Operação MARTILLO: EUA e Canadá cooperam para apreender cocaína

Por Dialogo
abril 14, 2015



O USS Kauffman atuou em coordenação com a Guarda Costeira dos EUA e a Marinha Canadense para confiscar 1.017 quilos de cocaína de um barco no oeste do Mar do Caribe em apoio à Operação MARTILLO.

Forças navais dos EUA e do Canadá capturaram oito tripulantes durante a apreensão da cocaína, com valor de mercado estimado em cerca de US$ 33,9 milhões. As forças navais realizaram a interdição em 28 de fevereiro, após tripulantes do Kauffman, que efetuava patrulhas em águas internacionais, detectarem o barco suspeito.

O Kauffman mobilizou seu Destacamento Policial da Guarda Costeira dos EUA para abordar a embarcação. Mas o mar estava revolto, dificultando a interdição. Os navios canadenses Goose Bay e Shawinigan chegaram para prestar apoio, e as forças navais encontraram a cocaína em um compartimento escondido.

As forças navais retiraram a droga e os tripulantes do barco. O Kauffman então o afundou perto da costa do Panamá, pois o barco não estava em condições de voltar à terra devido ao excesso de água a bordo.

Os EUA e o Canadá não revelaram as identidades dos suspeitos nem o grupo de narcotráfico ou crime organizado responsável pela cocaína.

O Kauffman, uma fragata de mísseis guiados classe Oliver Hazard Perry, está posicionada na área de operações da 4ª Frota em apoio à Operação MARTILLO, uma missão multinacional para conter as rotas de tráfico ilícito de drogas nas águas costeiras ao longo do istmo centro-americano.

A Operação MARTILLO conta com forças de 10 países das Américas – Belize, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Canadá e Estados Unidos –, além de França, Holanda, Espanha e Reino Unido.

Elas trabalham em conjunto para combater o narcotráfico internacional, aumentar a segurança regional e promover a paz, a estabilidade e a prosperidade ao longo do Caribe e das Américas Central e do Sul.

Exército, Marinha e Polícia Federal do México capturam suposto líder do Cartel de Sinaloa


O Exército, a Marinha e a Polícia Federal do México atuaram de forma coordenada para prender um suposto alto líder do Cartel de Sinaloa na cidade de Cancún. Forças de segurança o levaram sob custódia quando ele tentava trocar de veículo, aparentemente para fugir dos oficiais.

O suspeito, conhecido como "La Señora", "é acusado de traficar grandes quantidades de cocaína através da rota Colômbia-Honduras-Guatemala até o México, tendo como destino final os EUA", disse à imprensa o Comissário de Segurança Nacional, Monte Alejandro Rubido. "[Ele] utilizava uma ampla rede criminosa que lhe permitia gerir uma organização capaz de transportar muitas toneladas de droga por semana."

La Señora, que supostamente usava uma rede de empresas em apoio à operação de contrabando de drogas, também é procurado em Honduras, onde manteria estreitos laços com o grupo de crime organizado Los Valles.

Ele estava na lista dos criminosos mais procurados do Departamento do Tesouro dos EUA desde 2014 e era suspeito de ter estreitos vínculos com o Cartel de Sinaloa, incluindo com Joaquín “El Chapo” Guzmán. Fuzileiros navais mexicanos capturaram El Chapo em fevereiro de 2014.

O Cartel de Sinaloa é uma organização criminosa transnacional e também um dos grupos de narcotráfico mais poderosos do mundo.


O USS Kauffman atuou em coordenação com a Guarda Costeira dos EUA e a Marinha Canadense para confiscar 1.017 quilos de cocaína de um barco no oeste do Mar do Caribe em apoio à Operação MARTILLO.

Forças navais dos EUA e do Canadá capturaram oito tripulantes durante a apreensão da cocaína, com valor de mercado estimado em cerca de US$ 33,9 milhões. As forças navais realizaram a interdição em 28 de fevereiro, após tripulantes do Kauffman, que efetuava patrulhas em águas internacionais, detectarem o barco suspeito.

O Kauffman mobilizou seu Destacamento Policial da Guarda Costeira dos EUA para abordar a embarcação. Mas o mar estava revolto, dificultando a interdição. Os navios canadenses Goose Bay e Shawinigan chegaram para prestar apoio, e as forças navais encontraram a cocaína em um compartimento escondido.

As forças navais retiraram a droga e os tripulantes do barco. O Kauffman então o afundou perto da costa do Panamá, pois o barco não estava em condições de voltar à terra devido ao excesso de água a bordo.

Os EUA e o Canadá não revelaram as identidades dos suspeitos nem o grupo de narcotráfico ou crime organizado responsável pela cocaína.

O Kauffman, uma fragata de mísseis guiados classe Oliver Hazard Perry, está posicionada na área de operações da 4ª Frota em apoio à Operação MARTILLO, uma missão multinacional para conter as rotas de tráfico ilícito de drogas nas águas costeiras ao longo do istmo centro-americano.

A Operação MARTILLO conta com forças de 10 países das Américas – Belize, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Canadá e Estados Unidos –, além de França, Holanda, Espanha e Reino Unido.

Elas trabalham em conjunto para combater o narcotráfico internacional, aumentar a segurança regional e promover a paz, a estabilidade e a prosperidade ao longo do Caribe e das Américas Central e do Sul.

Exército, Marinha e Polícia Federal do México capturam suposto líder do Cartel de Sinaloa


O Exército, a Marinha e a Polícia Federal do México atuaram de forma coordenada para prender um suposto alto líder do Cartel de Sinaloa na cidade de Cancún. Forças de segurança o levaram sob custódia quando ele tentava trocar de veículo, aparentemente para fugir dos oficiais.

O suspeito, conhecido como "La Señora", "é acusado de traficar grandes quantidades de cocaína através da rota Colômbia-Honduras-Guatemala até o México, tendo como destino final os EUA", disse à imprensa o Comissário de Segurança Nacional, Monte Alejandro Rubido. "[Ele] utilizava uma ampla rede criminosa que lhe permitia gerir uma organização capaz de transportar muitas toneladas de droga por semana."

La Señora, que supostamente usava uma rede de empresas em apoio à operação de contrabando de drogas, também é procurado em Honduras, onde manteria estreitos laços com o grupo de crime organizado Los Valles.

Ele estava na lista dos criminosos mais procurados do Departamento do Tesouro dos EUA desde 2014 e era suspeito de ter estreitos vínculos com o Cartel de Sinaloa, incluindo com Joaquín “El Chapo” Guzmán. Fuzileiros navais mexicanos capturaram El Chapo em fevereiro de 2014.

O Cartel de Sinaloa é uma organização criminosa transnacional e também um dos grupos de narcotráfico mais poderosos do mundo.
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