaram no dia 14 de julho o primeiro voo pilotado apenas por mulheres. A tripulação foi formada pela Capitão da FACh Viviana Lillo, como comandante, junto com a Capitão da FACh Dagny Cubillos, como copiloto. O avião Boeing 737 decolou da pista do Grupo de Aviação n.º 10 da FACh, em Santiago, com destino a Puerto Montt, no sul do país. A viagem histórica a cargo da primeira classe de oficiais mulheres formadas como especialistas em meios da aviação pesada registrou 1.032 quilômetros de distância em 160 minutos. “Foi uma dupla satisfação profissional e pessoal integrar a primeira equipe de tripulação feminina”, disse à Diálogo a Cap Lillo. “Também porque foi o meu primeiro voo como comandante de aeronave.” “Fazer história como parte do primeiro voo de mulheres da FACh foi motivo de grande orgulho”, disse à Diálogo a Cap Cubillos. “Sempre havíamos voado com comandantes homens; esta viagem foi especial.” O Boeing 737 é um avião de origem dos Estados Unidos, turbo reator, de 36 metros de comprimento e com capacidade para transportar 118 passageiros. Está classificado entre os meios da aviação pesada, destinado ao transporte de passageiros e de carga. Na FACh, cumpre a missão de avião presidencial. Também realiza missões de apoio à comunidade em caso de catástrofes, desastres naturais, traslado de órgãos e enfermos, entre outros. Formação que rompe fronteiras As primeiras mulheres ingressaram na FACh em 2000. Nesse mesmo ano, a aspirante Lillo ingressou na instituição com o sonho de ser piloto de transporte. “Queria contribuir para o meu país através do meu trabalho, apoiar as pessoas e a comunidade”, disse. A Cap Lillo saiu da academia em 2003 e começou o curso de instrumentos em aviões de instrução como o Pillán. Em seguida, veio a formação tática e também a especialização do meio aéreo para transporte, combate e helicóptero. Depois, começou a ganhar experiência em diferentes tipos de missões como copiloto em aviões menores, como o Twin Otter, com capacidade para 12 pessoas. “Graças ao treinamento rigoroso, é possível conseguir um nível de autonomia e as ferramentas necessárias para enfrentar esse tipo de desafio”, explicou a Cap Lillo. Ela ingressou no Grupo de Aviação N.º 10 da FACh em 2010 e começou sua especialização com o Boeing 737, que culminou, em 2017, com o título de primeira mulher comandante de voo de transporte pesado do país. “Meu exemplo é uma forma de dizer às mulheres que não temos limites”, disse a Cap Lillo. “Podemos avançar e nos desenvolver da mesma maneira que nossos companheiros homens”. A fantasia de voar e o interesse pelo mundo militar levaram a Cap Cubillos a fazer uma carreira profissional na FACh, que começou há 15 anos. Ela dedicou os últimos três anos a pilotar o Boeing 737. Ainda em formação para chegar a comandante, a copiloto desse primeiro voo de mulheres destacou que a instituição a qual representa lhe deu sempre as mesmas oportunidades que a seus companheiros homens. “Com trabalho e muito rigor, demonstramos que temos as mesmas capacidades”, disse. “Não há maiores diferenças.” Uma viagem tranquila No Departamento de Operações do Grupo de Aviação N.º 10 da FACh, surgiu a necessidade de uma viagem a Puerto Montt, no dia 14 de julho, para transportar pessoal militar. O voo foi designado às duas pilotos mulheres. Nesse momento colocaram à prova todos os conhecimentos aprendidos. “Não estamos isentas de uma desgraça e, por isso, é preciso que sejamos muito cuidadosas nessa tarefa”, disse a Cap Lillo. “É um trabalho de equipe, não só das duas pilotos, mas sim de um grupo de profissionais para cada voo.” “Seguimos todos os passos de segurança e análise meteorológicas para ter um voo tranquilo e uma aterrissagem calma, o que se cumpriu”, explicou a Cap Cubillos. “O estado da aeronave, o estado da rota e do lugar de destino fazem parte dos parâmetros que se deve analisar e controlar.” As horas de voo também são um requisito essencial para ser tripulante de cabine. Neste caso, devem-se cumprir no avião de sua especialidade (modelo 737) no mínimo 400 horas e 900 horas em outros aviões intermediários. Para ambas as oficiais, também com experiência em missões de paz, de resgate e para a Antártida, embora todas as viagens exijam o mesmo rigor, algumas são mais significativas do que outras. Os voos de apoio à comunidade, como o traslado de órgãos e de doentes, principalmente crianças, são os mais relevantes para elas. Também o são os incêndios como os que afetaram a zona central e sul do Chile em fevereiro de 2017, quando transportaram pessoal para combater o fogo. “O fato de receber os agradecimentos das pessoas de diferentes lugares do país as quais ajudamos faz com que este trabalho seja muito significativo”, finalizou a Cap Cubillos.
Share