Marinha colombiana captura suposto semissubmersível das FARC

The Colombian Navy Captures an Alleged FARC Semisubmersible

Por Dialogo
novembro 20, 2014




Em operação conjunta, o Exército e a Força Aérea da Colômbia apreenderam recentemente uma embarcação semissubmersível que os terroristas estavam construindo no estado de Nariño.

O semissubmersível, supostamente construído por membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), teria a capacidade de transportar até seis toneladas de cocaína se fosse concluído.

“O semissubmersível era feito de fibra de vidro e tinha 18 metros de comprimento por 4 metros de largura. Foi encontrado ao lado de um motor a diesel, propulsores, leme e equipamentos relacionados”, informou a Marinha Colombiana.

Com o apoio da Força Aérea Colombiana, unidades terrestres e marítimas da Marinha e a Força-Tarefa Poseidon contra o Narcotráfico descobriram a oficina de construção do veículo em uma área remota de Nariño em 22 de outubro. Nas proximidades, os agentes também encontraram um laboratório clandestino usado para fabricar pasta de cocaína. No loca, apreenderam mais de 7.500 litros de produtos químicos usados para processar drogas, além de uma metralhadora 9 mm e munição.

Apreensão do barco dificulta capacidade das FARC de transportar drogas, diz analista de segurança


A apreensão do barco dificulta a capacidade das FARC de transportar drogas – e o grupo depende do narcotráfico e de outras atividades criminosas para comprar armas, construir bombas e financiar outros componentes de suas operações terroristas.

“As principais fontes de financiamento (das FARC) ainda são o tráfico de cocaína e a mineração ilegal. Por isso, as autoridades estão em luta permanente contra contra elas”, diz Yadira Gálvez González, analista de segurança da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

Quando as forças de segurança da Colômbia apreendem um narco-semissubmersível, os impactos financeiros são importantes. Esses barcos custam entre US$ 500.000 e US$ 1 milhão para serem construídos, dependendo do material e do motor, diz Héctor Chávez Villao, especialista em segurança e pesquisador da Universidade de Guayaquil.

Organizações de narcotráfico geralmente constroem semissubmersíveis em vez de semissubmarinos, já que sua construção é mais barata. Ao contrário dos semissubmarinos, os semissubmersíveis não podem mergulhar na água; a cabine de comando e os tubos de escape de gases dos semissubmersíveis permanecem acima da superfície. Mas alguns grupos de narcotráfico já construíram semissubmarinos, que podem mergulhar fundo na água e são construídos para evitar a detecção de radares, sonares e sistemas de segurança com infravermelho.

“A maioria é feita de fibra de vidro e madeira, com um ou dois motores a diesel, mas os materiais usados na construção respondem por apenas uma fração do custo total. O investimento mais caro feito pelos criminosos nessas operações é manter de 10 a 15 trabalhadores entre 30 e 45 dias num local secreto, e o silêncio desses trabalhadores pode exigir muito dinheiro."

“O retorno, porém, é enorme. O preço de um quilo de cocaína varia entre US$ 1.800 na Colômbia e US$ 9.000 no México, chegando a US$ 20.000 ou US$ 25.000 nos Estados Unidos.

Semissubmersível é apreendido em Tumaco


A Força-Tarefa Poseidon contra o Narcotráfico não é o primeiro grupo das forças de segurança colombianas a confiscar um semissubmersível dos traficantes: desde 1993, elas apreenderam 84 semissubmersíveis ilegais ou semissubmarinos supostamente usados por narcotraficantes.

“As forças de segurança estão aumentando sua capacidade de invervenção marítima e fortalecendo a cooperação internacional em questões judiciais”, diz Gálvez. “Fizemos importantes avanços na luta contra o tráfico de drogas na Colômbia, e a produção de drogas está diminuindo no país.”

Os avanços têm consequências internacionais, pois as FARC supostamente colaboram com um grande número de grupos de narcotraficantes, entre eles o Clã Úsuga, para levar a cocaína colombiana para fora do país.

“A conexão e os laços financeiros fundamentais entre os guerrilheiros e o crime organizado estão bem estabelecidos, assim como o fato de que operam em âmbito internacional”, diz Chávez Villao. “Muitos desses episódios dos últimos anos envolveram cidadãos de muitos países, assim como drogas que estavam em processo de cruzar fronteiras.”



Em operação conjunta, o Exército e a Força Aérea da Colômbia apreenderam recentemente uma embarcação semissubmersível que os terroristas estavam construindo no estado de Nariño.

O semissubmersível, supostamente construído por membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), teria a capacidade de transportar até seis toneladas de cocaína se fosse concluído.

“O semissubmersível era feito de fibra de vidro e tinha 18 metros de comprimento por 4 metros de largura. Foi encontrado ao lado de um motor a diesel, propulsores, leme e equipamentos relacionados”, informou a Marinha Colombiana.

Com o apoio da Força Aérea Colombiana, unidades terrestres e marítimas da Marinha e a Força-Tarefa Poseidon contra o Narcotráfico descobriram a oficina de construção do veículo em uma área remota de Nariño em 22 de outubro. Nas proximidades, os agentes também encontraram um laboratório clandestino usado para fabricar pasta de cocaína. No loca, apreenderam mais de 7.500 litros de produtos químicos usados para processar drogas, além de uma metralhadora 9 mm e munição.

Apreensão do barco dificulta capacidade das FARC de transportar drogas, diz analista de segurança


A apreensão do barco dificulta a capacidade das FARC de transportar drogas – e o grupo depende do narcotráfico e de outras atividades criminosas para comprar armas, construir bombas e financiar outros componentes de suas operações terroristas.

“As principais fontes de financiamento (das FARC) ainda são o tráfico de cocaína e a mineração ilegal. Por isso, as autoridades estão em luta permanente contra contra elas”, diz Yadira Gálvez González, analista de segurança da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

Quando as forças de segurança da Colômbia apreendem um narco-semissubmersível, os impactos financeiros são importantes. Esses barcos custam entre US$ 500.000 e US$ 1 milhão para serem construídos, dependendo do material e do motor, diz Héctor Chávez Villao, especialista em segurança e pesquisador da Universidade de Guayaquil.

Organizações de narcotráfico geralmente constroem semissubmersíveis em vez de semissubmarinos, já que sua construção é mais barata. Ao contrário dos semissubmarinos, os semissubmersíveis não podem mergulhar na água; a cabine de comando e os tubos de escape de gases dos semissubmersíveis permanecem acima da superfície. Mas alguns grupos de narcotráfico já construíram semissubmarinos, que podem mergulhar fundo na água e são construídos para evitar a detecção de radares, sonares e sistemas de segurança com infravermelho.

“A maioria é feita de fibra de vidro e madeira, com um ou dois motores a diesel, mas os materiais usados na construção respondem por apenas uma fração do custo total. O investimento mais caro feito pelos criminosos nessas operações é manter de 10 a 15 trabalhadores entre 30 e 45 dias num local secreto, e o silêncio desses trabalhadores pode exigir muito dinheiro."

“O retorno, porém, é enorme. O preço de um quilo de cocaína varia entre US$ 1.800 na Colômbia e US$ 9.000 no México, chegando a US$ 20.000 ou US$ 25.000 nos Estados Unidos.

Semissubmersível é apreendido em Tumaco


A Força-Tarefa Poseidon contra o Narcotráfico não é o primeiro grupo das forças de segurança colombianas a confiscar um semissubmersível dos traficantes: desde 1993, elas apreenderam 84 semissubmersíveis ilegais ou semissubmarinos supostamente usados por narcotraficantes.

“As forças de segurança estão aumentando sua capacidade de invervenção marítima e fortalecendo a cooperação internacional em questões judiciais”, diz Gálvez. “Fizemos importantes avanços na luta contra o tráfico de drogas na Colômbia, e a produção de drogas está diminuindo no país.”

Os avanços têm consequências internacionais, pois as FARC supostamente colaboram com um grande número de grupos de narcotraficantes, entre eles o Clã Úsuga, para levar a cocaína colombiana para fora do país.

“A conexão e os laços financeiros fundamentais entre os guerrilheiros e o crime organizado estão bem estabelecidos, assim como o fato de que operam em âmbito internacional”, diz Chávez Villao. “Muitos desses episódios dos últimos anos envolveram cidadãos de muitos países, assim como drogas que estavam em processo de cruzar fronteiras.”
As FARC não vão concordar em se submeter às condições para a paz buscada pelo presidente Santos. Os negócios da droga lhes dão grandes lucros. Eu não consigo imaginar os membros do grupo armado sentados atrás de uma mesa à espera de serem pagos a cada duas semanas para sobreviver. Essa suposta paz é um engano do presidente Santos, em cumplicidade com o Procurador-Geral, que foi quem lhe fez presidente. Parabéns, forças militares. Esta é a forma de honrar nosso país e mostrar que nós realmente temos heróis, apesar dos maus elementos que ingressam e se infiltram, mas temos de acabar com eles, não importa como. Parabéns para as Forças Armadas colombianas pelos esforços e eficácia. Este é o meu belo país, é assim que se faz, com coragem. É bom que eles estejam tomando as armas dos criminosos. Espero que as coisas que eles apreendem sejam usadas em benefício dos colombianos e eles não as deixem apodrecer. O dinheiro que apreendem deveria ser usado em benefício dos mais necessitados. Que bom dia para jogar.
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