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Exército Sul dos EUA conclui o PKO-A 11, ‘vital’ para o planejamento do Brasil para a Copa do Mundo e Jogos Olímpicos

U.S. Army South Completes PKO-A 11, ‘Vital’ To Brazil’s Planning for World Cup, Olympics

Por Dialogo
maio 24, 2011


As Forças Armadas brasileiras acreditam que o exercício das Operações de Manutenção da Paz – Américas 2011, liderado pelo Exército Sul dos EUA, ajudou seu país nos preparativos para sediar dois dos maiores eventos esportivos mundiais.



“Nós tiraremos proveito de todas as lições que aprendemos aqui e isso nos impulsionará”, disse o general-de-brigada brasileiro Fernando S. N. Ferreira, codiretor do PKO-A 11. “Tudo aquilo que aprendemos aqui será vital para nossa capacidade de planejamento para a Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos 2016”.



O ARSOUTH participou da cerimônia de encerramento do PKO-A 11 em Brasília, Brasil, no dia 13 de maio. O PKO-A 11 é um exercício anual de posto de comando com orientação regional, liderado pelo Exército Sul dos EUA, envolvendo as forças armadas das nações parceiras do hemisfério Ocidental. O ARSOUTH foi o agente executivo que planejou o PKO-A 11.



O exercício de posto de comando com duas semanas de duração, que teve início em 2 de maio, é o evento maior de uma série de projetos de desenvolvimento profissional e exercícios de posto de comando. Essas atividades aumentaram a capacitação dos participantes e prepararam as nações parceiras para conduzir operações de manutenção da paz e assistência humanitária em todo o mundo.



P PKO-A 11 foi criado para reunir as nações e aumentar as relações regionais, reforçar os trabalhos de segurança, promover a interoperacionalidade e obter apoio para os interesses mútuos sobre segurança. Além disso, os projetos de desenvolvimento profissional promovem e melhoram as iniciativas de cooperação e a capacidade militar coletiva, apoiam e aumentam a democracia e a estabilidade na América Latina e na região do Caribe.



Durante o PKO-A 11, os participantes passaram por um processo simulado de eleições. A situação forçou os membros de 16 países diferentes a trabalhar em conjunto a fim de garantir o transcurso pacífico durante as eleições em um país fictício, e também a reagir ao mesmo tempo a um terremoto simulado que forçou os participantes a planejar e dar assistência humanitária sem perder o controle da missão principal.



“Nossa intenção era tirar o máximo proveito da capacidade e das experiências de todos os países envolvidos em termos de operações de manutenção da paz”, disse o general-de-brigada Luis R. Visot, codiretor do PKO-A 11 e comandante geral do 377º Comando de Sustentação do Teatro. “O mais importante aqui foi a troca de ideias e o desenvolvimento da confiança mútua”.



Além da capacidade técnica desenvolvida durante o PKO-A 11, o objetivo secundário do exercício foi o desenvolvimento das relações de trabalho entre as diversas nações parceiras participantes.



“Sei que os amigos que fiz aqui me ajudarão no futuro”, disse o coronel brasileiro Paulo Eduardo Monteiro, participante do PKO-A 11. “É sempre muito bom quando você dá um telefonema e reconhece a voz do outro lado. Quando você pede ajuda, sabe que a pessoa virá e o apoiará”.






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