Trump: Maduro é “um fantoche” e Cuba aproveita para manter seu regime

Trump: Maduro é “um fantoche” e Cuba aproveita para manter seu regime

Por Voz da América
novembro 08, 2019

O presidente dos EUA Donald Trump disse, no dia 24 de setembro, que o presidente em disputa da Venezuela é “um fantoche” de Cuba, acrescentando que o governo da ilha só tira proveito da riqueza do petróleo venezuelano para se manter no poder.

Perante os líderes mundiais que acompanharam seu discurso no debate geral da 74ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, Trump disse que o socialismo destrói “os povos e as sociedades.”

“Estamos acompanhando a situação venezuelana bem de perto”, disse Trump. “O ditador Maduro é um fantoche de Cuba, protegido por guarda-costas cubanos, que se esconde do próprio povo, enquanto Cuba tira proveito da riqueza do petróleo da Venezuela para manter seu regime”, afirmou.

“Aguardamos o dia em que a democracia será recuperada, o dia em que a Venezuela será livre, quando a liberdade reinar em todo este hemisfério”, declarou Trump.

Trump disse que seu governo se compromete a apoiar os povos que vivem sob a “brutal opressão”, em alusão aos povos de Cuba, Nicarágua e Venezuela.

Mencionou o relatório da alta comissária da ONU, Michelle Bachelet, com relação à crise alimentar que a Venezuela vem sofrendo, além da existência de presos políticos.

“Vários assassinatos extrajudiciais vêm sendo praticados”, disse Trump.

O governante norte-americano citou a coalizão de mais de 50 países que lidera em apoio ao presidente interino, Juan Guaidó.

“Que os venezuelanos presos nesse pesadelo saibam que a América está unida respaldando vocês”, afirmou.

Trump explicou que os Estados Unidos têm ajuda humanitária pronta para ser entregue à Venezuela.

Disse aos líderes mundiais que “um dos desafios mais importantes que nossos países enfrentam é precisamente o fantasma do socialismo.”

O presidente acrescentou que a Venezuela “é mais uma demonstração de que o socialismo e o comunismo não tratam da justiça nem da igualdade […], não visam o bem das nações”.

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