Técnicos em desativação de artefatos explosivos (EOD) da Marinha dos EUA capacitaram o pessoal de EOD designado para a Polícia Nacional do Panamá (PNP) e o Serviço Nacional Aeronaval (SENAN), durante a Fase I do PANAMAX Alpha 25, de 6 de julho a 9 de agosto.
“Como técnicos de EOD, somos facilitadores essenciais da liberdade de movimento em todos os domínios. Seja em terra, no mar, em áreas permissivas ou não, EOD abre caminho”, disse o Capitão-Tenente Daniel Long, da Marinha dos EUA, designado à Unidade Móvel de Desativação de Artefatos Explosivos 2 (EODMU-2). “Durante o PANAMAX, nosso pelotão conduziu um treinamento conjunto de busca e demolição subaquática com seus homólogos panamenhos de EOD, fortalecendo a interoperabilidade e as capacidades dos parceiros. Esse envolvimento aprimorou a capacidade dos parceiros e reforçou nosso compromisso comum de garantir a segurança do Canal do Panamá.”
Para a Fase I do PANAMAX Alpha 25, o SOUTHCOM liderou o planejamento prévio e coordenou a logística, e a EODMU-2 liderou o planejamento e a execução, compartilhando seus amplos conhecimentos e capacidades de resposta a minas lapa com a PNP e o SENAN.
“O PANAMAX é uma oportunidade para treinar técnicos de EOD do Panamá em todos os aspectos, ampliando seus conhecimentos e eficácia. Enquanto estivemos aqui, realizamos treinamentos que incluíram operações de demonstração ao vivo, dispositivos explosivos improvisados e de superfície, busca de lapa, resposta à localização de minas e treinamento em CBRN [Químico, Biológico, Radiológico e Nuclear], em conjunto com a agência de redução de ameaças de defesa”, declarou o Primeiro-Sargento Joel Franczak, da Marinha dos EUA, designado para a EODMU-2. “Nosso objetivo aqui é fornecer táticas e procedimentos que possam aprimorar sua força na ampla gama de tarefas que eles podem encontrar.”
Exercícios multinacionais, como o PANAMAX, são uma representação tangível da agilidade e cooperação possibilitadas pela parceria no ambiente de segurança dinâmico do Canal do Panamá.
A EOD da Marinha dos EUA é a única comunidade com capacidades subaquáticas como competência central, e suas capacidades apoiam diretamente a dissuasão da agressão e promovem a liberdade de navegação e a estabilidade.