DIRANDRO desarticula esquema de lavagem de dinheiro no Peru

Por Dialogo
dezembro 18, 2014



A Direção Antidrogas da Polícia Nacional do Peru (DIRANDRO) prendeu 15 suspeitos e apreendeu bens no valor de mais de US$ 11 milhões em 11 de dezembro, desarticulando uma organização criminosa acusada de lavar dinheiro para narcotraficantes, de acordo com o ministro do Interior, Daniel Urresti.

Autoridades policiais confiscaram vários veículos e 16 propriedades de uma organização que usou empresas de fachada e laranjas para lavar dinheiro e realizar compras ilegais de propriedades, de acordo com o general Vicente Romero Fernández, chefe da DIRANDRO.

A organização criminosa era supostamente liderada por Feliciano Contreras Pino, conhecido como “Brujo”. Oficiais de polícia prenderam Brujo em 2012, e um juiz peruano o condenou a 25 anos de prisão por narcotráfico. Autoridades policiais suspeitam que ele continue exercendo um papel no grupo, que opera no Peru e na Bolívia. Quatro de seus irmãos são acusados, na Bolívia, de suposta participação na atividade criminosa.

O Peru é o maior produtor de cocaína do mundo, e a vizinha Bolívia serve como um ponto-chave de transbordo de drogas que são traficadas para as Américas, a Europa e a Ásia.

Peru e Bolívia firmaram recentemente um acordo de cooperação para o combate ao narcotráfico e outras atividades criminosas ao longo de sua fronteira, com início em 2015. Para detectar embarcações suspeitas no lago Titicaca, que ambos compartilham, as forças navais dos dois países usarão um sistema de satélite sofisticado que funciona 24 horas por dia. As interdições serão coordenadas por forças de segurança dos dois países.

A organização de Brujo pode ter vínculos com o Primeiro Grupo Catarinense (PGC), uma facção criminosa que opera no Brasil e que poderia ser responsável por mais de 60% de toda a cocaína traficada a partir do Peru. É o maior cliente de várias operações envolvendo cocaína no Vale dos Rios Apurimac, Ene e Mantaro (VRAEM), no Peru, onde grupos de narcotraficantes processam cerca de 200 toneladas da droga por ano. O PGC envia cocaína ao Peru usando pequenas aeronaves que têm acesso a cerca de 52 pistas clandestinas no VRAEM e nas regiões vizinhas. Eles também utilizam rotas terrestres e fluviais ao longo da fronteira entre a Colômbia e o Brasil, de acordo com a DIRANDRO.

Costa Rica apreende volume recorde de cocaína em 2014


A Costa Rica encerrará 2014 com uma apreensão recorde de mais de 26 toneladas de cocaína durante o ano, o que ultrapassa a marca de 21,8 toneladas do ano passado, disse o ministro da Segurança, Celso Gamboa, em 16 de dezembro.

Policiais da Costa Roca confiscaram US$ 13 milhões de narcotraficantes e desarticularam 124 organizações criminosas nacionais e internacionais no ano passado. Ao todo, o número de costa-riquenhos envolvidos em narcotráfico parece estar caindo, de acordo com Gamboa. Também é provável que o número total de homicídios seja menor que em 2013.


A Direção Antidrogas da Polícia Nacional do Peru (DIRANDRO) prendeu 15 suspeitos e apreendeu bens no valor de mais de US$ 11 milhões em 11 de dezembro, desarticulando uma organização criminosa acusada de lavar dinheiro para narcotraficantes, de acordo com o ministro do Interior, Daniel Urresti.

Autoridades policiais confiscaram vários veículos e 16 propriedades de uma organização que usou empresas de fachada e laranjas para lavar dinheiro e realizar compras ilegais de propriedades, de acordo com o general Vicente Romero Fernández, chefe da DIRANDRO.

A organização criminosa era supostamente liderada por Feliciano Contreras Pino, conhecido como “Brujo”. Oficiais de polícia prenderam Brujo em 2012, e um juiz peruano o condenou a 25 anos de prisão por narcotráfico. Autoridades policiais suspeitam que ele continue exercendo um papel no grupo, que opera no Peru e na Bolívia. Quatro de seus irmãos são acusados, na Bolívia, de suposta participação na atividade criminosa.

O Peru é o maior produtor de cocaína do mundo, e a vizinha Bolívia serve como um ponto-chave de transbordo de drogas que são traficadas para as Américas, a Europa e a Ásia.

Peru e Bolívia firmaram recentemente um acordo de cooperação para o combate ao narcotráfico e outras atividades criminosas ao longo de sua fronteira, com início em 2015. Para detectar embarcações suspeitas no lago Titicaca, que ambos compartilham, as forças navais dos dois países usarão um sistema de satélite sofisticado que funciona 24 horas por dia. As interdições serão coordenadas por forças de segurança dos dois países.

A organização de Brujo pode ter vínculos com o Primeiro Grupo Catarinense (PGC), uma facção criminosa que opera no Brasil e que poderia ser responsável por mais de 60% de toda a cocaína traficada a partir do Peru. É o maior cliente de várias operações envolvendo cocaína no Vale dos Rios Apurimac, Ene e Mantaro (VRAEM), no Peru, onde grupos de narcotraficantes processam cerca de 200 toneladas da droga por ano. O PGC envia cocaína ao Peru usando pequenas aeronaves que têm acesso a cerca de 52 pistas clandestinas no VRAEM e nas regiões vizinhas. Eles também utilizam rotas terrestres e fluviais ao longo da fronteira entre a Colômbia e o Brasil, de acordo com a DIRANDRO.

Costa Rica apreende volume recorde de cocaína em 2014


A Costa Rica encerrará 2014 com uma apreensão recorde de mais de 26 toneladas de cocaína durante o ano, o que ultrapassa a marca de 21,8 toneladas do ano passado, disse o ministro da Segurança, Celso Gamboa, em 16 de dezembro.

Policiais da Costa Roca confiscaram US$ 13 milhões de narcotraficantes e desarticularam 124 organizações criminosas nacionais e internacionais no ano passado. Ao todo, o número de costa-riquenhos envolvidos em narcotráfico parece estar caindo, de acordo com Gamboa. Também é provável que o número total de homicídios seja menor que em 2013.
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