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Agentes especiais de combate naval ajudam o Exército hondurenho a criar unidade marítima de elite

Naval Special Warfare Operators Assist Honduran Military in Establishing Elite            Maritime Unit

Por Dialogo
fevereiro 08, 2013



Com um índice de 86 pessoas assassinadas para cada 100 mil habitantes,
Honduras é considerado um dos países mais perigosos do mundo, segundo estatísticas
do relatório de 2011 do Escritório das Nações Unidas sobre Droga e Crime
(UNODC).



Apresentando uma taxa de assassinatos quatro vezes mais alta do que a do
México, esses números alarmantes mostram uma nação onde a violência faz parte da
rotina diária. Muitas mortes são ligadas ao tráfico de entorpecentes, pois Honduras
e outras nações centro-americanas são usadas como passagem entre a América do Sul e
o México e Estados Unidos; essas atividades ilícitas entram na região
predominantemente por via marítima.



Durante uma recente missão de seis meses, membros do Elemento-Alpha da Força
de Combate Especial Naval (NSWTE-A), um elemento de manobras enviado junto à
Unidade-QUATRO de Combate Especial Naval (NSWU-4), em apoio ao Comando Sul de
Operações Especiais, fizeram uma parceria com seus homólogos hondurenhos para
treinar e aumentar a capacidade militar da recém-criada Força Especial Naval
hondurenha (FEN). A FEN é uma unidade marítima de Agentes Especiais capaz de
combater o crime organizado transnacional em suas águas navegáveis e
arredores.



O NSWU-4, lotado na Base Expedicionária Conjunta em Little Creek, Virgínia, e
em apoio ao SOCSOUTH, com sede na Base de Reserva Aérea de Homestead, na Flórida,
criou e implementou um treinamento abrangente e um plano de manutenção para
transformar a FEN em uma força forte antinarcóticos.



Dez agentes da Equipe 18 de SEALs, ligados ao NSWU-4, passaram seis meses
treinando e observando a FEN com uma abordagem multidisciplinar, formando como
resultado 45 Agentes Especiais hondurenhos altamente qualificados, ao final de dois
treinamentos de oito semanas do tipo Demolição Básica Submarina/SEAL (BUD/s). Esses
cursos foram realizados nos moldes do treinamento de seleção BUD/s feitos pelos
SEALs da Marinha dos EUA em Coronado, Califórnia.



Alguns testes de condicionamento incluíam uma corrida de 12,87 quilômetros e
uma prova de natação em mar aberto de seis milhas náuticas na Baía de Trujillo. Após
completarem essas duras provas físicas e mentais para se tornarem membros da FEN, os
45 indivíduos aprovados continuaram a ser submetidos a um treinamento específico
mais rigoroso e operacionalmente focado, completando sua transformação em uma equipe
disciplinada e dedicada, capaz de oferecer à Força Naval de Honduras uma unidade
marítima de operações especiais.



Para complementar os esforços dos SEALs da Marinha, membros da Equipe 22 de
Embarcações Especiais do Combate Especial Naval também passaram um mês com seus
homólogos do NSWTE-A, treinando a FEN em habilidades e procedimentos básicos de
manutenção de embarcações, familiarização com as cartas náuticas, técnicas de
vetores e interceptação de embarcações, táticas de manuseio de pequenas embarcações
e exercícios de navegação de longo alcance.



“A combinação dos SEALs com os Agentes Especiais de Embarcações propiciou à
FEN, inquestionavelmente, o melhor treinamento marítimo possível do USSOF”, disse o
oficial encarregado do NSWTE-A.



Além do treinamento físico e técnico associado a um agente especial, o
NEWTE-A se concentrou na criação de uma equipe de especialistas em comunicações da
FEN para torná-los peritos em tecnologia Harris de rádio, o que falta à maioria das
unidades centro-americanas devido à sua pouca capacitação.



“Em toda a minha carreira militar, só consigo me lembrar de três ocasiões
onde os rádios foram usados com sucesso em uma missão”, disse o oficial comandante
da FEN. Ele acrescentou que o que foi aprendido durante esse treinamento deve
reforçar o índice de sucesso dos movimentos militares.



O NSWTE-A também concentrou seus esforços nas estratégias de autossustentação
das nações parceiras, quando sete membros da FEN foram selecionados como futuros
instrutores, superando os homólogos do NSW durante toda a evolução do treinamento.
Esse monitoramento fez com que todos os instrutores hondurenhos ganhassem
competência e confiança para conduzir unilateralmente os futuros cursos de seleção e
os treinamentos internos de manutenção.



Foram também criados departamentos organizacionais incluindo assalto,
embarcações, comunicações, engenharia e treinamento com um oficial sênior e um
conselheiro designados a cada departamento.



“A organização única de tarefas, apresentação dos grupos de habilidades
funcionais e o desenvolvimento do orgulho e espírito de cooperação da unidade, sem
dúvida, abriram o caminho para futuros treinamentos e operações comandadas pelos
hondurenhos, com a finalidade de manter suas fronteiras protegidas contra o crime
organizado transnacional e o tráfico ilícito”, disse o oficial encarregado do
NSWTE-A.






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