Operação MARTILLO: Plataforma aérea sofisticada une-se aos esforços para interdição de drogas

Por Dialogo
janeiro 07, 2015



Os Estados Unidos designaram recentemente uma sofisticada aeronave de vigilância para apoiar a Operação MARTILLO, uma ação que sinaliza o forte compromisso do país em colaborar com seus países parceiros na luta contra o tráfico de drogas no istmo centro-americano.

Os sistemas a bordo da aeronave norte-americana podem monitorar um volume elevado de atividade marítima em uma grande área e, ao mesmo tempo, diferenciar operações legais e ilegais. As informações de inteligência coletadas por essa plataforma permitirão que os EUA e seus parceiros façam avanços significativos na detecção e apreensão de cargas de drogas ilegais nas águas costeiras do istmo centro-americano.

A Operação MARTILLO é um esforço conjunto para barrar o tráfico de drogas na costa caribenha da Guatemala e de Honduras, além das rotas de narcotráfico no Oceano Pacífico. A iniciativa, que foi lançada em 15 de janeiro de 2012, inclui todos os sete países centro-americanos e o Comando Sul dos EUA (U.S. SOUTHCOM). Colômbia, México, Canadá, Holanda, Reino Unido e França também são participantes ativos no esforço.

Sexta Divisão do Exército colombiano fez grandes avanços contra o narcotráfico em 2014


A Sexta Divisão do Exército Nacional colombiano confiscou mais de duas toneladas de narcóticos, destruiu 612 hectares de coca ilegal e desmantelou 65 laboratórios produtores de drogas em 2014, dando um duro golpe contra os negócios de tráfico de drogas do terrorista Bloco Sul das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

A Sexta Divisão, com a Marinha, a Força Aérea e a polícia antinarcóticos, também garantiu segurança a agricultores que tinham sido forçados pelas FARC – o maior grupo terrorista do país e uma das maiores organizações narcotraficantes – a plantar coca, o ingrediente principal utilizado na produção de cocaína, de acordo com o Exército.

A divisão também informou que prendeu 55 suspeitos de tráfico de drogas em 2014.

Apreensões recordes de metanfetamina na fronteira EUA-México


Um recorde de 6.682 kg de metanfetamina foi apreendido na fronteira EUA-México no ano fiscal de 2014, que terminou em 30 de setembro, de acordo com o Departamento de Aduanas e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP).

O número sugere que as organizações criminosas mexicanas transnacionais estão produzindo e traficando maiores quantidades s da droga. O CBP registrou um aumento de 300% em apreensões de metanfetamina em portos de entrada da Califórnia do ano fiscal de 2009 a 2014.

“Os cartéis mexicanos estão inundando o mercado norte-americano com a sua metanfetamina barata", disse Gary Hill, agente especial adjunto, responsável pela Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA) em San Diego.

A metanfetamina pode ser facilmente transportada, pois pode ser liquefeita, escondida em pequenos compartimentos ou colada ao corpo. A droga também proporciona uma alta margem de lucro aos narcotraficantes, pois, como os próprios cartéis estão produzindo metanfetamina, seus custos são menores.

Operação Lionfish II da Interpol apreende 27,5 toneladas de drogas


Agentes da Interpol apreenderam 27,5 toneladas de narcóticos avaliados em US$ 1,3 bilhão durante a Operação Lionfish II, uma iniciativa de duas semanas realizada em dezembro, com operações em 39 países e territórios na América Central e no Caribe.

Eles também prenderam 422 suspeitos, apreenderam uma embarcação semissubmersível e duas aeronaves pequenas utilizados pelos narcotraficantes, além de destruir 20 pistas de pouso clandestinas, desmantelar 50 laboratórios de drogas e confiscar cerca de 100 armas, 7,6 t de precursores químicos utilizados na fabricação de drogas sintéticas e US$ 2,2 milhões em dinheiro.

O objetivo da operação, que foi realizada entre 1º e 15 de dezembro, foi desarticular os principais grupos do crime organizado e de narcotráfico da região. As autoridades da Interpol não divulgaram os nomes dos suspeitos.

“Estes agentes operam muitas vezes em circunstâncias perigosas para enfrentar o impacto insidioso de grupos do crime organizado na América Latina, explorando corredores e rotas marítimas da América Central para realizar suas atividades ilícitas”, afirmou Glyn Lewis, diretor para crime especializado e análise da Interpol.


Os Estados Unidos designaram recentemente uma sofisticada aeronave de vigilância para apoiar a Operação MARTILLO, uma ação que sinaliza o forte compromisso do país em colaborar com seus países parceiros na luta contra o tráfico de drogas no istmo centro-americano.

Os sistemas a bordo da aeronave norte-americana podem monitorar um volume elevado de atividade marítima em uma grande área e, ao mesmo tempo, diferenciar operações legais e ilegais. As informações de inteligência coletadas por essa plataforma permitirão que os EUA e seus parceiros façam avanços significativos na detecção e apreensão de cargas de drogas ilegais nas águas costeiras do istmo centro-americano.

A Operação MARTILLO é um esforço conjunto para barrar o tráfico de drogas na costa caribenha da Guatemala e de Honduras, além das rotas de narcotráfico no Oceano Pacífico. A iniciativa, que foi lançada em 15 de janeiro de 2012, inclui todos os sete países centro-americanos e o Comando Sul dos EUA (U.S. SOUTHCOM). Colômbia, México, Canadá, Holanda, Reino Unido e França também são participantes ativos no esforço.

Sexta Divisão do Exército colombiano fez grandes avanços contra o narcotráfico em 2014


A Sexta Divisão do Exército Nacional colombiano confiscou mais de duas toneladas de narcóticos, destruiu 612 hectares de coca ilegal e desmantelou 65 laboratórios produtores de drogas em 2014, dando um duro golpe contra os negócios de tráfico de drogas do terrorista Bloco Sul das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

A Sexta Divisão, com a Marinha, a Força Aérea e a polícia antinarcóticos, também garantiu segurança a agricultores que tinham sido forçados pelas FARC – o maior grupo terrorista do país e uma das maiores organizações narcotraficantes – a plantar coca, o ingrediente principal utilizado na produção de cocaína, de acordo com o Exército.

A divisão também informou que prendeu 55 suspeitos de tráfico de drogas em 2014.

Apreensões recordes de metanfetamina na fronteira EUA-México


Um recorde de 6.682 kg de metanfetamina foi apreendido na fronteira EUA-México no ano fiscal de 2014, que terminou em 30 de setembro, de acordo com o Departamento de Aduanas e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP).

O número sugere que as organizações criminosas mexicanas transnacionais estão produzindo e traficando maiores quantidades s da droga. O CBP registrou um aumento de 300% em apreensões de metanfetamina em portos de entrada da Califórnia do ano fiscal de 2009 a 2014.

“Os cartéis mexicanos estão inundando o mercado norte-americano com a sua metanfetamina barata", disse Gary Hill, agente especial adjunto, responsável pela Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA) em San Diego.

A metanfetamina pode ser facilmente transportada, pois pode ser liquefeita, escondida em pequenos compartimentos ou colada ao corpo. A droga também proporciona uma alta margem de lucro aos narcotraficantes, pois, como os próprios cartéis estão produzindo metanfetamina, seus custos são menores.

Operação Lionfish II da Interpol apreende 27,5 toneladas de drogas


Agentes da Interpol apreenderam 27,5 toneladas de narcóticos avaliados em US$ 1,3 bilhão durante a Operação Lionfish II, uma iniciativa de duas semanas realizada em dezembro, com operações em 39 países e territórios na América Central e no Caribe.

Eles também prenderam 422 suspeitos, apreenderam uma embarcação semissubmersível e duas aeronaves pequenas utilizados pelos narcotraficantes, além de destruir 20 pistas de pouso clandestinas, desmantelar 50 laboratórios de drogas e confiscar cerca de 100 armas, 7,6 t de precursores químicos utilizados na fabricação de drogas sintéticas e US$ 2,2 milhões em dinheiro.

O objetivo da operação, que foi realizada entre 1º e 15 de dezembro, foi desarticular os principais grupos do crime organizado e de narcotráfico da região. As autoridades da Interpol não divulgaram os nomes dos suspeitos.

“Estes agentes operam muitas vezes em circunstâncias perigosas para enfrentar o impacto insidioso de grupos do crime organizado na América Latina, explorando corredores e rotas marítimas da América Central para realizar suas atividades ilícitas”, afirmou Glyn Lewis, diretor para crime especializado e análise da Interpol.
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