Marinhas do Peru e Bolívia vão compartilhar inteligência

Por Dialogo
novembro 25, 2014



Peru e Bolívia assinaram um acordo conjunto para reforçar sua luta contra as drogas, permitindo que suas unidades navais compartilhem informações de satélite para monitorar o espaço aéreo sobre o Lago Titicaca.

O vice-ministro da Defesa Social da Bolívia, Felipe Cáceres, anunciou o acordo em 18 de novembro. Os países vizinhos também trabalharão em cooperação para coordenar apreensões de drogas a bordo de barcos no maior lago da América do Sul que faz fronteira com os dois países

“Atualmente, existem pontos de contato totalmente operacionais para o intercâmbio de informações de inteligência”, disse Cáceres aos repórteres em uma entrevista coletiva. “Eles irão complementar nossos agentes de ligação e vamos ter polícia antidrogas tanto no lado peruano, como no lado boliviano.”

O acordo prevê também que os países trabalhem em conjunto em 2015 para erradicar as plantações de coca – o principal ingrediente usado para fazer cocaína – ao longo da fronteira e na região do Vale dos Rios Apurimac, Ene e Mantaro (VRAEM), que é aprincipal região de cultivo de coca do mundo. Cerca de metade das 450 toneladas de cocaína produzida no Peru anualmente é levada para a Bolívia de avião, antes de ser encaminhada para a América Central, América do Norte, Brasil, México, Europa e Ásia.

Polícia colombiana desarticula gangue suspeita de usar "mulas" do narcotráfico


Recentemente, a Polícia Nacional da Colômbia capturou 11 supostos membros de gangues suspeitos de usar pessoas conhecidas como “mulas” para contrabandear drogas para a Ásia.

Autoridades policiais colombianas acusaram quatro dos suspeitos de assassinato por envolvimento na morte por overdose de uma mulher identificada pelo promotores como “Leticia”. As autoridades policiais não divulgaram detalhes sobre a overdose. Mulas do tráfico geralmente ingerem drogas embrulhadas em plástico para contrabandeá-las para outros países e algumas delas morrem quando um pacote se rompe.

O Ministério Público anunciou a morte da "mula" do tráfico e as acusações de homicídio contra os quatro suspeitos em um comunicado à imprensa em 19 de novembro.

A polícia colombiana capturou 11 dos supostos membros da gangue em 18 de novembro como parte da Operação Sol Nascente, prendendo os líderes em Cali e o restante em locais não revelados. Eles foram acusados de tráfico, fabricação e posse de narcóticos. A polícia também apreendeu 500 cápsulas de entorpecentes, além de uma máquina de fazer pílulas.

Os membros de gangues teriam treinado as "mulas" do tráfico para ingerir narcóticos ou amarrá-los ao corpo para que conseguissem viajar a bordo de voos para Hong Kong, China, Singapura e Tailândia.

Narcotraficantes mexicanos tentam expandir
comércio de metanfetamina


A maior apreensão de metanfetamina na história da Espanha indica que narcotraficantes mexicanos estão expandindo o comércio do entorpecente para além das Américas, disse Antoni Rodríguez, porta-voz da Divisão de Investigação Criminal da Mossos d'Esquadra, em 19 de novembro.

Agentes da Mossos d'Esquadra confiscaram 131 kg de metanfetamina no Porto de Barcelona, encontrados em um carregamento de 18 mil latas de abacaxi procedentes de Jalisco, no México. O carregamento de abacaxi era destinado para a Austrália. A metanfetamina, que poderia ser dividida em mais de 600.000 tabletes, tinha um valor de mercado de cerca de US$ 37 milhões (R$ 93,9 milhões).

Os agentes prenderam dois suspeitos de Jalisco, México. Investigadores da polícia rastrearam o carregamento depois que um empresário local abriu quatro latas de abacaxi que ele estava pensando em comprar. Quando ele descobriu a metanfetamina escondida, o empresário notificou a polícia que iniciou uma investigação.

Cartéis de drogas mexicanos estão visando a Austrália porque um quilo de de metanfetamina é vendido lá por US$ 215.121 (R$ 546;407). Isso é quase o dobro do valor que a droga é vendida nos EUA e cerca de 20 vezes do valor que é vendida no México, de acordo com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

A Mossos d'Esquadra não revelou qual cartel de drogas é suspeito de ter feito o embarque. O Cartel de Sinaloa é conhecido por transportar drogas para a Europa e Austrália.

Suposto narcotraficante israelense é preso no Paraguai


A Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (SENAD) capturou o suposto narcotraficante israelense, Yaron Eli, em 20 de novembro.

Eli é acusado de fazer parte de uma organização internacional de tráfico de drogas que contrabandeou narcóticos para o Paraguai, Brasil e Israel. Ele era procurado por um mandado de prisão após a SENAD, a Polícia Nacional do Paraguai e agentes de segurança de Israel desarticularam a rede de drogas com quem Eli teria trabalhado em abril. Essa iniciativa, “Operação Nilo”, ocorreu nas cidades de Assunção, Lambaré, Ciudad del Este e Areguá.

Os órgãos de segurança capturaram Eli em Nemby. Eles também prenderam cinco supostos membros de gangues e apreenderam 26 kg de cocaína, de acordo com a SENAD.

Em maio, forças de segurança capturaram Juan Carlos Da Rosa, suposto líder da quadrilha, em Santa Cruz, na Bolívia.


Peru e Bolívia assinaram um acordo conjunto para reforçar sua luta contra as drogas, permitindo que suas unidades navais compartilhem informações de satélite para monitorar o espaço aéreo sobre o Lago Titicaca.

O vice-ministro da Defesa Social da Bolívia, Felipe Cáceres, anunciou o acordo em 18 de novembro. Os países vizinhos também trabalharão em cooperação para coordenar apreensões de drogas a bordo de barcos no maior lago da América do Sul que faz fronteira com os dois países

“Atualmente, existem pontos de contato totalmente operacionais para o intercâmbio de informações de inteligência”, disse Cáceres aos repórteres em uma entrevista coletiva. “Eles irão complementar nossos agentes de ligação e vamos ter polícia antidrogas tanto no lado peruano, como no lado boliviano.”

O acordo prevê também que os países trabalhem em conjunto em 2015 para erradicar as plantações de coca – o principal ingrediente usado para fazer cocaína – ao longo da fronteira e na região do Vale dos Rios Apurimac, Ene e Mantaro (VRAEM), que é aprincipal região de cultivo de coca do mundo. Cerca de metade das 450 toneladas de cocaína produzida no Peru anualmente é levada para a Bolívia de avião, antes de ser encaminhada para a América Central, América do Norte, Brasil, México, Europa e Ásia.

Polícia colombiana desarticula gangue suspeita de usar "mulas" do narcotráfico


Recentemente, a Polícia Nacional da Colômbia capturou 11 supostos membros de gangues suspeitos de usar pessoas conhecidas como “mulas” para contrabandear drogas para a Ásia.

Autoridades policiais colombianas acusaram quatro dos suspeitos de assassinato por envolvimento na morte por overdose de uma mulher identificada pelo promotores como “Leticia”. As autoridades policiais não divulgaram detalhes sobre a overdose. Mulas do tráfico geralmente ingerem drogas embrulhadas em plástico para contrabandeá-las para outros países e algumas delas morrem quando um pacote se rompe.

O Ministério Público anunciou a morte da "mula" do tráfico e as acusações de homicídio contra os quatro suspeitos em um comunicado à imprensa em 19 de novembro.

A polícia colombiana capturou 11 dos supostos membros da gangue em 18 de novembro como parte da Operação Sol Nascente, prendendo os líderes em Cali e o restante em locais não revelados. Eles foram acusados de tráfico, fabricação e posse de narcóticos. A polícia também apreendeu 500 cápsulas de entorpecentes, além de uma máquina de fazer pílulas.

Os membros de gangues teriam treinado as "mulas" do tráfico para ingerir narcóticos ou amarrá-los ao corpo para que conseguissem viajar a bordo de voos para Hong Kong, China, Singapura e Tailândia.

Narcotraficantes mexicanos tentam expandir
comércio de metanfetamina


A maior apreensão de metanfetamina na história da Espanha indica que narcotraficantes mexicanos estão expandindo o comércio do entorpecente para além das Américas, disse Antoni Rodríguez, porta-voz da Divisão de Investigação Criminal da Mossos d'Esquadra, em 19 de novembro.

Agentes da Mossos d'Esquadra confiscaram 131 kg de metanfetamina no Porto de Barcelona, encontrados em um carregamento de 18 mil latas de abacaxi procedentes de Jalisco, no México. O carregamento de abacaxi era destinado para a Austrália. A metanfetamina, que poderia ser dividida em mais de 600.000 tabletes, tinha um valor de mercado de cerca de US$ 37 milhões (R$ 93,9 milhões).

Os agentes prenderam dois suspeitos de Jalisco, México. Investigadores da polícia rastrearam o carregamento depois que um empresário local abriu quatro latas de abacaxi que ele estava pensando em comprar. Quando ele descobriu a metanfetamina escondida, o empresário notificou a polícia que iniciou uma investigação.

Cartéis de drogas mexicanos estão visando a Austrália porque um quilo de de metanfetamina é vendido lá por US$ 215.121 (R$ 546;407). Isso é quase o dobro do valor que a droga é vendida nos EUA e cerca de 20 vezes do valor que é vendida no México, de acordo com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

A Mossos d'Esquadra não revelou qual cartel de drogas é suspeito de ter feito o embarque. O Cartel de Sinaloa é conhecido por transportar drogas para a Europa e Austrália.

Suposto narcotraficante israelense é preso no Paraguai


A Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (SENAD) capturou o suposto narcotraficante israelense, Yaron Eli, em 20 de novembro.

Eli é acusado de fazer parte de uma organização internacional de tráfico de drogas que contrabandeou narcóticos para o Paraguai, Brasil e Israel. Ele era procurado por um mandado de prisão após a SENAD, a Polícia Nacional do Paraguai e agentes de segurança de Israel desarticularam a rede de drogas com quem Eli teria trabalhado em abril. Essa iniciativa, “Operação Nilo”, ocorreu nas cidades de Assunção, Lambaré, Ciudad del Este e Areguá.

Os órgãos de segurança capturaram Eli em Nemby. Eles também prenderam cinco supostos membros de gangues e apreenderam 26 kg de cocaína, de acordo com a SENAD.

Em maio, forças de segurança capturaram Juan Carlos Da Rosa, suposto líder da quadrilha, em Santa Cruz, na Bolívia.
EU ACHO QUE É MUITO POSITIVO. DEVERIA HAVER MAIS INTEGRAÇÃO ENTRE TODAS AS FORÇAS RESPONSÁVEIS POR REPRIMIR O COMÉRCIO E O CONSUMO DE DROGAS.
Clodomiro Bravo Michell, advogado, Santiago-Chile.
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