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Parlamento Centro-Americano pede que seja ratificado tratado contra o tráfico de armas

Por Dialogo
maio 17, 2012


O Parlamento Centro-Americano (Parlacen) pediu aos países da região, em 15 de maio, que ratificassem um Tratado Sobre a Comercialização de Armas elaborado pela ONU em 2006, com o objetivo de erradicar o tráfico ilegal, informou um comunicado do organismo.

O Parlacen pediu aos estados do Sistema de Integração Centro-Americana (SICA) que respaldassem a iniciativa da ONU em julho próximo, para assim evitar a proliferação de armas ilegais na região.

Os representantes do fórum centro-americano, com sede na Guatemala, acham que por ano “mais de um milhão de armas são traficadas ilegalmente na região, fazendo com que cerca de 20 mil pessoas sejam vítimas desse contrabando”.

“Assim sendo, é importante que os estados da região acatem e ratifiquem os instrumentos internacionais que levam à erradicação do tráfico de armas, afetando diretamente a construção da paz e da segurança democrática”, recomendou.

Segundo o Parlacen, em 2006 a ONU pediu que fosse formulado o tratado e já em 2009 criou um comitê para promover e debater a regulamentação do comércio internacional de armas.

“A América Latina e o Caribe participaram desses trabalhos que culminarão na negociação final do instrumento em julho de 2012, onde a América Central e a República Dominicana devem participar com posicionamentos conjuntos”, enfatizou ele.

A instância será comunicada às chancelarias, Parlamentos, à ONU e à Secretaria Geral do SICA.

O Parlacen é formado por representantes permanentes de El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá e República Dominicana, bem como por observadores do México, Porto Rico, Taiwan e Venezuela.

A Costa Rica não participa deste fórum, embora seja membro do SICA.



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