Jovens de comunidades indígenas ingressam no Exército Peruano

Youth from Indigenous Communities Join the Peruvian Army

Por Dialogo
junho 17, 2015







Um total de 130 jovens peruanos com idades entre 18 e 30 anos integrantes de comunidades indígenas localizadas na região do Vale dos Rios Apurímac, Ene e Mantaro (VRAEM) ingressou voluntariamente no Exército na modalidade de serviço militar voluntário sem aquartelamento por um período de 24 meses.

Durante esse período, eles receberão instrução básica militar, uma especialização relacionada a combate, seguro de saúde e educação por meio de programas vocacionais técnico-produtivos certificados que permitem aos soldados a inserção rápida no mercado de trabalho. Eles também receberão uma bolsa de US$ 300 por mês. O treinamento proporciona aos recrutas as habilidades necessárias para monitorarem a preservação e conservação do ecossistema em suas respectivas jurisdições, disse o Coronel Iván Rojas Rodríguez, chefe do Comando de Reserva e Mobilização do Exército Peruano (COREMOVE). Eles também estarão preparados para combater o terrorismo, a exploração madeireira ilegal, o tráfico de pessoas e de drogas no VRAEM, a principal área produtora de coca ilegal do país.

Meses de treinamento


A maioria dos recrutas do Exército pertence às comunidades indígenas de Santo Domingo de Sonomoro, Alto Kiatari, San Ramón de Pangoa, Alto Anapati, Mazaronquiari, Mayni, Cubantia, Santa Clara Chavini, San Jerónimo, Matereni, Nomatsiguenga e Ashaninka, que estão localizadas na cidade de Pangoa, na província de Satipo, na região de Junín, a cerca de 12 horas por rodovia da cidade de Lima, a capital do Peru.

No início do serviço militar, os jovens indígenas são alojados em quartéis militares – como os militares aquartelados – e passam por três meses de treinamento. Depois disso, os jovens se reúnem a cada dois meses para receber treinamento adicional e aprender novas habilidades. O serviço militar não aquartelado é prestado com vestuário típico das comunidades indígenas.

“A cada dois meses, os jovens regressam aos quartéis durante 10 dias, onde adquirem novos conhecimentos e aprendem novas táticas militares para, posteriormente, retornar às suas comunidades e aplicar o que aprenderam”, acrescenta o Cel Rojas. “No entanto, quando as circunstâncias o exigem, eles podem ser chamados de forma inesperada e por tempo indefinido.”

Todo recruta alistado no serviço militar não aquartelado receberá uma carteira de identidade nacional emitida pelo Registro Nacional de Identificação e Estado Civil, além de um cartão de débito emitido pelo Banco Nacional para que seus salários sejam creditados.

Tropas indígenas vão combater várias atividades ilegais


“Esses novos soldados serão os representantes de nossa instituição e trabalharão para erradicar a exploração madeireira ilegal, o tráfico de pessoas e atividades de tráfico de drogas que podem ocorrer em suas comunidades”, disse o General César Astudillo, chefe do Comando Especial do VRAEM e Comandante Geral da 4ª Divisão do Exército.

“Para nós, é importante que os pais confiem seus filhos ao Exército, porque podemos abrir uma porta para oportunidades de crescimento pessoal e profissional”, disse o Gen. Astudillo, que ressaltou as múltiplas opções de continuar os estudos em carreiras técnico-produtivas como carpintaria, mecânica, solda, eletricidade, encanamento, sapataria e alfaiataria.

Pedro Castañeda Vela, prefeito do distrito de Pangoa, afirmou que o serviço militar não aquartelado é uma oportunidade valiosa para os jovens evitarem a delinquência e os criminosos não ganharem um ponto de apoio em comunidades indígenas.

“O Governo do Peru está oferecendo uma oportunidade magnífica de vestir um uniforme do Exército e se sentir orgulhoso por combater vários tipos de crimes e delitos”, afirmou Castañeda.

Os benefícios do serviço militar


Assim como no serviço militar aquartelado, os soldados não aquartelados recebem uma série de benefícios, como acesso à assistência médica vitalícia por meio de um plano de seguro amplo que só termina se a pessoa adquirir um outro tipo de cobertura.

Os soldados aquartelados podem servir durante 12, 18 ou 24 meses, dependendo principalmente do desejo do recruta em permanecer na instituição, afirmou o Cel. Rojas.

“A idade dos jovens para o serviço aquartelado é de 18 a 25”, disse o Cel. Rojas, explicando que o soldado permanece na base de segunda a sexta-feira, mas tem a tarde de sábado e parte do domingo para visitar seus familiares.

Em 2015, 19.000 homens foram recrutados para o serviço militar aquartelado no Peru.






Um total de 130 jovens peruanos com idades entre 18 e 30 anos integrantes de comunidades indígenas localizadas na região do Vale dos Rios Apurímac, Ene e Mantaro (VRAEM) ingressou voluntariamente no Exército na modalidade de serviço militar voluntário sem aquartelamento por um período de 24 meses.

Durante esse período, eles receberão instrução básica militar, uma especialização relacionada a combate, seguro de saúde e educação por meio de programas vocacionais técnico-produtivos certificados que permitem aos soldados a inserção rápida no mercado de trabalho. Eles também receberão uma bolsa de US$ 300 por mês. O treinamento proporciona aos recrutas as habilidades necessárias para monitorarem a preservação e conservação do ecossistema em suas respectivas jurisdições, disse o Coronel Iván Rojas Rodríguez, chefe do Comando de Reserva e Mobilização do Exército Peruano (COREMOVE). Eles também estarão preparados para combater o terrorismo, a exploração madeireira ilegal, o tráfico de pessoas e de drogas no VRAEM, a principal área produtora de coca ilegal do país.

Meses de treinamento


A maioria dos recrutas do Exército pertence às comunidades indígenas de Santo Domingo de Sonomoro, Alto Kiatari, San Ramón de Pangoa, Alto Anapati, Mazaronquiari, Mayni, Cubantia, Santa Clara Chavini, San Jerónimo, Matereni, Nomatsiguenga e Ashaninka, que estão localizadas na cidade de Pangoa, na província de Satipo, na região de Junín, a cerca de 12 horas por rodovia da cidade de Lima, a capital do Peru.

No início do serviço militar, os jovens indígenas são alojados em quartéis militares – como os militares aquartelados – e passam por três meses de treinamento. Depois disso, os jovens se reúnem a cada dois meses para receber treinamento adicional e aprender novas habilidades. O serviço militar não aquartelado é prestado com vestuário típico das comunidades indígenas.

“A cada dois meses, os jovens regressam aos quartéis durante 10 dias, onde adquirem novos conhecimentos e aprendem novas táticas militares para, posteriormente, retornar às suas comunidades e aplicar o que aprenderam”, acrescenta o Cel Rojas. “No entanto, quando as circunstâncias o exigem, eles podem ser chamados de forma inesperada e por tempo indefinido.”

Todo recruta alistado no serviço militar não aquartelado receberá uma carteira de identidade nacional emitida pelo Registro Nacional de Identificação e Estado Civil, além de um cartão de débito emitido pelo Banco Nacional para que seus salários sejam creditados.

Tropas indígenas vão combater várias atividades ilegais


“Esses novos soldados serão os representantes de nossa instituição e trabalharão para erradicar a exploração madeireira ilegal, o tráfico de pessoas e atividades de tráfico de drogas que podem ocorrer em suas comunidades”, disse o General César Astudillo, chefe do Comando Especial do VRAEM e Comandante Geral da 4ª Divisão do Exército.

“Para nós, é importante que os pais confiem seus filhos ao Exército, porque podemos abrir uma porta para oportunidades de crescimento pessoal e profissional”, disse o Gen. Astudillo, que ressaltou as múltiplas opções de continuar os estudos em carreiras técnico-produtivas como carpintaria, mecânica, solda, eletricidade, encanamento, sapataria e alfaiataria.

Pedro Castañeda Vela, prefeito do distrito de Pangoa, afirmou que o serviço militar não aquartelado é uma oportunidade valiosa para os jovens evitarem a delinquência e os criminosos não ganharem um ponto de apoio em comunidades indígenas.

“O Governo do Peru está oferecendo uma oportunidade magnífica de vestir um uniforme do Exército e se sentir orgulhoso por combater vários tipos de crimes e delitos”, afirmou Castañeda.

Os benefícios do serviço militar


Assim como no serviço militar aquartelado, os soldados não aquartelados recebem uma série de benefícios, como acesso à assistência médica vitalícia por meio de um plano de seguro amplo que só termina se a pessoa adquirir um outro tipo de cobertura.

Os soldados aquartelados podem servir durante 12, 18 ou 24 meses, dependendo principalmente do desejo do recruta em permanecer na instituição, afirmou o Cel. Rojas.

“A idade dos jovens para o serviço aquartelado é de 18 a 25”, disse o Cel. Rojas, explicando que o soldado permanece na base de segunda a sexta-feira, mas tem a tarde de sábado e parte do domingo para visitar seus familiares.

Em 2015, 19.000 homens foram recrutados para o serviço militar aquartelado no Peru.
Parabéns a todos os homens corajosos que entraram para os diferentes grupos militares, sigam em frente e sigam os passos dos heróis que deixaram como legado sua coragem ao grupo, ao lugar e ao trabalho. Viva os bravos homens e que Deus os abençoe e invoquem nosso Deus onde quer que você esteja porque ser um crente não diminui sua masculinidade. É importante que as populações indígenas se juntem às atividades sociais, econômicas e políticas, como uma classe desprotegida, para que contribuam com suas ações para o desenvolvimento do Peru. Algo bom para melhorar o país de tanta violência. Os jovens são o futuro do país.
Sigam em frente pelo bem. Mais ou menos, não está tão bom. Bom para os nativos que eles foram muito bem treinados para combater criminosos e/ou todas as pessoas que agem de forma corrupta fora da LEI ?????????? É bom que o programa de recrutamento os prepare para a força de trabalho. O Exército também deveria aprender com seus costumes e, assim, alcançar uma melhor convivência. Já que existem deveres para com o país, para eles, a Pátria representa honra e respeito por seus antepassados, não é em vão que são culturas que conservam conhecimentos milenares e que isso precisa ser preservado. É bom que o Exército se integre à história dos nossos compatriotas peruanos.
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