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Marinha da Colômbia treina oito países das Américas em tarefas de interdição de drogas

The Colombian National Navy Provides Drug Interdiction Training to Eight Countries in the Americas

Por Julieta Pelcastre
dezembro 17, 2014





A Marinha Nacional da Colômbia capacitou recentemente forças navais de oito países das Américas em interdição marítima e outras operações durante o 12º Curso de Guarda Costeira e Interdição Marítima.

A Marinha desenvolveu o curso de treinamento, realizado duas vezes por ano, para 18 oficiais navais de Canadá, Colômbia, Guatemala, Honduras, Jamaica, México, Panamá e República Dominicana. As aulas foram realizadas de 20 de outubro a 27 de novembro na Base Naval de Bolívar em Cartagena, com o objetivo de fortalecer a capacidade de resposta na luta contra o crime organizado.

Os oficiais presentes aprenderam as melhores técnicas para realizar missões de busca e resgate e operações de combate às drogas e ao tráfico de pessoas, em aulas ministradas por oficiais e suboficiais da Marinha da Colômbia. A aplicação dessas técnicas permitirá que os oficiais realizem operações bem-sucedidas contra grupos de crime organizado nas Américas, como evitar que veículos submersíveis trafiquem drogas, pessoas, dinheiro e armas.

No encerramento do evento, os oficiais que completaram o curso receberam um certificado afirmando que estão qualificados para realizar essas operações em seus países de origem.

Militares colombianos são reconhecidos por seu treinamento


As Forças Armadas da Colômbia são reconhecidas por oferecer altos níveis de treinamento especializado e, no recente curso, beneficiaram outros países com suas técnicas.

Desde 2010, mais de 1.100 oficiais e marinheiros de 24 países latino-americanos, incluindo Belize, Brasil, Chile, Costa Rica, El Salvador, Panamá e Paraguai, participaram do treinamento oferecido pela Marinha Nacional da Colômbia.

“Em 2015, a APC-Colômbia planeja continuar com esse tipo de iniciativa de Cooperação Sul-Sul por meio da plataforma do Programa de Cooperação Regional para a Mesoamérica”, informa a APC-Colômbia.

Promover a cooperação regional


O treinamento conjunto promove a cooperação entre as forças navais latino-americanas em sua luta contra o narcotráfico no mar. Essa cooperação tem levado a muitas operações de segurança bem-sucedidas, incluindo grandes apreensões de drogas.

Entre 1º de janeiro e 31 de agosto, por exemplo, forças navais de diversos países latino-americanos apreenderam mais de 10 toneladas de cloridrato de cocaína, um sedativo usado nas chamadas drogas de “knock-out” no Caribe. As forças navais realizaram essas operações conjuntas no âmbito de acordos marítimos com nações parceiras, de acordo com o Webinfomil
.

“O curso de interdição marítima abre a oportunidade de formar laços de cooperação com as forças navais participantes. Também cria acordos e maior confiança por meio de suas atividades entre as Forças Armadas para desarticular grupos criminosos locais e internacionais”, diz Duncan. “A cooperação é a chave do sucesso.”

O Comandante Camilo Gutiérrez, diretor da Escola Internacional de Guarda Costeira da Marinha da Colômbia, e Silvia Margarita Carrizosa Camacho, diretora-geral da APC-Colômbia, lideraram a cerimônia de encerramento em 27 de novembro.




A Marinha Nacional da Colômbia capacitou recentemente forças navais de oito países das Américas em interdição marítima e outras operações durante o 12º Curso de Guarda Costeira e Interdição Marítima.

A Marinha desenvolveu o curso de treinamento, realizado duas vezes por ano, para 18 oficiais navais de Canadá, Colômbia, Guatemala, Honduras, Jamaica, México, Panamá e República Dominicana. As aulas foram realizadas de 20 de outubro a 27 de novembro na Base Naval de Bolívar em Cartagena, com o objetivo de fortalecer a capacidade de resposta na luta contra o crime organizado.

Os oficiais presentes aprenderam as melhores técnicas para realizar missões de busca e resgate e operações de combate às drogas e ao tráfico de pessoas, em aulas ministradas por oficiais e suboficiais da Marinha da Colômbia. A aplicação dessas técnicas permitirá que os oficiais realizem operações bem-sucedidas contra grupos de crime organizado nas Américas, como evitar que veículos submersíveis trafiquem drogas, pessoas, dinheiro e armas.

No encerramento do evento, os oficiais que completaram o curso receberam um certificado afirmando que estão qualificados para realizar essas operações em seus países de origem.

Militares colombianos são reconhecidos por seu treinamento


As Forças Armadas da Colômbia são reconhecidas por oferecer altos níveis de treinamento especializado e, no recente curso, beneficiaram outros países com suas técnicas.

Desde 2010, mais de 1.100 oficiais e marinheiros de 24 países latino-americanos, incluindo Belize, Brasil, Chile, Costa Rica, El Salvador, Panamá e Paraguai, participaram do treinamento oferecido pela Marinha Nacional da Colômbia.

“Em 2015, a APC-Colômbia planeja continuar com esse tipo de iniciativa de Cooperação Sul-Sul por meio da plataforma do Programa de Cooperação Regional para a Mesoamérica”, informa a APC-Colômbia.

Promover a cooperação regional


O treinamento conjunto promove a cooperação entre as forças navais latino-americanas em sua luta contra o narcotráfico no mar. Essa cooperação tem levado a muitas operações de segurança bem-sucedidas, incluindo grandes apreensões de drogas.

Entre 1º de janeiro e 31 de agosto, por exemplo, forças navais de diversos países latino-americanos apreenderam mais de 10 toneladas de cloridrato de cocaína, um sedativo usado nas chamadas drogas de “knock-out” no Caribe. As forças navais realizaram essas operações conjuntas no âmbito de acordos marítimos com nações parceiras, de acordo com o Webinfomil
.

“O curso de interdição marítima abre a oportunidade de formar laços de cooperação com as forças navais participantes. Também cria acordos e maior confiança por meio de suas atividades entre as Forças Armadas para desarticular grupos criminosos locais e internacionais”, diz Duncan. “A cooperação é a chave do sucesso.”

O Comandante Camilo Gutiérrez, diretor da Escola Internacional de Guarda Costeira da Marinha da Colômbia, e Silvia Margarita Carrizosa Camacho, diretora-geral da APC-Colômbia, lideraram a cerimônia de encerramento em 27 de novembro.
Este é um excelente exemplo do profissionalismo das forças armadas colombianas em sua luta contra o tráfico de drogas e armas para os guerrilheiros, agora com os EUA tendo novamente relacões com Cuba, eles precisarão de novas estratégias, é possível que o teatro [de guerra] se desloque para o Oceano Pacífico, já que o Oceano Atlântico se tornará muito controlado e sem o apoio cubano.
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