Dez mulheres no contingente brasileiro da MINUSTAH

Ten Female Officers Among Brazil’s New MINUSTAH Contingent

Por Dialogo
fevereiro 24, 2015




Mais de 200 militares brasileiras já serviram na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH). Atualmente, outras 10 se preparam para serem enviadas ao país caribenho em maio, quando participarão do 22º Contingente do Brasil nesta missão de paz.

Mais de 200 militares brasileiras já serviram na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH). Atualmente, outras 10 se preparam para serem enviadas ao país caribenho em maio, quando participarão do 22º Contingente do Brasil nesta missão de paz.

Uma dessas oficiais, a Tenente Coronel Maria das Graças Andrade de Jesus, é uma advogada que dará assessoria jurídica ao 22º Contingente do Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 22).

“Representar o Brasil em uma missão de paz é motivo de orgulho para todo militar”, diz a Ten Cel Maria das Graças. “O lema do BRABAT 22 será ‘Tudo por um ideal’, na certeza de que os desafios serão constantes, mas que para vencê-los empregaremos os nossos mais nobres esforços com coragem, perseverança e fé.”

Atualmente, o Brasil tem 14 mulheres no BRABAT, quatro no Contingente da Companhia de Engenharia de Força de Paz (BRAENGCOY) e um Grupamento de Fuzileiros Navais, segundo o Ministério da Defesa.

Haitianos apoiam o Batalhão brasileiro


Outra oficial, a Tenente Paola de Carvalho Andrade, é uma jornalista que trabalhará no Setor de Comunicação Social (G10) do BRAENGCOY. Esta é sua segunda passagem pelo contingente brasileiro na MINUSTAH. A primeira foi em 2007-2008, quando ela foi membro do BRABAT 8.

“É inegável a grande motivação de participar de uma operação de paz representando o meu país”, diz Maria das Graças. “Participar do BRABAT 8 foi uma experiência extremamente gratificante, pois o Batalhão brasileiro é respeitado e admirado pela população haitiana e pelos contingentes dos demais países que integram a missão.”

Além da função de assessora jurídica, a Ten Cel Maria da Graça integrou as ações de Cooperação Civil-Militar (CIMIC), incluindo a distribuição de alimentos e brinquedos, e orientações médico-sanitárias desenvolvidas pelo Batalhão.

“A experiência no Haiti superou as minhas expectativas. Acredito que tenha sido o ápice da minha carreira como advogada e oficial”, conta. “Tive a oportunidade de liderar e ser liderada, aprender e ensinar, rever conceitos e valores, trocar experiências, enfim, de crescer profissionalmente e como ser humano.”

O que mais a marcou durante sua primeira missão foi a oportunidade de interagir com pessoas de diferentes países e culturas. “Dessa forma, conseguimos proporcionar à população haitiana melhor condição de vida e segurança.”

Agora, Maria das Graças também fornecerá assessoria jurídica ao comando do Batalhão, orientando e supervisionando a condução e regularidade dos procedimentos investigativos a cargo do Contingente, propondo medidas de treinamento preventivo para as tropas, elaborando recomendações e executando outras missões definidas pelo comandante do BRABAT 22.

Missão ajuda haitianos a caminhar com suas próprias pernas


Segundo a Ten Paola, as missões de paz aumentam a consciência dos desafios enfrentandos por outros povos.

“Os problemas de países como Haiti, Timor Leste e Sudão são problemas de todos. Quando um ser humano é desrespeitado, todos são”, diz ela. “A MINUSTAH e outras missões são uma esperança de resgate de dignidade, autonomia e respeito. Isso é motivante.”

Durante a missão, ela vai fornecer informações para os canais de comunicação do Ministério da Defesa e das Forças Armadas. Também servirá de elo para os que desejam conhecer o BRAENGCOY, incluindo órgãos de imprensa, organizações militares ou membros da sociedade civil brasileira ou internacional.

“O G10 funciona como uma assessoria de comunicação, sendo que a tarefa mais interessante é a de contribuir para manter o moral da tropa”, afirma.

A principal expectativa é que o Haiti seja capaz de restabelecer suas estruturas como Estado e que suas instituições recomecem as operações, diz Paola.

“A MINUSTAH não resolverá os problemas dos haitianos, mas poderá minimizá-los, dando ferramentas e segurança para que eles se organizem e assumam seus rumos”, afirma. “Ao longo desses 11 anos de missão, obtivemos o respeito da ONU e da população haitiana. Isso fortalece a imagem do Brasil, mas, sobretudo, fortalece a nossa identidade e a consciência de que podemos fazer – e fazer bem.”

Preparação intensa


O treinamento ao qual as duas mulheres se submeteram é o mesmo do resto dos membros da Missão.

“Recebemos treinamentos diversos. Alguns são direcionados a todos os militares do Contingente e outros são específicos por área de atuação”, explica a Tenente Paola.

A primeira fase de preparo é descentralizada. As militares recebem informações sobre a Missão e as peculiaridades do Haiti, além de instruções de tiro, saúde e direitos humanos. Depois, elas realizam atividades específicas, como o Estágio de Comunicação Social, Estágio de Preparação para o Estado-Maior e os Cursos para Intérpretes.

“Além de promover a reciclagem dos militares, esses estágios os colocam em contato com a experiência de quem já esteve em missões anteriores”, diz a Ten Paola. “Por fim, é feito o preparo centralizado: durante um mês, os militares participam de treinamentos que simulam situações reais, realizam tarefas e são submetidos às pressões que encontrarão no Haiti.”

O 22º Contingente do Brasil da Missão Humanitária deve permanecer no Haiti por seis meses, mas sua permanência poderá ser estendida pela ONU.



Mais de 200 militares brasileiras já serviram na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH). Atualmente, outras 10 se preparam para serem enviadas ao país caribenho em maio, quando participarão do 22º Contingente do Brasil nesta missão de paz.

Mais de 200 militares brasileiras já serviram na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH). Atualmente, outras 10 se preparam para serem enviadas ao país caribenho em maio, quando participarão do 22º Contingente do Brasil nesta missão de paz.

Uma dessas oficiais, a Tenente Coronel Maria das Graças Andrade de Jesus, é uma advogada que dará assessoria jurídica ao 22º Contingente do Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 22).

“Representar o Brasil em uma missão de paz é motivo de orgulho para todo militar”, diz a Ten Cel Maria das Graças. “O lema do BRABAT 22 será ‘Tudo por um ideal’, na certeza de que os desafios serão constantes, mas que para vencê-los empregaremos os nossos mais nobres esforços com coragem, perseverança e fé.”

Atualmente, o Brasil tem 14 mulheres no BRABAT, quatro no Contingente da Companhia de Engenharia de Força de Paz (BRAENGCOY) e um Grupamento de Fuzileiros Navais, segundo o Ministério da Defesa.

Haitianos apoiam o Batalhão brasileiro


Outra oficial, a Tenente Paola de Carvalho Andrade, é uma jornalista que trabalhará no Setor de Comunicação Social (G10) do BRAENGCOY. Esta é sua segunda passagem pelo contingente brasileiro na MINUSTAH. A primeira foi em 2007-2008, quando ela foi membro do BRABAT 8.

“É inegável a grande motivação de participar de uma operação de paz representando o meu país”, diz Maria das Graças. “Participar do BRABAT 8 foi uma experiência extremamente gratificante, pois o Batalhão brasileiro é respeitado e admirado pela população haitiana e pelos contingentes dos demais países que integram a missão.”

Além da função de assessora jurídica, a Ten Cel Maria da Graça integrou as ações de Cooperação Civil-Militar (CIMIC), incluindo a distribuição de alimentos e brinquedos, e orientações médico-sanitárias desenvolvidas pelo Batalhão.

“A experiência no Haiti superou as minhas expectativas. Acredito que tenha sido o ápice da minha carreira como advogada e oficial”, conta. “Tive a oportunidade de liderar e ser liderada, aprender e ensinar, rever conceitos e valores, trocar experiências, enfim, de crescer profissionalmente e como ser humano.”

O que mais a marcou durante sua primeira missão foi a oportunidade de interagir com pessoas de diferentes países e culturas. “Dessa forma, conseguimos proporcionar à população haitiana melhor condição de vida e segurança.”

Agora, Maria das Graças também fornecerá assessoria jurídica ao comando do Batalhão, orientando e supervisionando a condução e regularidade dos procedimentos investigativos a cargo do Contingente, propondo medidas de treinamento preventivo para as tropas, elaborando recomendações e executando outras missões definidas pelo comandante do BRABAT 22.

Missão ajuda haitianos a caminhar com suas próprias pernas


Segundo a Ten Paola, as missões de paz aumentam a consciência dos desafios enfrentandos por outros povos.

“Os problemas de países como Haiti, Timor Leste e Sudão são problemas de todos. Quando um ser humano é desrespeitado, todos são”, diz ela. “A MINUSTAH e outras missões são uma esperança de resgate de dignidade, autonomia e respeito. Isso é motivante.”

Durante a missão, ela vai fornecer informações para os canais de comunicação do Ministério da Defesa e das Forças Armadas. Também servirá de elo para os que desejam conhecer o BRAENGCOY, incluindo órgãos de imprensa, organizações militares ou membros da sociedade civil brasileira ou internacional.

“O G10 funciona como uma assessoria de comunicação, sendo que a tarefa mais interessante é a de contribuir para manter o moral da tropa”, afirma.

A principal expectativa é que o Haiti seja capaz de restabelecer suas estruturas como Estado e que suas instituições recomecem as operações, diz Paola.

“A MINUSTAH não resolverá os problemas dos haitianos, mas poderá minimizá-los, dando ferramentas e segurança para que eles se organizem e assumam seus rumos”, afirma. “Ao longo desses 11 anos de missão, obtivemos o respeito da ONU e da população haitiana. Isso fortalece a imagem do Brasil, mas, sobretudo, fortalece a nossa identidade e a consciência de que podemos fazer – e fazer bem.”

Preparação intensa


O treinamento ao qual as duas mulheres se submeteram é o mesmo do resto dos membros da Missão.

“Recebemos treinamentos diversos. Alguns são direcionados a todos os militares do Contingente e outros são específicos por área de atuação”, explica a Tenente Paola.

A primeira fase de preparo é descentralizada. As militares recebem informações sobre a Missão e as peculiaridades do Haiti, além de instruções de tiro, saúde e direitos humanos. Depois, elas realizam atividades específicas, como o Estágio de Comunicação Social, Estágio de Preparação para o Estado-Maior e os Cursos para Intérpretes.

“Além de promover a reciclagem dos militares, esses estágios os colocam em contato com a experiência de quem já esteve em missões anteriores”, diz a Ten Paola. “Por fim, é feito o preparo centralizado: durante um mês, os militares participam de treinamentos que simulam situações reais, realizam tarefas e são submetidos às pressões que encontrarão no Haiti.”

O 22º Contingente do Brasil da Missão Humanitária deve permanecer no Haiti por seis meses, mas sua permanência poderá ser estendida pela ONU.
É bom saber que o Brasil e sem dúvida um país respeitado e admirado por onde passa, porém, a maioria dos politícos envergonham o nosso Brasil com tanta corrupção, temos que dá um basta a esses corruptores que tanto envergonham a nossa nação. E elas não precisaram tirar as roupas e fazer escândalos em público como as feministas do "femen", pra provar a força da mulher. Parabéns.! No Brasil existem milhares de mulheres de valor nas polícias Federal, Militar Civil, que mostram sua força MOSTRANDO SERVIÇO e COMPETÊNCIA, e não mostrando os peitos por ai. TEMOS QUE PRIMEIRO CUIDAR DA NOSSA CASA........ Parabéns as Tenentes que estão representando tão bem o nosso querido Brasil. Aproveitem para visitar o meu site www.clubedoscompositores.com.br para imprimir a poesia AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER para dar de presente as amigas. Antes das poesias tem musicas com letras de minha autoria. Creio que vão gostar das musicas e rir bastante com as poesias humorísticas. Sou reservista. tenho 78 anos. É linda as nossas Forças Armadas e o nosso hino Nacional sem duvida é o mais lindo do mundo. Ficam com Deus. Este Exército honroso que tanto honra sua farda e seu povo jamais deverá oprimir seu próprio povo. SELVA! Esta missão de "pacificar" o Haiti, parece-me uma encenação internacional para ocultar problemas muito mais relevantes como a escalada dos Vermelhos Bolivarianos (Venezuela, Bolívia, Paraguai) que exportam a olhos vistos o narco-tráfico de drogas e armamentos pesados para o Brasil com escalada para o resto do mundo. O que o Haiti necessita com urgência é um programa social e alimentar, afinal é vizinho dos EUA e Cuba.Não seria mais indicado o Exército da Salvação para tais missões turísticas ?
As mulheres vão sempre se destacar em qualquer ambiente, é muito importante levá-las em consideração e a história tem dito isso tantas vezes ... vamos dar-lhes um voto de confiança .... NOSSA MULHERES BRASILEIRA SÃO CAPAZES DE MUITAS COISA, ATÉ O IMPOSSÍVEL POR SEREM CAPACITADAS PARA QUALQUER TAREFAS, ALÉM DISSO A BRASILEIRA.(O) É NAÇÃO INTELIGENTE. PARABÉNS FICO FELIZ.
Share