Mexicanos votam após campanha violenta

Por Dialogo
dezembro 12, 2013



CIDADE DO MÉXICO – Os mexicanos foram às urnas para eleger governadores em 14 estados em 7 de junho, após uma campanha marcada pela violência contra os candidatos.
O cargo de governador no estado de Baja Califórnia, ocupado pela sigla conservadora Partido de Ação Nacional (PAN) durante 24 anos, foi o maior prêmio nas eleições regionais e seu resultado pode influenciar um pacto por reformas nacionais.
Cerca de 32 milhões de eleitores votaram em 931 dos 2.440 municípios do país, além de eleger candidatos aos legislativos estaduais em 14 dos 32 estados.
Soldados garantem a segurança em vários estados, e o gabinete do procurador-geral federal enviou 1.500 agentes após uma onda de violência ter causado a morte de pelo menos seis candidatos, cabos eleitorais e seus familiares nas últimas semanas.
A última vítima foi Aquiles González, coordenador da campanha do Partido da Revolução Democrática (PRD) pela prefeitura de Guadalupe, no estado de Zacatecas, no norte do país. González foi assassinado em 5 de julho.
O dominante Partido Revolucionário Institucional (PRI), que recuperou a presidência em dezembro após uma ausência de 12 anos, espera a vitória na Baja Califórnia, que abriga a importante cidade fronteiriça de Tijuana.
O presidente Enrique Peña Nieto fez duas grandes promessas ao assumir o cargo: reduzir o nível de violência causada pelas drogas, que deixou 70.000 mortos durante o mandato de seis anos de seu antecessor, e relegar aos livros de história as velhas práticas antidemocráticas do PRI.
Peña Nieto selou com o PAN e o PRD o Pacto pelo México, que levou a reformas importantes na educação e nas telecomunicações, e espera revigorar o setor de energia e o sistema tributário.

[AFP (México), 07/07/2013; El Universal (México), 08/07/2013]



CIDADE DO MÉXICO – Os mexicanos foram às urnas para eleger governadores em 14 estados em 7 de junho, após uma campanha marcada pela violência contra os candidatos.
O cargo de governador no estado de Baja Califórnia, ocupado pela sigla conservadora Partido de Ação Nacional (PAN) durante 24 anos, foi o maior prêmio nas eleições regionais e seu resultado pode influenciar um pacto por reformas nacionais.
Cerca de 32 milhões de eleitores votaram em 931 dos 2.440 municípios do país, além de eleger candidatos aos legislativos estaduais em 14 dos 32 estados.
Soldados garantem a segurança em vários estados, e o gabinete do procurador-geral federal enviou 1.500 agentes após uma onda de violência ter causado a morte de pelo menos seis candidatos, cabos eleitorais e seus familiares nas últimas semanas.
A última vítima foi Aquiles González, coordenador da campanha do Partido da Revolução Democrática (PRD) pela prefeitura de Guadalupe, no estado de Zacatecas, no norte do país. González foi assassinado em 5 de julho.
O dominante Partido Revolucionário Institucional (PRI), que recuperou a presidência em dezembro após uma ausência de 12 anos, espera a vitória na Baja Califórnia, que abriga a importante cidade fronteiriça de Tijuana.
O presidente Enrique Peña Nieto fez duas grandes promessas ao assumir o cargo: reduzir o nível de violência causada pelas drogas, que deixou 70.000 mortos durante o mandato de seis anos de seu antecessor, e relegar aos livros de história as velhas práticas antidemocráticas do PRI.
Peña Nieto selou com o PAN e o PRD o Pacto pelo México, que levou a reformas importantes na educação e nas telecomunicações, e espera revigorar o setor de energia e o sistema tributário.

[AFP (México), 07/07/2013; El Universal (México), 08/07/2013]

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