• Home »
  • Uncategory »
  • U.S. Donates Renewable Energy System Equipment to Nicaragua and Honduras to Fight Organized Crime

EUA doam equipamentos com sistemas de energia renovável a Nicarágua e Honduras para o combate ao crime organizado

U.S. Donates Renewable Energy System Equipment to Nicaragua and Honduras to Fight Organized Crime

Por Dialogo
março 25, 2015




O Comando Sul dos Estados Unidos (SOUTHCOM) instalou recentemente em Honduras e na Nicarágua painéis solares com um dia de capacidade de armazenamento de bateria — novos recursos na luta contra o crime organizado transnacional e o narcotráfico.

"Esse sistema de energia renovável dá suporte a equipamentos de comunicação que são essenciais durante missões antinarcóticos combinadas", diz David Wilde, gerente operacional do programa de energia da Divisão de Engenharia do SOUTHCOM.


Os sistemas de energia solar fotovoltaica (FV) fornecerão energia ao funcionamento de rádios e equipamentos dos postos de vigilância localizados em áreas remotas, onde as fontes de energia são escassas ou indisponíveis. Ao ser instalados no telhados dos postos de vigilância, os painéis aumentam a capacidade de energia disponível de 400 watts para 7.000 watts, que são armazenados em acumuladores.

Além de instalar a tecnologia solar, o SOUTHCOM capacitou as Forças Armadas hondurenhas e nicaraguenses quanto ao seu uso e manutenção.

"O equipamento fornecido é extremamente ‘amigável ao usuário’ e exige manutenção mínima, mas é importante que os usuários entendam sua funcionalidade para aproveitá-lo ao máximo."

Muitos especialistas em energia consideram que esses sistemas — assim como os de energia eólica, hidrelétrica e biomassa — serão as fontes energéticas do futuro. Ao contrário do petróleo, carvão, gás natural e urânio, essas fontes são renováveis e não geram quantidades significativas de poluição ou resíduos.

Uma ferramenta valiosa contra o narcotráfico


Os painéis solares ajudarão os dois países a lutar contra o crime organizado e o narcotráfico.

Na Nicarágua, por exemplo, o sistema de energia solar renovável — estimado em US$ 85.000 — foi instalado no posto militar da Força Naval Nicaraguense em Cayo Miskito, um dos poucos localizados na Região Autônoma do Atlântico Norte do Caribe Nicaraguense. A área se tornou um importante corredor usado por organizações criminosas transnacionais para traficar armas, pessoas e drogas da América do Sul ao México e à América do Norte. É também um centro de pesca ilegal.

O outro sistema de energia, ainda maior, será usado para apoiar a Marinha de Honduras em um centro de operações antinarcóticos no coração do estado de Gracias a Dios.

"A energia operacional é um componente necessário da missão maior", diz Wilde. "Sem a tecnologia energética, a dependência dos combustíveis fósseis se torna necessária, e ela quase não existe nesses lugares extremamente remotos. Nossas forças militares devem se tornar mais expedicionárias na natureza e exigirão um aparato logístico menor, em parte por reduzir as grandes demandas de combustível e energia. Diminuir a demanda, expandir o fornecimento e construir uma força com energia segura significarão uma unidade militar que usa menos energia, tem mais fontes de energia segura e mais recursos energéticos necessários para apoiar esse tipo de missão."

As instalações fazem parte da cooperação contínua entre a Marinha da Nicarágua e os Estados Unidos.

“Nesse sentido, a ajuda dos EUA tem sido valiosa, importante e oportuna para nossa luta contra o narcotráfico”, diz Orlando López Selva, analista de relações internacionais da Universidade Americana da Nicarágua. "Toda a cooperação técnica dos EUA à Nicarágua aumentou a cobertura, a capacidade de vigilância e a eficácia dos agentes da lei.”

“É evidente que os governos da Nicarágua e dos EUA estão trabalhando com os mesmos objetivos e em uma mesma direção. Há mais de duas décadas, foram assinados acordos no nível das instituições do Exército e da polícia.”

A cooperação ajudou a melhorar a infraestrutura de segurança da Nicarágua. Em agosto de 2014, por exemplo, os EUA doaram ao país equipamentos para a construção de um centro operacional e dois barcos marítimos de interdição, recursos estimados em cerca de US$ 4 milhões, de acordo com o website La Tercera.
Em 2013 e 2014, o SOUTHCOM entregou 12 binóculos termais Phantom, no valor de mais de US$ 36.000, que as forças de segurança podem usar de noite ou em condições de baixa luminosidade, segundo o jornal nicaraguense Última Hora.


As forças de segurança dos dois países também participaram de exercícios de treinamento conjunto. Por exemplo, em maio de 2013, cinco marinheiros nicarguenses treinaram com forças militares dos EUA na Flórida em manutenção e operação de embarcações marítimas, de acordo com a revista digital hondurenha Estrategia y Negocios.


Nicaragua realiza grandes apreensões de drogas


Nos últimos anos, a Nicarágua realizou importantes avanços na luta contra o tráfico internacional de drogas. Em dezembro de 2014, por exemplo, a Marinha da Nicarágua confiscou 560 quilos de cocaína em apoio à Operação MARTILLO, um esforço conjunto de 14 nações parceiras para combater o narcotráfico em águas costeiras ao longo do istmo centro-americano.

A operação multilateral, lançada em 15 de janeiro de 2012, é formada por forças de EUA, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala, Costa Rica, Panamá, Belize, Colômbia e Canadá, assim como Holanda, Reino Unido, Espanha e França.

“A Marinha Nicaraguense realizou apreensões bem-sucedidas, apesar dos recursos limitados”, diz Pedro Trujillo, diretor do Instituto de Estudos Políticos e Relações Internacionais da Guatemala.

“Em resumo, tanto Washington como Manágua buscam harmonizar seus interesses quando se trata de ameaças permanentes que atentam contra a segurança dos dois países nesse corredor natural mesoamericano que liga o Norte ao Sul”, diz López.

"O SOUTHCOM percebe o valor da segurança energética ao longo da Área de Responsabilidade e tem o compromisso de investir em muitas iniciativas de energia renovável e conservação como resultado do aumento do custo de energia e combustíveis e de fontes não confiáveis", afirma Wilde.



O Comando Sul dos Estados Unidos (SOUTHCOM) instalou recentemente em Honduras e na Nicarágua painéis solares com um dia de capacidade de armazenamento de bateria — novos recursos na luta contra o crime organizado transnacional e o narcotráfico.

"Esse sistema de energia renovável dá suporte a equipamentos de comunicação que são essenciais durante missões antinarcóticos combinadas", diz David Wilde, gerente operacional do programa de energia da Divisão de Engenharia do SOUTHCOM.


Os sistemas de energia solar fotovoltaica (FV) fornecerão energia ao funcionamento de rádios e equipamentos dos postos de vigilância localizados em áreas remotas, onde as fontes de energia são escassas ou indisponíveis. Ao ser instalados no telhados dos postos de vigilância, os painéis aumentam a capacidade de energia disponível de 400 watts para 7.000 watts, que são armazenados em acumuladores.

Além de instalar a tecnologia solar, o SOUTHCOM capacitou as Forças Armadas hondurenhas e nicaraguenses quanto ao seu uso e manutenção.

"O equipamento fornecido é extremamente ‘amigável ao usuário’ e exige manutenção mínima, mas é importante que os usuários entendam sua funcionalidade para aproveitá-lo ao máximo."

Muitos especialistas em energia consideram que esses sistemas — assim como os de energia eólica, hidrelétrica e biomassa — serão as fontes energéticas do futuro. Ao contrário do petróleo, carvão, gás natural e urânio, essas fontes são renováveis e não geram quantidades significativas de poluição ou resíduos.

Uma ferramenta valiosa contra o narcotráfico


Os painéis solares ajudarão os dois países a lutar contra o crime organizado e o narcotráfico.

Na Nicarágua, por exemplo, o sistema de energia solar renovável — estimado em US$ 85.000 — foi instalado no posto militar da Força Naval Nicaraguense em Cayo Miskito, um dos poucos localizados na Região Autônoma do Atlântico Norte do Caribe Nicaraguense. A área se tornou um importante corredor usado por organizações criminosas transnacionais para traficar armas, pessoas e drogas da América do Sul ao México e à América do Norte. É também um centro de pesca ilegal.

O outro sistema de energia, ainda maior, será usado para apoiar a Marinha de Honduras em um centro de operações antinarcóticos no coração do estado de Gracias a Dios.

"A energia operacional é um componente necessário da missão maior", diz Wilde. "Sem a tecnologia energética, a dependência dos combustíveis fósseis se torna necessária, e ela quase não existe nesses lugares extremamente remotos. Nossas forças militares devem se tornar mais expedicionárias na natureza e exigirão um aparato logístico menor, em parte por reduzir as grandes demandas de combustível e energia. Diminuir a demanda, expandir o fornecimento e construir uma força com energia segura significarão uma unidade militar que usa menos energia, tem mais fontes de energia segura e mais recursos energéticos necessários para apoiar esse tipo de missão."

As instalações fazem parte da cooperação contínua entre a Marinha da Nicarágua e os Estados Unidos.

“Nesse sentido, a ajuda dos EUA tem sido valiosa, importante e oportuna para nossa luta contra o narcotráfico”, diz Orlando López Selva, analista de relações internacionais da Universidade Americana da Nicarágua. "Toda a cooperação técnica dos EUA à Nicarágua aumentou a cobertura, a capacidade de vigilância e a eficácia dos agentes da lei.”

“É evidente que os governos da Nicarágua e dos EUA estão trabalhando com os mesmos objetivos e em uma mesma direção. Há mais de duas décadas, foram assinados acordos no nível das instituições do Exército e da polícia.”

A cooperação ajudou a melhorar a infraestrutura de segurança da Nicarágua. Em agosto de 2014, por exemplo, os EUA doaram ao país equipamentos para a construção de um centro operacional e dois barcos marítimos de interdição, recursos estimados em cerca de US$ 4 milhões, de acordo com o website La Tercera.
Em 2013 e 2014, o SOUTHCOM entregou 12 binóculos termais Phantom, no valor de mais de US$ 36.000, que as forças de segurança podem usar de noite ou em condições de baixa luminosidade, segundo o jornal nicaraguense Última Hora.


As forças de segurança dos dois países também participaram de exercícios de treinamento conjunto. Por exemplo, em maio de 2013, cinco marinheiros nicarguenses treinaram com forças militares dos EUA na Flórida em manutenção e operação de embarcações marítimas, de acordo com a revista digital hondurenha Estrategia y Negocios.


Nicaragua realiza grandes apreensões de drogas


Nos últimos anos, a Nicarágua realizou importantes avanços na luta contra o tráfico internacional de drogas. Em dezembro de 2014, por exemplo, a Marinha da Nicarágua confiscou 560 quilos de cocaína em apoio à Operação MARTILLO, um esforço conjunto de 14 nações parceiras para combater o narcotráfico em águas costeiras ao longo do istmo centro-americano.

A operação multilateral, lançada em 15 de janeiro de 2012, é formada por forças de EUA, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala, Costa Rica, Panamá, Belize, Colômbia e Canadá, assim como Holanda, Reino Unido, Espanha e França.

“A Marinha Nicaraguense realizou apreensões bem-sucedidas, apesar dos recursos limitados”, diz Pedro Trujillo, diretor do Instituto de Estudos Políticos e Relações Internacionais da Guatemala.

“Em resumo, tanto Washington como Manágua buscam harmonizar seus interesses quando se trata de ameaças permanentes que atentam contra a segurança dos dois países nesse corredor natural mesoamericano que liga o Norte ao Sul”, diz López.

"O SOUTHCOM percebe o valor da segurança energética ao longo da Área de Responsabilidade e tem o compromisso de investir em muitas iniciativas de energia renovável e conservação como resultado do aumento do custo de energia e combustíveis e de fontes não confiáveis", afirma Wilde.
Obom..dia
Share