USS William P. Lawrence se junta aos esforços de ajuda pelo furacão Eta em Honduras

USS William P. Lawrence se junta aos esforços de ajuda pelo furacão Eta em Honduras

Por Forças Navais do Comando Sul dos EUA/4ª Frota dos EUA
novembro 16, 2020

O destruidor de mísseis guiados USS William P. Lawrence (DDG 110) da classe Arleigh Burke e os cavaleiros seguros (Easyriders, em inglês), do Esquadrão de Helicópteros de Ataque Marítimo (HSM) 37 estão apoiando os esforços de assistência humanitária em casos de desastre (HADR, em inglês) em Honduras, em resposta à devastação causada pelo furacão Eta, em 13 de novembro de 2020.

O USS William P. Lawrence chegou à costa de Honduras em 12 de novembro, para apoiar a missão da Força-Tarefa Conjunta Bravo (JTF-Bravo, em inglês), realizando voos de familiarização, entregando suprimentos médicos e coordenando com outros ativos da JTF-Bravo, para identificar futuros esforços necessários da HADR.

Essas ações apoiam o esforço global de assistência que está sendo liderado pelo governo hondurenho e se baseiam em muitos anos de relações de parceria com o país.

Quando o furacão Eta causou danos devastadores aos países centro-americanos de Honduras, Panamá e Guatemala, o Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM) designou a JTF-Bravo para conduzir esforços para salvar vidas na região. À medida que os esforços de busca e salvamento são assumidos pelas nações anfitriãs, a JTF-Bravo passou das operações de salvamento à entrega da ajuda necessária às comunidades que ficaram isoladas durante dias, desde que o furacão Eta passou pela América Central.

A missão tem sido um esforço de colaboração entre os governos e organizações da nação anfitriã, as Forças Armadas dos EUA e as embaixadas dos EUA em cada país. Anos de trabalho em conjunto solidificaram as relações de confiança e cooperação mútua para ajudar em tempos de crise.

A missão da JTF-Bravo inclui estar preparada para apoiar operações de socorro em casos de desastre na América Central, América do Sul e Caribe, quando assim for necessário. Eles conduzem treinamentos constantes, tanto na base como com parceiros em toda a América Central, para se prepararem para operações de emergência, o que permite que as forças se integrem umas com as outras, para uma resposta unificada quando ocorre um desastre.

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