Projeto Proteger garante mais segurança à infraestrutura estratégica do Brasil

Brazil’s Strategic Project Proteger will Secure Important Infrastructure

Por Dialogo
abril 23, 2015




Hidrelétricas, redes de transmissão de energia, refinarias, portos e aeroportos são instalações essenciais ao desenvolvimento de um país. Para garantir a segurança dessas estruturas, foi criado em 2012 o Projeto Estratégico Proteger, sob o comando do Exército Brasileiro. Em seu escopo, o projeto priorizou a necessidade de proteção de 664 Estruturas Estratégicas Terrestres, termo usado para fazer referência a instalações, bens, serviços e sistemas que, se forem interrompidos ou destruídos, provocarão impacto severo no Estado e na sociedade.

“Estruturas como essas já contam com sua própria segurança, mas, caso ela falhe, o Exército deve estar preparado para agir”, diz o General de Divisão William José Soares, gerente do projeto.

Entre as estruturas priorizadas estão instalações responsáveis pela geração de 56% da energia elétrica no país, com mais de 100 mil quilômetros de linhas de transmissão.

“O Proteger visa também equipar e capacitar melhor o Exército para a proteção da sociedade em casos de calamidades, como enchentes, desabamentos e seca. Nesses casos, atuamos de maneira complementar aos órgãos públicos”, completa o Gen. Div. Soares.

Projeto aproxima forças de segurança


Tanto em sua atuação em casos de calamidades quanto na defesa das estruturas estratégicas, a ideia do Exército é trabalhar em equipe, permitindo a soma da expertise
dos diversos organismos de segurança brasileiros, como a Polícia Federal e a Defesa Civil.

Para isso, as autoridades de segurança criaram o Sistema de Coordenação de Operações Terrestres Interagências (SISCOTI), que será formado por 19 unidades, chamadas de Centro de Coordenação de Operações Terrestres Interagências (CCOTI). O CCOTI principal será construído na capital, Brasília. Os outros centros funcionarão juntos às unidades militares espalhadas pelo Brasil.

“O CCOTI de Brasília vai abrigar uma unidade de Comando e Controle mais moderna, além de contar com espaço para as equipes das agências envolvidas na solução de uma determinada situação”, diz o General de Divisão Soares.

Em 2015, o Projeto Proteger planeja lançar um pedido de oferta às empresas interessadas em oferecer soluções para a implementação do SISCOTI, começando pela unidade de Brasília.

“As empresas deverão oferecer propostas em relação à construção das instalações físicas, dos equipamentos necessários, do preparo de pessoal para uso desses equipamentos ... Enfim, queremos uma solução global integrada para o SISCOTI” , diz o Coronel Wagner Ribeiro da Silva Filho, membro da equipe do Proteger.

Mas o lançamento desse pedido de oferta dependerá da disponibilidade de recursos. As autoridades calculam que será necessário cerca de R$ 1 bilhão para financiar o projeto em 2015.

Além da estrutura física, o SISCOTI prevê o desenvolvimento de software pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército. Apelidado de "Protetor", o software permitirá a integração das informações disponíveis nos bancos de dados dos órgãos e agências de segurança brasileiros. Com essa ferramenta, o Proteger busca alcançar uma maior capacidade de prevenir eventos indesejados.

“A ideia é fazer um monitoramento contínuo das regiões priorizadas, utilizando principalmente o software integrador”, afirma o Coronel Silva Filho.

Vigilância da Usina Hidrelétrica de Itaipu


A distribuição e a instalação dos CCOTIs são decididas conforme a localização das estruturas estratégicas que o projeto visa a assegurar. Segundo o Coronel Silva Filho, as unidades militares que receberão prioritariamente um CCOTI serão aquelas com mais estruturas estratégicas sob sua responsabilidade. Por esse motivo, o coronel destaca que os centros deverão ser dotados de duas qualidades básicas: mobilidade e flexibilidade.

“Mobilidade porque precisamos nos deslocar rapidamente em direção aos pontos necessitados. E flexibilidade porque temos de adaptar nosso contingente em virtude do tamanho dos problemas”, completa o Coronel Silva Filho.

Em relação à capacidade de deslocamento, o Proteger planeja equipar cada CCOTI com pelo menos 13 tipos diferentes de viaturas. Embora os centros ainda não tenham sido construídos, o projeto já deu início ao fornecimento de equipamentos para os oito Comandos Militares de Área do Exército.

O primeiro foi o Comando Militar do Sul, do qual faz parte a 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada, escolhida para receber o projeto-piloto do Proteger. A unidade militar está localizada em Cascavel, no estado do Paraná, a cerca de 120 km da Usina Hidrelétrica de Itaipu – uma das maiores produtoras de energia elétrica do mundo, responsável pelo fornecimento de 17% da energia consumida no Brasil.

Recursos destinados ao projeto-piloto


Em 2012, foram liberados R$ 79 milhões para a instalação do projeto-piloto em Cascavel. O montante foi usado na aquisição de viaturas, equipamentos individuais para os militares, equipamentos de comunicação e melhoria das instalações físicas do local.

Em 2013, foram compradas em torno de 2 mil viaturas de emprego geral. Os veículos foram entregues a outras Brigadas e estão sendo usados tanto em atividades militares quanto administrativas das unidades, segundo o Coronel Silva Filho.

Também em 2013, foram adquiridas 13 viaturas de Comando e Controle, das quais duas foram equipadas com tecnologia de transmissão de dados via satélite e usadas durante a Copa do Mundo, em 2014, quando o Exército colaborou nas ações de segurança do evento.



Hidrelétricas, redes de transmissão de energia, refinarias, portos e aeroportos são instalações essenciais ao desenvolvimento de um país. Para garantir a segurança dessas estruturas, foi criado em 2012 o Projeto Estratégico Proteger, sob o comando do Exército Brasileiro. Em seu escopo, o projeto priorizou a necessidade de proteção de 664 Estruturas Estratégicas Terrestres, termo usado para fazer referência a instalações, bens, serviços e sistemas que, se forem interrompidos ou destruídos, provocarão impacto severo no Estado e na sociedade.

“Estruturas como essas já contam com sua própria segurança, mas, caso ela falhe, o Exército deve estar preparado para agir”, diz o General de Divisão William José Soares, gerente do projeto.

Entre as estruturas priorizadas estão instalações responsáveis pela geração de 56% da energia elétrica no país, com mais de 100 mil quilômetros de linhas de transmissão.

“O Proteger visa também equipar e capacitar melhor o Exército para a proteção da sociedade em casos de calamidades, como enchentes, desabamentos e seca. Nesses casos, atuamos de maneira complementar aos órgãos públicos”, completa o Gen. Div. Soares.

Projeto aproxima forças de segurança


Tanto em sua atuação em casos de calamidades quanto na defesa das estruturas estratégicas, a ideia do Exército é trabalhar em equipe, permitindo a soma da expertise
dos diversos organismos de segurança brasileiros, como a Polícia Federal e a Defesa Civil.

Para isso, as autoridades de segurança criaram o Sistema de Coordenação de Operações Terrestres Interagências (SISCOTI), que será formado por 19 unidades, chamadas de Centro de Coordenação de Operações Terrestres Interagências (CCOTI). O CCOTI principal será construído na capital, Brasília. Os outros centros funcionarão juntos às unidades militares espalhadas pelo Brasil.

“O CCOTI de Brasília vai abrigar uma unidade de Comando e Controle mais moderna, além de contar com espaço para as equipes das agências envolvidas na solução de uma determinada situação”, diz o General de Divisão Soares.

Em 2015, o Projeto Proteger planeja lançar um pedido de oferta às empresas interessadas em oferecer soluções para a implementação do SISCOTI, começando pela unidade de Brasília.

“As empresas deverão oferecer propostas em relação à construção das instalações físicas, dos equipamentos necessários, do preparo de pessoal para uso desses equipamentos ... Enfim, queremos uma solução global integrada para o SISCOTI” , diz o Coronel Wagner Ribeiro da Silva Filho, membro da equipe do Proteger.

Mas o lançamento desse pedido de oferta dependerá da disponibilidade de recursos. As autoridades calculam que será necessário cerca de R$ 1 bilhão para financiar o projeto em 2015.

Além da estrutura física, o SISCOTI prevê o desenvolvimento de software pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército. Apelidado de "Protetor", o software permitirá a integração das informações disponíveis nos bancos de dados dos órgãos e agências de segurança brasileiros. Com essa ferramenta, o Proteger busca alcançar uma maior capacidade de prevenir eventos indesejados.

“A ideia é fazer um monitoramento contínuo das regiões priorizadas, utilizando principalmente o software integrador”, afirma o Coronel Silva Filho.

Vigilância da Usina Hidrelétrica de Itaipu


A distribuição e a instalação dos CCOTIs são decididas conforme a localização das estruturas estratégicas que o projeto visa a assegurar. Segundo o Coronel Silva Filho, as unidades militares que receberão prioritariamente um CCOTI serão aquelas com mais estruturas estratégicas sob sua responsabilidade. Por esse motivo, o coronel destaca que os centros deverão ser dotados de duas qualidades básicas: mobilidade e flexibilidade.

“Mobilidade porque precisamos nos deslocar rapidamente em direção aos pontos necessitados. E flexibilidade porque temos de adaptar nosso contingente em virtude do tamanho dos problemas”, completa o Coronel Silva Filho.

Em relação à capacidade de deslocamento, o Proteger planeja equipar cada CCOTI com pelo menos 13 tipos diferentes de viaturas. Embora os centros ainda não tenham sido construídos, o projeto já deu início ao fornecimento de equipamentos para os oito Comandos Militares de Área do Exército.

O primeiro foi o Comando Militar do Sul, do qual faz parte a 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada, escolhida para receber o projeto-piloto do Proteger. A unidade militar está localizada em Cascavel, no estado do Paraná, a cerca de 120 km da Usina Hidrelétrica de Itaipu – uma das maiores produtoras de energia elétrica do mundo, responsável pelo fornecimento de 17% da energia consumida no Brasil.

Recursos destinados ao projeto-piloto


Em 2012, foram liberados R$ 79 milhões para a instalação do projeto-piloto em Cascavel. O montante foi usado na aquisição de viaturas, equipamentos individuais para os militares, equipamentos de comunicação e melhoria das instalações físicas do local.

Em 2013, foram compradas em torno de 2 mil viaturas de emprego geral. Os veículos foram entregues a outras Brigadas e estão sendo usados tanto em atividades militares quanto administrativas das unidades, segundo o Coronel Silva Filho.

Também em 2013, foram adquiridas 13 viaturas de Comando e Controle, das quais duas foram equipadas com tecnologia de transmissão de dados via satélite e usadas durante a Copa do Mundo, em 2014, quando o Exército colaborou nas ações de segurança do evento.
O PAPEL PRINCIPAL DO EXÉRCITO BRASILEIRO AO MEU VER ERA PARA FAZER UM CHAMADO PAREDÃO EM TODA A EXTENSÃO DO BRASIL IMPEDINDO COM ISSO A ENTRADA DE DROGAS NESSE BORDEL DE PURA E REFINADA DESORDEM E REGRESSO NO ANO DE 2015 CHAMADO BRASIL................................ O exército brasileiro é o melhor, falta mais investimento pelo governo federal,esta equipe merece o melhor de cada brasileiro um abraço para todos vocês instituiçao militar que tem profundo respeito do povo brasileiro tem que ter orçamento definido na contituiçao. selva brasil forte e soberano. Fazer valer a sua força, essa é a missão do nosso exército, e com o investimento necessário, só tende a crescer mais ainda. Parabéns e é prá frente que se anda!!!!! Toda a infraestrutura que há no país, foi obra dos tempos do regime militar, os governos pós regime militar, nada fizeram, foi só corrupção. O Brasil deve muito aos militares que ainda nos salvaram do comunismo, no entanto, a geração atual, nem sabe disso. Obrigada meus valorosos militares, o Brasil continua em perigo e precisa do exército brasileiro.
Share