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O êxito nas operações de segurança e defesa durante a Copa das Confederações

Por Dialogo
julho 16, 2013


O aparato montado para a segurança e defesa durante a realização da Copa das Confederações foi o maior e mais amplo já realizado no Brasil, assim como o planejamento e a coordenação de ações preventivas conjuntas com diversos órgãos federais, estaduais e municipais, não apenas nas seis cidades-sede, onde se realizariam os jogos, mas em diversos outros pontos do país.

Órgãos policiais e cerca de vinte mil militares da Marinha, Exército e Aeronáutica atuaram em dez setores considerados estratégicos para proporcionar segurança à população, às delegações estrangeiras e aos turistas que participaram do evento e movimentaram a quantia de R$ 331,5 milhões de reais.

Merecem destaque as ações de inteligência estratégica e operacional, prevenção ao terrorismo, fiscalização de explosivos, segurança e defesa cibernética, defesa química, biológica, radiológica e nuclear; além da cooperação em atividades de Defesa Civil e na proteção das fronteiras secas.

Neste particular, a Operação Ágata, outro esforço conjunto de integrantes das Forças Armadas e órgãos policiais apreendeu 25 toneladas de drogas e 4,9 toneladas de explosivos em dezenove dias de atuação, números considerados históricos pelo Centro de Operações do Estado-Maior Conjunto, órgão de coordenação geral das atividades.

Apesar da ocorrência de manifestações populares simultâneas ao evento, que envolveram milhares de pessoas com ações violentas isoladas, perpetradas por grupos de anarquistas, o esquema de segurança da Copa das Confederações não foi alterado e demonstrou grande eficiência, tanto que não foram registradas situações de natureza grave, que pudessem prejudicar a imagem institucional deste evento e do país junto a opinião pública internacional.

Os resultados obtidos são considerados excelentes, uma demonstração inequívoca de que as ações coordenadas por centros especializados em áreas específicas podem ser uma boa alternativa no planejamento da segurança de grandes eventos.

Outro ponto importante foi o envolvimento direto de diversos órgãos federais como os ministérios da Defesa e da Justiça, dando suporte às ações empreendidas pela Força-Tarefa. O mesmo esquema de segurança deverá ser utilizado na Jornada Mundial da Juventude, com a diferença de que, neste caso específico, os eventos serão realizados em locais abertos, o que aumenta o grau de vulnerabilidade. De qualquer forma, os resultados obtidos são um bom prognóstico para a segurança de futuros eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas em 2016.



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