Forças Especiais Navais combatem tráfico de drogas na Guatemala

Por Dialogo
maio 08, 2015



Em um esforço para combater o tráfico de drogas na costa e nas águas guatemaltecas, as Forças Especiais Navais (FEN) continuam coordenando os trabalhos com o Ministério Público e a Subdireção Geral de Análise e Informações Antinarcóticos (SGAIA).

“A missão das FEN é efetuar operações navais de policiamento marítimo em águas jurisdicionais da Guatemala para contribuir, com outras instituições, para impedir ameaças como o narcotráfico”, explica um tenente de fragata oficial de operações das FEN, que pediu anonimato devido à natureza de seu trabalho de repressão às drogas.

Desde 1º de Janeiro, as FEN apreenderam 322 quilos de cocaína, avaliados em US$ 4,1 milhões. Uma das operações mais recentes ocorreu em 20 de abril, quando agentes das FEN interceptaram dois navios a 40 milhas náuticas da costa do Pacífico, em Puerto San José, Escuintla. Os navios, identificados como “Yennifer 2” e “Lupita”, transportavam várias bombonas plásticas contendo 170 pacotes de pó branco, que, após testes de campo, as autoridades policiais identificaram como cocaína.

Essa operação se soma a um histórico de contínuo sucesso desde que as FEN realizaram sua primeira grande operação contra traficantes de drogas em 2010. Naquele ano, foram apreendidos 5.296 kg de cocaína estimados em US$ 66,2 milhões. Desde então, as FEN apreendem milhões de dólares em cocaína todos os anos, culminando com 2.796 kg de cocaína em 2014.

As FEN patrulham nove quilômetros quadrados no Oceano Atlântico; 93.000 quilômetros quadrados no Pacífico e 253.000 km de costa, desde a fronteira com El Salvador até a fronteira com o México. Elas podem entrar em águas territoriais até 100 milhas da costa — e duas vezes mais com o apoio logístico de cúteres da Guarda Costeira, que são navios da Marinha guatemalteca. Dentro dessa jurisdição, especificada pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, as forças podem realizar interdições e levar barcos encalhados e suspeitos.

A partir daí, as procuradorias são responsáveis pela verificação de todo o material apreendido. Depois, a SGAIA — integrante da Polícia Nacional Civil da Guatemala (PNC) — pode prender os suspeitos e levá-los aos tribunais. Doze membros da SGAIA trabalham com militares das FEN, de acordo com Edy Juárez, vice-ministro de Assuntos Internos. De seus 82 membros das Forças Armadas, três são oficiais, oito são suboficiais e 71 são marinheiros.




Em um esforço para combater o tráfico de drogas na costa e nas águas guatemaltecas, as Forças Especiais Navais (FEN) continuam coordenando os trabalhos com o Ministério Público e a Subdireção Geral de Análise e Informações Antinarcóticos (SGAIA).

“A missão das FEN é efetuar operações navais de policiamento marítimo em águas jurisdicionais da Guatemala para contribuir, com outras instituições, para impedir ameaças como o narcotráfico”, explica um tenente de fragata oficial de operações das FEN, que pediu anonimato devido à natureza de seu trabalho de repressão às drogas.

Desde 1º de Janeiro, as FEN apreenderam 322 quilos de cocaína, avaliados em US$ 4,1 milhões. Uma das operações mais recentes ocorreu em 20 de abril, quando agentes das FEN interceptaram dois navios a 40 milhas náuticas da costa do Pacífico, em Puerto San José, Escuintla. Os navios, identificados como “Yennifer 2” e “Lupita”, transportavam várias bombonas plásticas contendo 170 pacotes de pó branco, que, após testes de campo, as autoridades policiais identificaram como cocaína.

Essa operação se soma a um histórico de contínuo sucesso desde que as FEN realizaram sua primeira grande operação contra traficantes de drogas em 2010. Naquele ano, foram apreendidos 5.296 kg de cocaína estimados em US$ 66,2 milhões. Desde então, as FEN apreendem milhões de dólares em cocaína todos os anos, culminando com 2.796 kg de cocaína em 2014.

As FEN patrulham nove quilômetros quadrados no Oceano Atlântico; 93.000 quilômetros quadrados no Pacífico e 253.000 km de costa, desde a fronteira com El Salvador até a fronteira com o México. Elas podem entrar em águas territoriais até 100 milhas da costa — e duas vezes mais com o apoio logístico de cúteres da Guarda Costeira, que são navios da Marinha guatemalteca. Dentro dessa jurisdição, especificada pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, as forças podem realizar interdições e levar barcos encalhados e suspeitos.

A partir daí, as procuradorias são responsáveis pela verificação de todo o material apreendido. Depois, a SGAIA — integrante da Polícia Nacional Civil da Guatemala (PNC) — pode prender os suspeitos e levá-los aos tribunais. Doze membros da SGAIA trabalham com militares das FEN, de acordo com Edy Juárez, vice-ministro de Assuntos Internos. De seus 82 membros das Forças Armadas, três são oficiais, oito são suboficiais e 71 são marinheiros.


Espera-se que o governo de os EUA coopere com seu país para reduzir o uso de substâncias nocivas à saúde. Está na hora para um país que usa e as exporta drogas psicotrópicas para aproximadamente 60 milhões de consumidores e que tem uma economia parasitária proveniente do tráfico de drogas. Que se integre ao grande desafio mundial. Um Mundo sem Drogas pela Paz Mundial.
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