Unidades das forças especiais salvadorenhas fecham o cerco contra gangues em 50 cidades

Salvadoran Special Forces Units Crack Down on Gangs in 50 Cities

Por Dialogo
maio 15, 2015




As Forças Armadas de El Salvador (FAES) mobilizaram três batalhões das Forças Especiais de Reação (FER) formados por mais de 600 militares para lutar contra as gangues criminosas em 50 cidades.

Desde 18 de abril, essas tropas altamente especializadas operam discretamente em conjunto com a Polícia Nacional Civil (PNC) para melhorar a segurança da população civil.

“Esses batalhões têm maior experiência militar e apoiarão as operações de manutenção da segurança pública nos municípios onde é necessário atuar com mais força contra a criminalidade que atinge o país”, diz o Ministro da Defesa, General de Brigada David Munguía Payés.

Em um desses municípios, Zacatecoluca, as gangues MS-13 (Mara Salvatrucha) e Barrio 18 (M-18) empreendem batalhas sangrentas pelo controle de território. Ali, os batalhões repeliram em 19 de abril um ataque armado lançado por 30 membros da Barrio 18. Nove deles morreram na ação. Com os criminosos mortos, foram encontrados dois fuzis M-16 rifles, duas pistolas 9 mm, uma escopeta e uma grande quantidade de munição.

A FAES se comprometeram a levar paz às regiões onde as gangues espalham violência, diz um membro do batalhão que prefere se identificar apenas como Primeiro-Tenente “Halcón” por motivos de segurança.

“Nossa missão é fazer rastreamentos minuciosos em municípios onde as gangues aterrorizam a população. Não lhes daremos espaço para que continuem assassinando pessoas, por isso estamos atentos aos seus movimentos.”

Células de treinamento são desarticuladas


O Ministério da Defesa e os grupos de inteligência da FAES também rastreiam as atividades de membros de gangues armadas que treinam em zonas rurais em diversos estados, como La Paz, San Vicente e San Salvador.

“Os lideres desses grupos já foram capturados, e por isso esperamos que seu nível de atividade seja menor. Continuamos seguindo os passos do restante da gangue porque há muito movimento nas zonas rurais. Nossa missão será sempre proteger a população civil”, diz o ministro Munguía Payés.

As tropas da FAES já haviam desarticulado células de gangues que faziam treinamento de tiro. No início de abril, por exemplo, a Força-Tarefa MARTE localizou um grupo de integrantes da MS-13 que efetuava disparos em um campo de tiro improvisado. Quando perceberam a presença dos militares, os membros da gangue abriram fogo contra a patrulha. Os soldados revidaram, ferindo dois criminosos e prendendo outros dois, cuja submetralhadora Uzi foi apreendida.

Militares não se intimidarão


As gangues também atacaram bases militares após o incidente em Zacatecoluca. Mas o presidente Salvador Sánchez Cerén disse que os ataques não diminuirão os esforços dos militares em apoio à segurança pública.

“As sentidas baixas que as Forças Armadas sofreram no cumprimento de seu dever não nos intimidarão, nem reduzirão nossos esforços na luta contra o crime. Nossas Forças Armadas estão fazendo uma contribuição importante para garantir à nossa população esse ambiente indispensável a uma vida segura”, disse o Comandante em Chefe.

A presença dos militares nas zonas de maior conflito deixou os moradores mais confiantes.

“As Forças Armadas têm a capacidade instalada, o armamento e o conhecimento para debilitar esses grupos. As gangues têm medo delas”, diz Armando Sigüenza, de 49 anos, engenheiro civil que vive em San Salvador.

Uma batalha sem descanso


Líderes militares sabem que precisam continuar atentos na luta contra as gangues violentas. O General da reserva Mauricio Ernesto Vargas, analista de segurança e defesa, diz que as FAES estão confrontando as gangues diretamente e não pouparão esforços para melhorar a segurança pública.

“Não estamos enfrentando o crime desorganizado, não estamos lidando com atividades criminosas dispersas; é tudo uma estrutura que atua dentro do território nacional. E, frente a essa emergência de insegurança, não temos alternativa a não ser agir de forma contundente contra as gangues.”







As Forças Armadas de El Salvador (FAES) mobilizaram três batalhões das Forças Especiais de Reação (FER) formados por mais de 600 militares para lutar contra as gangues criminosas em 50 cidades.

Desde 18 de abril, essas tropas altamente especializadas operam discretamente em conjunto com a Polícia Nacional Civil (PNC) para melhorar a segurança da população civil.

“Esses batalhões têm maior experiência militar e apoiarão as operações de manutenção da segurança pública nos municípios onde é necessário atuar com mais força contra a criminalidade que atinge o país”, diz o Ministro da Defesa, General de Brigada David Munguía Payés.

Em um desses municípios, Zacatecoluca, as gangues MS-13 (Mara Salvatrucha) e Barrio 18 (M-18) empreendem batalhas sangrentas pelo controle de território. Ali, os batalhões repeliram em 19 de abril um ataque armado lançado por 30 membros da Barrio 18. Nove deles morreram na ação. Com os criminosos mortos, foram encontrados dois fuzis M-16 rifles, duas pistolas 9 mm, uma escopeta e uma grande quantidade de munição.

A FAES se comprometeram a levar paz às regiões onde as gangues espalham violência, diz um membro do batalhão que prefere se identificar apenas como Primeiro-Tenente “Halcón” por motivos de segurança.

“Nossa missão é fazer rastreamentos minuciosos em municípios onde as gangues aterrorizam a população. Não lhes daremos espaço para que continuem assassinando pessoas, por isso estamos atentos aos seus movimentos.”

Células de treinamento são desarticuladas


O Ministério da Defesa e os grupos de inteligência da FAES também rastreiam as atividades de membros de gangues armadas que treinam em zonas rurais em diversos estados, como La Paz, San Vicente e San Salvador.

“Os lideres desses grupos já foram capturados, e por isso esperamos que seu nível de atividade seja menor. Continuamos seguindo os passos do restante da gangue porque há muito movimento nas zonas rurais. Nossa missão será sempre proteger a população civil”, diz o ministro Munguía Payés.

As tropas da FAES já haviam desarticulado células de gangues que faziam treinamento de tiro. No início de abril, por exemplo, a Força-Tarefa MARTE localizou um grupo de integrantes da MS-13 que efetuava disparos em um campo de tiro improvisado. Quando perceberam a presença dos militares, os membros da gangue abriram fogo contra a patrulha. Os soldados revidaram, ferindo dois criminosos e prendendo outros dois, cuja submetralhadora Uzi foi apreendida.

Militares não se intimidarão


As gangues também atacaram bases militares após o incidente em Zacatecoluca. Mas o presidente Salvador Sánchez Cerén disse que os ataques não diminuirão os esforços dos militares em apoio à segurança pública.

“As sentidas baixas que as Forças Armadas sofreram no cumprimento de seu dever não nos intimidarão, nem reduzirão nossos esforços na luta contra o crime. Nossas Forças Armadas estão fazendo uma contribuição importante para garantir à nossa população esse ambiente indispensável a uma vida segura”, disse o Comandante em Chefe.

A presença dos militares nas zonas de maior conflito deixou os moradores mais confiantes.

“As Forças Armadas têm a capacidade instalada, o armamento e o conhecimento para debilitar esses grupos. As gangues têm medo delas”, diz Armando Sigüenza, de 49 anos, engenheiro civil que vive em San Salvador.

Uma batalha sem descanso


Líderes militares sabem que precisam continuar atentos na luta contra as gangues violentas. O General da reserva Mauricio Ernesto Vargas, analista de segurança e defesa, diz que as FAES estão confrontando as gangues diretamente e não pouparão esforços para melhorar a segurança pública.

“Não estamos enfrentando o crime desorganizado, não estamos lidando com atividades criminosas dispersas; é tudo uma estrutura que atua dentro do território nacional. E, frente a essa emergência de insegurança, não temos alternativa a não ser agir de forma contundente contra as gangues.”




Eles deveriam enviar esses elementos tanto para as áreas rurais como para as vizinhanças de Soyapango, especificamente nas colinas de San Bartolo ligadas nas colinas 3 e 4 e combater essa grande quantidade de bichos que intimidam a população. Urgente! Acho fantástico e está na hora também da população colaborar com essas instituições de ordem para erradicar de uma vez por todas esses bandos de criminosos importados. Finalmente uma força bruta para combater a violência que vivemos em El Salvador. Eles devem ser enviados para Cojute, lá você não pode andar em segurança, você tem de pedir permissão em cada quarteirão para entrar e, se você não se reportar à pessoa que está guarnecendo o posto, você não sai vivo de lá. Que inveja, aqui em Honduras eles usam a Polícia Militar para vigiar os shoppings em vez de dar segurança. Porque vocês, não tenta mudar a genética da semente da Coca
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