SOUTHCOM oferece ajuda através de programas de assistência humanitária

Os programas de assistência humanitária realizados com as nações parceiras estão mitigando o sofrimento humano, a doença e a fome nas regiões necessitadas da América Latina e do Caribe.
Segundo-Sargento do Exército dos EUA Vito T Bryant/Defense Media Activity | 1 outubro 2018

Relações Internacionais

O Cabo do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA Randy O’Connell, à esquerda, e um membro do Corpo de Engenheiros do Exército da Guatemala trabalham juntos colocando blocos em uma construção em Escuintla, na Guatemala, no dia 19 de julho de 2018. Fuzileiros Navais da Força-Tarefa Aeroterrestre para Fins Especiais do Comando Sul dos EUA trabalharam com os militares guatemaltecos, como parte do projeto de assistência humanitária do Comando Sul dos EUA em coordenação com o governo da Guatemala, para construir abrigos temporários para a população desabrigada depois da erupção de um vulcão. (Foto: Primeiro-Sargento do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA Zachary Dyer)

O programa de assistência humanitária do Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM) realiza atividades aprovadas pelo Departamento de Defesa em sua área de responsabilidade juntamente com as nações parceiras, para mitigar o sofrimento humano, a doença, a fome e a privação, especialmente nas regiões onde essas necessidades podem significar grandes desafios para a população civil.

Ao impulsionar as capacidades combinadas das agências governamentais dos Estados Unidos, de seus homólogos militares e civis das nações parceiras e das organizações internacionais, o programa permite que os governos locais fortaleçam sua segurança regional e sua estabilidade.

Autoridades para assuntos civis desempenham um papel vital no programa de assistência humanitária do SOUTHCOM. “Somos como o tecido conjuntivo entre o Departamento de Defesa e os parceiros interagências que respondem ao evento de uma catástrofe de grandes dimensões”, disse o Coronel do Exército dos EUA J. Frank Melgarejo Jr., chefe do destacamento de planejamento para assuntos civis. “Utilizamos nossas habilidades específicas para aumentar a eficácia e a eficiência da resposta.”

Embora a resposta aos desastres seja um ponto crucial da missão de assistência humanitária, esperamos que ela se torne menos necessária. “O esforço para uma resposta rápida corresponde a cerca de um quarto daquilo que fazemos”, disse o Tenente-Coronel do Exército dos EUA Steve Lewis, oficial para assuntos civis do SOUTHCOM. “Os demais 75 por cento correspondem à ajuda que prestamos para o preparo das nossas nações parceiras.” 

O navio hospital USNS Comfort tem a capacidade de realizar centenas de cirurgias a bordo, além de prestar atendimento médico a centenas de pacientes em terra. (Foto: Cabo da Marinha dos EUA Jonathan Clay)

Estreita coordenação

Os esforços preparatórios incluíram a construção de centros de operações de emergência e depósitos para ajuda em desastres, junto com o treinamento das equipes de emergência das nações parceiras. Esses projetos são realizados em estreita coordenação com o Gabinete para Ajuda em Desastres no Exterior da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional e com a Agência de Cooperação para a Segurança da Defesa.

Entre os anos fiscais de 2012 e 2017, foram realizados mais de 3.000 projetos de assistência humanitária em sua área de responsabilidade, que abrange 31 países e 16 dependências e áreas de soberania especial.

“Não se pode jamais subestimar o potencial e a capacidade da nação parceira”, disse o Cel Melgarejo. “Talvez eles não disponham de todos os equipamentos que temos, mas têm a disposição e o desejo de fazer as coisas melhor e aumentar a estabilidade e a segurança em seu território.”

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