Força Armada de El Salvador destrói 900 armas de fogo

Com a assessoria de especialistas da Organização dos Estados Americanos (OEA) e a presença do secretário de Segurança Multidimensional desta instituição, Adam Blackwell, a Força Armada de El Salvador destruiu, em 26 de setembro, quase 900 armas de fogo apreendidas da criminalidade do país.
WRITER-ID | 28 setembro 2012

Com a assessoria de especialistas da Organização dos Estados Americanos (OEA) e a presença do secretário de Segurança Multidimensional desta instituição, Adam Blackwell, a Força Armada de El Salvador destruiu, em 26 de setembro, quase 900 armas de fogo apreendidas da criminalidade do país.

“São importantes os esforços para controlar as armas, que representam um problema em nosso hemisfério”, disse Blackwell em uma entrevista coletiva, após participar pessoalmente do processo de destruição dos armamentos.

Fuzis de assalto M-16 e AK-47, escopetas, metralhadoras, pistolas e revólveres apreendidos pela Polícia foram desarmados e inutilizados com a ajuda de serras e maçaricos, em um ato realizado em um quartel do setor nordeste de São Salvador.

Tanto Blackwell como o ministro salvadorenho da Defesa, General Atilio Benítez, participaram da atividade. Técnicos do Programa de Assistência para o Controle de Armas e Destruição de Munições da OEA assessoraram o processo.

“As armas de fogo são um problema, porque 80 por cento dos homicídios são cometidos com essas armas em nosso hemisfério, quando a média em outras partes do mundo é de 40 por cento”, ressaltou o secretário.

Blackwell se encontra em El Salvador para continuar a verificação de uma trégua mantida desde o dia 9 de março passado pelas duas maiores quadrilhas do país, a Mara Salvatrucha (MS-13) e Barrio 18 (M-18), o que já reduziu de 14 para 5,5 a média diária de homicídios no país.

A trégua teve a mediação do vigário militar Fabio Colindres e do ex-comandante guerrilheiro Raúl Mijango, que se reuniram com Blackwell para definir os passos a serem seguidos no processo.

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