Nações se manifestam contra as eleições fraudulentas de Maduro

Nações se manifestam contra as eleições fraudulentas de Maduro

Por ShareAmerica
janeiro 21, 2021

Países ao redor do mundo estão chamando de fraudulenta a recente tentativa do regime ilegítimo de Maduro de minar a democracia na Venezuela.

Em 6 de dezembro de 2020, o regime de Nicolás Maduro inconstitucionalmente orquestrou eleições da Assembleia Nacional com a intenção de derrubar políticos eleitos democraticamente que se posicionavam contra Maduro e seus comparsas.

O resultado foi uma farsa antidemocrática e ilegal.

Desde as eleições de 6 de dezembro, mais de 55 países, incluindo membros da Organização dos Estados Americanos, o Grupo de Lima, a União Europeia (UE) e o Grupo de Contato Internacional condenaram as eleições e se recusaram a reconhecê-las como legítimas.

“Os Estados Unidos, juntamente com inúmeras outras democracias ao redor do mundo, condenam esta farsa, que não atendeu a nenhum padrão mínimo de credibilidade”, disse o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, em 7 de dezembro. “Maduro descaradamente manipulou essas eleições em seu favor, por meio da apreensão ilegal de nomes de partidos políticos e logomarcas eleitorais, da manipulação do processo através do seu leal conselho eleitoral, de violência e intimidação, e outras táticas antidemocráticas.”

Nos meses que antecederam as eleições de 6 de dezembro, nações, organismos internacionais e organizações não governamentais de todo o mundo se opuseram à tentativa do regime de Maduro de reconfigurar o processo eleitoral. Muitos citaram a crise humanitária dentro da Venezuela e a repressão à liberdade de expressão por parte do regime como razões pelas quais não seria possível para a Venezuela ter eleições legislativas livres e justas.

“Essa falta de respeito pelo pluralismo político e a exclusão e repressão de líderes da oposição não permitem que a UE reconheça esse processo eleitoral como credível, inclusivo ou transparente, nem os seus resultados como representativos da vontade do povo venezuelano”, disse a UE em um comunicado.

O Reino Unido declarou que “reconhece a Assembleia Nacional eleita democraticamente em 2015 e reconhece Juan Guaidó como presidente constitucional interino da Venezuela”.

O governo dos EUA está de acordo com seus aliados internacionais, afirmou Pompeo.

“Nem Maduro nem uma nova Assembleia Nacional eleita de forma fraudulenta representarão a voz legítima do povo venezuelano, que deve ser expressa por meio de eleições presidenciais livres e justas”, concluiu Pompeo.

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