Bombeiros da América Central participam do CENTAM SMOKE 2018

Forças centro-americanas e dos EUA trocaram experiências durante o Exercício CENTAM SMOKE 2018.
Por Maria Pinel, Relações Públicas da Força-Tarefa Conjunta-Bravo | 9 outubro 2018

Capacitação e Desenvolvimento

A Força-Tarefa Conjunta-Bravo realizou o Exercício CENTAM SMOKE 2018-2, na Base Aérea de Soto Cano, em Honduras, entre os dias 10 e 14 de setembro, com bombeiros do 612º Esquadrão da Base Aérea e 30 participantes de Honduras, Guatemala, Panamá, El Salvador, Belize e Nicarágua. (Foto: Martin Chahin, Comando Sul dos EUA)

A Força-Tarefa Conjunta-Bravo (JTF-Bravo, em inglês) realizou o Exercício América Central Compartilhando Conhecimentos e Experiências Operacionais Mútuas (CENTAM SMOKE, em inglês) 2018-2, na Base Aérea de Soto Cano, em Honduras, entre os dias 10 e 14 de setembro de 2018, com bombeiros do departamento de bombeiros do 612º Esquadrão da Base Aérea e 30 participantes de Honduras, Guatemala, Panamá, El Salvador, Belize e Nicarágua. A cerimônia foi presidida pelo Coronel Kevin Russell e pelo Subtenente do Comando Robert Keith, da liderança da JTF-Bravo, que, juntamente com o Tenente-Coronel Damon Matlock, comandante do 612º Esquadrão, parabenizaram os participantes.

Os instrutores do 612º Esquadrão prepararam um treinamento intenso de quatro dias em combate a incêndios e resgate, para desenvolver as habilidades de cooperação em equipe, bem como aperfeiçoar as capacidades de combate a incêndios e a coordenação de resposta a desastres das nações parceiras. No decorrer da semana, o treinamento multifacetado incluiu a familiarização com os equipamentos, as evoluções de segurança, estruturais e com helicópteros de combate real a incêndios, a remoção de veículos, a familiarização das aeronaves com o sistema Bambi Buckets e a extinção de incêndios florestais.

“Estamos muito orgulhosos por estar aqui. Essa é uma experiência inesquecível; aprendemos muitas técnicas novas com as quais não estávamos acostumados no nosso país, mas agora poderemos implementá-las. Podemos sempre aprender algo novo e estamos muito felizes e muito gratos”, disse Victor Balan, bombeiro do Serviço Nacional de Incêndios de Belize.

No decorrer da semana, o treinamento multifacetado incluiu a familiarização com os equipamentos, as evoluções de segurança, estruturais e com helicópteros de combate real a incêndios, a remoção de veículos, a familiarização das aeronaves com o sistema Bambi Buckets e a extinção de incêndios florestais. (Foto: Martin Chahin, Comando Sul dos EUA)

A equipe salvadorenha venceu o desafio da corrida de obstáculos, que se assemelha ao desafio de fogo dos bombeiros, e recebeu um prêmio na formatura. “Estamos muito felizes e orgulhosos por termos ficado em primeiro lugar. Esse foi sem dúvida um esforço de equipe; foi difícil e exaustivo, mas agradecemos a Deus por termos conseguido e obtido a primeira colocação”, disse o Capitão Juan Antonio Ventura, bombeiro da Unidade de Incêndios do Aeroporto Internacional de El Salvador. “Essa foi uma excelente experiência para nós. Não tínhamos muita experiência com incêndios florestais, mas a adquirimos aqui.”

Durante a cerimônia de formatura, o Suboficial da Força Aérea dos EUA Michael Ott, chefe adjunto do 612º Esquadrão do Departamento de Bombeiros, incentivou os participantes para que compartilhem as lições aprendidas e para que se tornem multiplicadores da força em suas unidades. “Nessa semana nós todos nos reunimos para um treinamento, a fim de compreender melhor como atuamos independentemente, para que um dia, se formos chamados, possamos atuar em conjunto. Eu os desafio a utilizar as lições e as táticas aprendidas nessa semana e a compartilhar as informações, criar treinamentos e ajudar a formar aqueles que não puderam comparecer esta semana. Ajudem seus departamentos a serem melhores a cada dia para o bem da sua comunidade”, disse o SO Ott.

O exercício CENTAM SMOKE oferece a oportunidade a todos os bombeiros para que trabalhem como uma equipe e criem relações com as nações parceiras para desenvolver a capacidade de resposta em conjunto, na ocorrência de uma crise na região. “Como bombeiros, nós sempre encontramos um elo comum e um meio de trabalharmos juntos. Existe uma linguagem internacional para os bombeiros. Não importa de onde viemos; as bases de nossa linguagem giram em torno do serviço à nossa comunidade e da dedicação para proteger o próximo”, disse o SO Ott.

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