Força-Tarefa Marítima, Aérea e Terrestre para Fins Especiais do SOUTHCOM realiza treinamento de cooperação em segurança na América Central

Special Purpose Marine Air-Ground Task Force-SOUTHCOM Conduct Security Cooperation Training across Central America

Por U.S. Marine Corps Forces, South Corporal Melanie A Kilcline
agosto 16, 2017

Os Fuzileiros Navais dos EUA que se encontram no Elemento de Combate Terrestre (GCE, por sua sigla em inglês), Força-Tarefa Marítima, Aérea e Terrestre para Fins Especiais do Comando Sul (SPMAGTF-SC, por sua sigla em inglês) estão realizando treinamento com militares das nações anfitriãs enquanto estão destacados na América Central, de junho a novembro de 2017. Trabalhando em destacamentos que variam de cinco a 12 fuzileiros em Honduras, Guatemala, El Salvador e Belize, a finalidade do GCE é a de realizar treinamento específico com as forças das nações parceiras. “Estamos ensinando três blocos de capacitações de infantaria: cursos básico, intermediário e avançado”, disse o Capitão-Tenente dos Fuzileiros Navais dos EUA Andrew J. Beck, oficial encarregado do Destacamento de Belize, GCE, SPMAGTF-SC. “O primeiro bloco está estruturado para soldados e fuzileiros navais alistados; o segundo bloco está estruturado para suboficiais e oficiais subalternos; e o terceiro bloco, para suboficiais seniores e oficiais.” A finalidade do treinamento de cooperação em segurança é a de estabelecer uma parceria mais forte com os militares das nações anfitriãs e aumentar a proficiência e profissionalismo de suas forças, para que possam continuar a melhorar a segurança de suas nações. “Nosso foco principal está no curso básico de capacitações de infantaria”, disse o Segundo-Sargento dos Fuzileiros Navais dos EUA Bryan J. Ashton, suboficial encarregado do Destacamento de Belize, GCE, SPMAGTF-SC. “Ensinamos coisas como patrulhamento, tiro básico, navegação terrestre e alguns elementos de artes marciais mistas.” As forças militares das nações anfitriãs também solicitam que os fuzileiros ensinem táticas e cursos específicos, o que influencia a forma com que cada destacamento efetivamente estrutura cada curso. “Aqui em Honduras, eles querem mais Operações Militares em Terreno Urbano, ou MOUT (por sua sigla em inglês), e treinamento de tiro de curta distância”, disse o Terceiro-Sargento do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA Travis R. DiPiazza, treinador de infantaria do Destacamento de Honduras, GCE, SPMAGTF-SC. “Já que é nisso que eles querem se concentrar para fins de segurança, estamos tentando dar a eles uma postura melhor de segurança como um todo.” Além dos fuzileiros navais, cada equipe tem um suboficial independente da Marinha dos EUA designado para ela, que também é um instrutor certificado de salvamento de vida em combate. “Trabalhando com os militares locais, temos feito treinamento com armas, treinamento de artes marciais mistas e algumas aulas básicas de primeiros socorros”, disse o Segundo-Sargento da Marinha dos EUA James Robertson, suboficial médico junto ao Destacamento de Honduras, GCE, SPMAGTF-SC. “Interagir com os membros militares da nações anfitriãs e aprender sua cultura, bem como ver como seus militares operam como um todo em comparação com os nossos, tem sido uma experiência incrível para nossos suboficiais da Marinha e fuzileiros navais.” Não só esse treinamento beneficia os militares das nações anfitriãs para torná-los mais avançados e proficientes, mas também força os fuzileiros a improvisarem, a se adaptarem e a superarem desafios que nunca enfrentaram antes em treinamento, como as barreiras de idioma. A maioria dos militares na América Central fala espanhol e sabe muito pouco inglês. “O idioma é uma enorme barreira que enfrentamos aqui em Honduras”, disse o Terceiro-Sargento dos Fuzileiros Navais dos EUA David Gaudette, suboficial sênior encarregado do Destacamento de Honduras, GCE, SPMAGTF-SC. “A maioria dos fuzileiros navais de Honduras não fala inglês, mas fizemos um treinamento extenso de idioma com um de nossos fuzileiros que é falante fluente de espanhol.” Independentemente dos desafios que possam enfrentar, os fuzileiros navais estão ansiosos para trabalhar lado a lado com seus homólogos das nações anfitriãs para superar tais desafios. “A barreira do idioma é uma batalha constante”, disse o 1º Tenente do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA Benjamin T. Um, oficial encarregado do Destacamento de Honduras, GCE, SPMAGTF-SC. “Mas os meus fuzileiros vêm mostrando enormes avanços em suas habilidades linguísticas desde que chegaram em Honduras. Os fuzileiros estão aqui para treinar e eles mostram sua disposição e capacidade para treinar arduamente todos os dias. Tenho muito orgulho deles.”
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