Estados Unidos agradecem à Guatemala pela extradição do suposto narcotraficante Waldemar Lorenzana Cordón

Por Dialogo
novembro 17, 2014



O governo guatemalteco extraditou Waldemar Lorenzana Cordón
para os EUA em 13 de novembro para enfrentar acusações de tráfico internacional de drogas em Washington, D.C., com o agradecimento do Departamento de Justiça dos EUA.

“O departamento reconhece o apoio prestado pelo Governo da Guatemala”, anunciou a Procuradora-Geral Adjunta Leslie R. Caldwell, em nota à imprensa.

Forças de segurança da Guatemala capturaram Lorenzana Cordón em setembro de 2013. As forças de segurança guatemaltecas e norte-americanas suspeitam que ele seja o líder de uma organização internacional de tráfico de drogas que trabalha com o Cartel de Sinaloa, uma organização criminosa transnacional mexicana. O Escritório para Controle de Bens Estrangeiros (OFAC) do Tesouro dos Estados Unidos designou Lorenzana Cordón
como um traficante de narcóticos especialmente designado (SDNT na sigla em inglês), nos termos da Lei de Designação de Chefes de Narcotráfico Estrangeiros, em 27 de abril de 2010, e um júri federal norte-americano acusou-o por supostamente conspirar para importar cocaína para o país.

Até ser capturado, Lorenzana Cordón supostamente dirigia uma empresa que contrabandeou cargas de várias toneladas de cocaína da Colômbia para o México e os EUA entre 1996 e 2012. Os traficantes de drogas utilizavam lanchas velozes para o transporte de cocaína avaliada em milhões de dólares para El Salvador e de lá transportavam o contrabando para a Guatemala, o México e, finalmente, para os Estados Unidos.

Agentes do Ministério Público e policiais da Polícia Nacional Civil (PNC) da Guatemala capturaram o pai de Lorenzana Cordón, Waldemar Lorenzana Lima, em abril de 2011, e o extraditaram para os EUA em março. Em 18 de agosto, ele se declarou culpado de conspiração para importar mais de 450 quilos de cocaína colombiana para os Estados Unidos.

Ele é conhecido como “O Patriarca”. Autoridades policiais guatemaltecas o extraditaram para os EUA em março.

O Patriarca poderá ser condenado a uma pena mínima obrigatória de 5 anos de prisão e possivelmente à pena máxima de 40 anos atrás das grades. A data de julgamento ainda não foi marcada.

“Durante anos, membros da família Lorenzana contrabandearam cocaína para os Estados Unidos impunemente”, disse Robert Paterson, agente especial da Agência Antidrogas dos EUA (DEA), após a confissão do Patriarca.

Filho de líder do Cartel de Sinaloa é preso em Culiacán


Soldados do Exército mexicano capturaram Ismael Zambada Imperial, filho do chefe do cartel de Sinaloa Ismael "El Mayo" Zambada, de acordo com a Procuradoria-Geral do México.

Zambada Imperial, também conhecido como “El Mayito Grande, foi detido em 12 de novembro, quando se encontrava dentro de uma casa em Culiacán, capital do estado de Sinaloa. Autoridades policiais mexicanas estão mantendo El Mayito Grande sob custódia na Cidade do México.

Na época de sua captura, El Mayito Grande desempenharia um papel de destaque no Cartel de Sinaloa, que é considerado como um dos mais poderosos grupos de narcotráfico do mundo. Ele assumiu como o chefão do Cartel de Sinaloa em fevereiro, depois que as forças de segurança mexicanas capturaram o antigo líder Joaquín “El Chapo” Guzmán, em Mazatlán.

Forças de segurança do México e dos EUA capturaram três filhos de El Mayo desde 2009.

Em novembro de 2013, forças de segurança do estado norte-americano do Arizona capturaram um dos filhos de El Mayo, Serafin Zambada Ortiz. Ele se declarou culpado em um tribunal federal, em 26 de setembro, de conspiração para importar cocaína e maconha para os EUA. Na ocasião, admitiu que tentou comprar mais de 1.000 quilos de cocaína e 1.000 quilos de maconha em Culiacán com a intenção de vendê-los na Califórnia. Sob os termos do seu acordo de confissão, Zambada Ortiz está enfrentando uma condenação mínima obrigatória de 10 anos atrás das grades até a pena máxima prisão perpétua, além de uma multa de US$ 10 milhões. Zambada Ortiz deverá ser julgado em 22 de maio de 2015.

Quatro anos antes, em 2009, agentes da Polícia Federal prenderam Jesús Vicente Zambada Niebla, outro filho de El Mayo, na Cidade do México. Ele foi extraditado para os EUA no ano seguinte. Em abril, Zambada Niebla se declarou culpado no tribunal federal de Chicago de conspiração para possuir cocaína e heroína entre 2005 e 2008 com intenção de distribuir a droga, como parte de um acordo judicial perante o juiz-chefe distrital dos Estados Unidos Ruben Castillo.

A conspiração envolveu a distribuição de “várias” toneladas de cocaína durante aquele período, com centenas de quilos distribuídos mensalmente ou semanalmente, de acordo com a Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA). A data de julgamento ainda não foi divulgada.


O governo guatemalteco extraditou Waldemar Lorenzana Cordón
para os EUA em 13 de novembro para enfrentar acusações de tráfico internacional de drogas em Washington, D.C., com o agradecimento do Departamento de Justiça dos EUA.

“O departamento reconhece o apoio prestado pelo Governo da Guatemala”, anunciou a Procuradora-Geral Adjunta Leslie R. Caldwell, em nota à imprensa.

Forças de segurança da Guatemala capturaram Lorenzana Cordón em setembro de 2013. As forças de segurança guatemaltecas e norte-americanas suspeitam que ele seja o líder de uma organização internacional de tráfico de drogas que trabalha com o Cartel de Sinaloa, uma organização criminosa transnacional mexicana. O Escritório para Controle de Bens Estrangeiros (OFAC) do Tesouro dos Estados Unidos designou Lorenzana Cordón
como um traficante de narcóticos especialmente designado (SDNT na sigla em inglês), nos termos da Lei de Designação de Chefes de Narcotráfico Estrangeiros, em 27 de abril de 2010, e um júri federal norte-americano acusou-o por supostamente conspirar para importar cocaína para o país.

Até ser capturado, Lorenzana Cordón supostamente dirigia uma empresa que contrabandeou cargas de várias toneladas de cocaína da Colômbia para o México e os EUA entre 1996 e 2012. Os traficantes de drogas utilizavam lanchas velozes para o transporte de cocaína avaliada em milhões de dólares para El Salvador e de lá transportavam o contrabando para a Guatemala, o México e, finalmente, para os Estados Unidos.

Agentes do Ministério Público e policiais da Polícia Nacional Civil (PNC) da Guatemala capturaram o pai de Lorenzana Cordón, Waldemar Lorenzana Lima, em abril de 2011, e o extraditaram para os EUA em março. Em 18 de agosto, ele se declarou culpado de conspiração para importar mais de 450 quilos de cocaína colombiana para os Estados Unidos.

Ele é conhecido como “O Patriarca”. Autoridades policiais guatemaltecas o extraditaram para os EUA em março.

O Patriarca poderá ser condenado a uma pena mínima obrigatória de 5 anos de prisão e possivelmente à pena máxima de 40 anos atrás das grades. A data de julgamento ainda não foi marcada.

“Durante anos, membros da família Lorenzana contrabandearam cocaína para os Estados Unidos impunemente”, disse Robert Paterson, agente especial da Agência Antidrogas dos EUA (DEA), após a confissão do Patriarca.

Filho de líder do Cartel de Sinaloa é preso em Culiacán


Soldados do Exército mexicano capturaram Ismael Zambada Imperial, filho do chefe do cartel de Sinaloa Ismael "El Mayo" Zambada, de acordo com a Procuradoria-Geral do México.

Zambada Imperial, também conhecido como “El Mayito Grande, foi detido em 12 de novembro, quando se encontrava dentro de uma casa em Culiacán, capital do estado de Sinaloa. Autoridades policiais mexicanas estão mantendo El Mayito Grande sob custódia na Cidade do México.

Na época de sua captura, El Mayito Grande desempenharia um papel de destaque no Cartel de Sinaloa, que é considerado como um dos mais poderosos grupos de narcotráfico do mundo. Ele assumiu como o chefão do Cartel de Sinaloa em fevereiro, depois que as forças de segurança mexicanas capturaram o antigo líder Joaquín “El Chapo” Guzmán, em Mazatlán.

Forças de segurança do México e dos EUA capturaram três filhos de El Mayo desde 2009.

Em novembro de 2013, forças de segurança do estado norte-americano do Arizona capturaram um dos filhos de El Mayo, Serafin Zambada Ortiz. Ele se declarou culpado em um tribunal federal, em 26 de setembro, de conspiração para importar cocaína e maconha para os EUA. Na ocasião, admitiu que tentou comprar mais de 1.000 quilos de cocaína e 1.000 quilos de maconha em Culiacán com a intenção de vendê-los na Califórnia. Sob os termos do seu acordo de confissão, Zambada Ortiz está enfrentando uma condenação mínima obrigatória de 10 anos atrás das grades até a pena máxima prisão perpétua, além de uma multa de US$ 10 milhões. Zambada Ortiz deverá ser julgado em 22 de maio de 2015.

Quatro anos antes, em 2009, agentes da Polícia Federal prenderam Jesús Vicente Zambada Niebla, outro filho de El Mayo, na Cidade do México. Ele foi extraditado para os EUA no ano seguinte. Em abril, Zambada Niebla se declarou culpado no tribunal federal de Chicago de conspiração para possuir cocaína e heroína entre 2005 e 2008 com intenção de distribuir a droga, como parte de um acordo judicial perante o juiz-chefe distrital dos Estados Unidos Ruben Castillo.

A conspiração envolveu a distribuição de “várias” toneladas de cocaína durante aquele período, com centenas de quilos distribuídos mensalmente ou semanalmente, de acordo com a Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA). A data de julgamento ainda não foi divulgada.
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