Proteger a Ama zônia

As Forças Armadas do Brasil e seus parceiros regionais estão trabalhando em conjunto para combater o tráfico ilícito na região da Amazônia Ocidental
Print | 1 janeiro 2012

As tropas foram apoiadas por helicópteros e aviões militares, e veículos blindados leves. [SILVA LOPES/FORÇA AÉREA BRASILEIRA]

A Amazônia Ocidental é um importante ponto de tráfego para veículos ilegais e contrabandistas que trazem armas e drogas para o Brasil. Muitas vezes, as armas que circulam por essas áreas caem nas mãos de gangues violentas em favelas do Rio de Janeiro e São Paulo. Os criminosos também causam destruição ao meio ambiente e ameaçam comunidades indígenas, criando e protegendo novas rotas de tráfico através da selva. Em agosto de 2011, o Ministério da Defesa do Brasil realizou uma operação conjunta das Forças Armadas brasileiras como parte do Plano de Fronteira Estratégica. Batizada de Ágata, a operação procurou combater crimes ambientais ao longo da fronteira da Amazônia Ocidental e contou com a participação das forças colombianas.

Os recursos da Força Aérea brasileira foram empregados em uma escala maior nas cidades de São Gabriel da Cachoeira e Tabatinga, aumentando a presença do governo ao longo da fronteira com a Colômbia. [SILVA LOPES/FORÇA AÉREA BRASILEIRA]

No mês seguinte, o Brasil iniciou a Operação Ágata 2. Sete mil soldados foram mobilizados ao longo de sua fronteira sul para combater o crime organizado, com apoio aéreo da Argentina, Paraguai e Uruguai. Juntas, as forças militares da região estão ajudando a impedir a utilização dessas áreas para fins ilícitos.

Veículos aéreos não tripulados fabricados no Brasil foram utilizados durante a Operação Ágata. Brazilian- [WELLINGTON SIMÕES/FORÇA AÉREA BRASILEIRA]
Compartilhar:
Comente:
Gosta dessa história? Sim 12
Carregando conversa