Acordo de cooperação é feito entre exércitos do Brasil e dos EUA

Brazil, U.S. Armies Reach Cooperation Agreement

Por U.S. Army South
agosto 15, 2017

com fim do governo da máfia pt acabou isolamento do Brasil e sua cumplicidade com países de esquerda e terroristas Os delegados do Exército Sul dos EUA e do Exército Brasileiro (EB) chegaram a um consenso com relação às 43 ações acordadas (ATA, por sua sigla em inglês) durante as discussões entre os delegados dos exércitos em Brasília, Brasil, em 26 de julho. Meses antes, vários grupos de trabalho envolvendo as equipes de ambos os países precederam os três dias de discussões executivas, que culminaram com os principais líderes dos dois exércitos assinando um plano de compromisso bilateral. Como comando de componente de serviço do Exército para o Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM), o Exército Sul conduz diálogos entre os membros nas Américas do Sul e Central. O General-de-Brigada do Exército dos EUA K.K. Chinn, comandante do Exército Sul, assinou o acordo em nome do General-de-Exército Mark A. Milley, chefe do Estado-Maior do Exército dos EUA.. “Os diálogos entre os membros constituem um evento excelente para desenvolver a colaboração que fortalece nossos relacionamentos e nossa confiança; porém, o mais importante é que eles ajudam cada um de nós a saber mais sobre como podemos trabalhar juntos para tratar dos desafios emergentes na região, no hemisfério e globalmente”, disse o Gen Bda Chinn durante a cerimônia de abertura. O general disse que estava confiante que um diálogo construtivo forneceria uma estrutura estratégica de cinco anos vinculada a uma perspectiva de maior interoperabilidade entre os exércitos dos dois países. O General-de-Divisão do EB William A.F. Abrahão, subchefe do Estado-Maior, liderou a delegação em nome do General-de-Exército do EB Eduardo Villas Boas, chefe do Estado-Maior. O Gen Div Abrahão destacou o relacionamento histórico que os países aliados desfrutam desde a Segunda Guerra Mundial, quando 25 mil brasileiros cruzaram o Atlântico para lutar lado a lado com os Estados Unidos. Também enfatizou as similaridades. “Nascemos como colônias e crescemos em direção ao oeste para nos tornarmos países continentais. Nossos soldados compartilham os mesmos valores e buscam os mesmos objetivos”, disse o Gen Div Abrahão. Várias das ATAs concentraram-se no programa de intercâmbio de militares com os Estados Unidos, descrito pelos brasileiros como “talvez o mais importante e antigo”. Sendo o maior país da América do Sul, tanto em área quanto em população, o Brasil envia cerca de três vezes mais militares para trabalhar em conjunto ou participar de academias do que o segundo maior, a Argentina. As discussões da equipe geraram oito novas posições para soldados brasileiros, incluindo vagas de oficial de ligação em vários comandos de infantaria e manutenção, bem como um laboratório de pesquisa, uma posição de suboficial para um dos oito centros de excelência do Exército dos EUA, além de instrutores para escolas militares. Embora o Brasil mantenha esses diálogos de membros com outros 18 países, foi o primeiro país com o qual o Exército Sul abriu discussões em 1984. Com o passar do tempo, outros países foram acrescentados e o Exército Sul atualmente mantém diálogos com os exércitos da Colômbia, do Chile, do Peru e de El Salvador, e tem oficiais de ligação trabalhando em quartéis-generais de cada um desses países, exceto o último. Um pequeno grupo de delegados deixou momentaneamente as discussões para visitar o Comando de Defesa Cibernética, localizado no quartel-general do EB. Este comando, que foi considerado uma operação conjunta entre os líderes do Exército, da Força Aérea e da Marinha, foi estabelecido em 2015 e ativado em 2016 e desempenha uma função na estratégia de defesa nacional do país. “Podemos dizer que a área cibernética permeia todos os domínios da guerra”, disse o Major do EB Walbery Nogueira, oficial do Estado-Maior da área cibernética, durante uma apresentação ao grupo. Ele afirmou que a cibernética é considerada uma nova capacidade militar e, enquanto o EB desenvolve a doutrina cibernética em todo o Ministério da Defesa, “todos trabalham juntos para coordenar a mobilização dessas capacidades cibernéticas”. Em 25 de julho, um pequeno grupo de delegados visitou o Comando de Operações Especiais do EB em Goiânia, a uma distância de aproximadamente duas horas e meia da capital, onde se desenvolviam os diálogos entre o pessoal. Lá, o Gen Bda Chinn e sua equipe falaram com o Coronel do EB Rene Durão, vice-comandante do comando, que explicou a instauração da unidade, décadas atrás. Em 1956, o Major do EB Gilberto Antônio Azevedo e Silva, paraquedista da infantaria, levou o que tinha aprendido no treinamento em Fort Bragg, estado da Carolina do Norte, e Fort Benning, estado da Geórgia, ambos nos EUA, e idealizou o primeiro curso de operações especiais, no qual os envolvidos eram, ao mesmo tempo, alunos e instrutores, relatou. Durante uma curta conversa sobre as diferentes seções do comando, os líderes do exército dos dois países concordaram que um intercâmbio entre especialistas em questões químicas, biológicas, radiológicas e nucleares poderia se mostrar benéfico para os dois exércitos. O Cel Durão disse que sua unidade está dedicada a esses intercâmbios, pois são a melhor maneira de aprender e melhorar, e que esses tipos de compromissos ajudaram em eventos recentes, como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. Essa ideia geral marcou o fim da visita. Depois de responder às perguntas, os delegados assistiram a várias demonstrações dinâmicas feitas pelos operadores especiais, incluindo uma ação de resposta rápida para proteger um edifício e treinamento de túnel de vento para paraquedistas.
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