O 571º MSAS oferece treinamento-chave de C-130 à Força Aérea Colombiana

O 571º MSAS oferece treinamento-chave de C-130 à Força Aérea Colombiana

Por Relações Públicas da 621ª Ala de Resposta a Contingências
abril 22, 2020

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Aviadores do 571º Esquadrão de Assessoramento e Apoio à Mobilidade (MSAS, em inglês) trabalharam com as Forças Armadas da Colômbia como parte de uma equipe de treinamento móvel, entre 11 de fevereiro e 11 de março, em duas bases aéreas colombianas.

A equipe estava formada por 15 assessores aéreos do 571º MSAS da Base da Força Aérea de Travis, Califórnia, e seis instrutores da força total de três outras unidades da Força Aérea dos EUA. O treinamento cobriu diversas áreas de cooperação entre os Estados Unidos e a Colômbia.

O objetivo do treinamento era apoiar a Colômbia na sua luta para combater as redes de ameaças transnacionais e transregionais e fortalecer a capacidade da Força Aérea Colombiana (FAC), para manter a segurança regional através de uma maior proficiência nas operações de apoio à mobilidade.

O Segundo-Sargento da Força Aérea dos EUA Jacob Haines mostra à equipe de manutenção da Força Aérea Colombiana as técnicas adequadas de manutenção, familiarização e reparação do sistema elétrico, durante uma missão da equipe de treinamento móvel, no dia 5 de março de 2020, na Colômbia. (Foto: Relações Públicas da 621ª Ala de Resposta a Contingências)

O treinamento foi realizado pelo Comando Aéreo de Transporte Militar, em Bogotá, e pelo Comando Aéreo de Combate-1, em Palanquero, ambos na Colômbia. Os tópicos do treinamento se concentraram na manutenção de aeronaves C-130, procedimentos aéreos de combate a incêndios, busca e resgate, inteligência e inteligência médica.

Os C-130, localizados no Comando Aéreo de Transporte Militar, são o cavalo de força da frota da FAC, capazes de cumprir muitos tipos de missões. Através do engajamento, os assessores de manutenção aérea do 571º MSAS trabalharam com a FAC para desenvolver sua filosofia de manutenção, conhecimento dos sistemas e melhores práticas e procedimentos. Eles se concentraram principalmente na familiarização e resolução de problemas do motor, de sistemas hidráulicos, combustível, ambientais e elétricos do C-130.

Os instrutores conduziram o treinamento através de aulas teóricas nas classes e aulas práticas nas aeronaves, para obter um amplo conhecimento das práticas colombianas de manutenção.

“Os alunos se empenharam muito no treinamento que oferecemos”, disse o Segundo-Sargento da Força Aérea dos EUA Jacob Haines, assessor do 571º MSAS. “Tenho a certeza de que nossos estudantes aumentaram sua capacidade de fazer a manutenção adequada da sua frota de aeronaves C-130.”

Além disso, a equipe do 571º MSAS forneceu treinamento no terreno para a Força Aérea Colombiana sobre os Sistemas Aerotransportados Modulares de Combate a Incêndios (MAFFS, em inglês), um sistema acoplado à traseira do C-130 que lança retardadores de fogo para ajudar a deter a propagação de incêndios devastadores.

O uso da capacidade aérea de combate a incêndios ajudará a FAC a combater os incêndios devastadores, tanto interna como internacionalmente. O treinamento especializado prestado pelos membros do Comando da Reserva da Força Aérea dos EUA foi o ponto de partida para o trabalho futuro com a FAC e para fomentar essa capacidade.

“Por se tratar de uma ferramenta muito eficiente no combate a incêndios, esse conjunto de missões específicas requer uma prática constante”, disse o Tenente-Coronel da Força Aérea dos EUA Richard Pantusa, piloto instrutor do 731º Esquadrão de Transporte Aéreo MAFFS da Base da Força Aérea de Peterson, Colorado. “Voar em baixa altitude sobre um terreno montanhoso em fogo é uma missão inerentemente perigosa. A FAC tem um novo programa MAFFS que inclui operadores de C-130 altamente motivados e capazes, que estão tentando desenvolver seu programa MAFFS.”

As missões para criar capacidade de parceria realizadas pelo MSAS não apenas aumentam as capacidades das forças das nações parceiras, mas também promovem os objetivos dos EUA de criar relacionamentos internacionais robustos. Essa cooperação e esse apoio mútuos também ajudarão tanto os EUA como as nações parceiras nas operações de resposta a crises, habilitando as nações a coordenarem os seus esforços em conjunto.

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