Debate Paralelo sobre Guerra Eletrônica na LAAD

Por Dialogo
abril 22, 2015



Ao mesmo tempo em que as oficinas do PNC4S ocorriam no SOUTHCOM, militares e civis dos setores de defesa e segurança assistiam a um seminário sobre guerra eletrônica (GE) durante a 10ª Exposição de Segurança e Defesa da LAAD no Rio de Janeiro.

O objetivo do evento, realizado em 12 de abril no Riocentro, foi mostrar as capacidades dos países latino-americanos nessa área, além de introduzir as nova tecnologias do setor.

O Capitão Leonardo da Silva Mello, diretor do Centro de Guerra Eletrônica da Marinha do Brasil, citou projetos de desenvolvimento da força, como o programa Brigada Anfíbia, concebido em um processo de 12 fases para renovar o sistema de GE da Marinha.

A Força Aérea do Brasil (FAB) já havia apresentado os detalhes do "Projeto FX-2", no qual espera adquirir 36 aeronaves para modernizar e atualizar sua frota. O Major-General José Augusto Crepaldi Affonso, presidente do Comitê de Organização do Programa de Aeronaves de Combate, discutiu detalhes do tema.

O Tenente-Coronel Luciano Barbosa Magalhães, chefe do setor de GE do Comando de Operações Gerais Aéreas, falou sobre a evolução da GE na FAB.

"Até praticamente o final dos anos 90, não tínhamos este tipo de equipamento", afirmou. "A guerra eletrônica surgiu para nós durante o período de uma semana em Salvador, Bahia, em 1986, através de profissionais autônomos."

O Tenente-Coronel Magalhães disse que o Sistema Aéreo de GE atua para promover pesquisa, juntamente com aquisição, vida de serviço, recursos humanos, doutrina, cooperação e análise.

Outros participantes eram representantes da Associação das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança do Brasil e do Instituto de Tecnologia Aeronáutica.


Ao mesmo tempo em que as oficinas do PNC4S ocorriam no SOUTHCOM, militares e civis dos setores de defesa e segurança assistiam a um seminário sobre guerra eletrônica (GE) durante a 10ª Exposição de Segurança e Defesa da LAAD no Rio de Janeiro.

O objetivo do evento, realizado em 12 de abril no Riocentro, foi mostrar as capacidades dos países latino-americanos nessa área, além de introduzir as nova tecnologias do setor.

O Capitão Leonardo da Silva Mello, diretor do Centro de Guerra Eletrônica da Marinha do Brasil, citou projetos de desenvolvimento da força, como o programa Brigada Anfíbia, concebido em um processo de 12 fases para renovar o sistema de GE da Marinha.

A Força Aérea do Brasil (FAB) já havia apresentado os detalhes do "Projeto FX-2", no qual espera adquirir 36 aeronaves para modernizar e atualizar sua frota. O Major-General José Augusto Crepaldi Affonso, presidente do Comitê de Organização do Programa de Aeronaves de Combate, discutiu detalhes do tema.

O Tenente-Coronel Luciano Barbosa Magalhães, chefe do setor de GE do Comando de Operações Gerais Aéreas, falou sobre a evolução da GE na FAB.

"Até praticamente o final dos anos 90, não tínhamos este tipo de equipamento", afirmou. "A guerra eletrônica surgiu para nós durante o período de uma semana em Salvador, Bahia, em 1986, através de profissionais autônomos."

O Tenente-Coronel Magalhães disse que o Sistema Aéreo de GE atua para promover pesquisa, juntamente com aquisição, vida de serviço, recursos humanos, doutrina, cooperação e análise.

Outros participantes eram representantes da Associação das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança do Brasil e do Instituto de Tecnologia Aeronáutica.
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