Operação de liberdade de navegação do USS Pinckney desafia excessivas reivindicações marítimas da Venezuela

Operação de liberdade de navegação do USS Pinckney desafia excessivas reivindicações marítimas da Venezuela

Por Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM)
julho 17, 2020

No dia 15 de julho, o destroier de mísseis guiados classe Arleigh Burke USS Pinckney (DDG 91) da Marinha dos EUA desafiou as excessivas reivindicações marítimas da Venezuela em águas internacionais, durante uma operação bem-sucedida de liberdade de navegação no Mar do Caribe.

A Marinha dos EUA já havia contestado as excessivas reivindicações da Venezuela no dia 23 de junho, quando o USS Nitze (DDG 94) concluiu legítima e pacificamente uma operação similar nas águas internacionais fora das 12 milhas náuticas do mar territorial da Venezuela.

O regime ilegítimo de Nicolás Maduro reivindica impropriamente o controle excessivo sobre aquelas águas internacionais, que se estendem por três milhas além das 12 milhas do mar territorial, uma reivindicação que é incompatível com a lei internacional.

A Marinha dos EUA realiza operações de liberdade de navegação em todo o mundo para demonstrar o compromisso dos Estados Unidos de defender os direitos, as liberdades, o acesso e a utilização legítima das águas e do espaço aéreo internacionais garantidos a todas as nações.

As operações de liberdade de navegação ajudam a preservar a navegação marítima e os direitos de acesso devidos a todas as nações.

O acesso global às águas internacionais protege os interesses nacionais dos EUA, promove uma ordem internacional justa e garante que a Marinha dos EUA possa executar missões essenciais, incluindo os destacamentos de assistência humanitária, as operações de ajuda em desastres, o apoio aos esforços antinarcóticos internacionais e os exercícios multinacionais que fortalecem as parcerias regionais.

O USS Pinckney e outros navios da Marinha e da Guarda Costeira dos EUA estão atualmente no Caribe como parte das operações avançadas antinarcóticos.

“Nós exerceremos nosso direito legítimo de navegar livremente nas águas internacionais sem obedecer a reivindicações ilegítimas”, disse o Almirante de Esquadra da Marinha dos EUA Craig S. Faller, comandante do Comando Sul dos Estados Unidos. “O direito garantido às nações de acessar, transitar e navegar em águas internacionais não está sujeito a imposições ou restrições que ostensivamente violam o direito internacional.”

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