Cooperação internacional leva a sanções financeiras dos EUA contra supostos traficantes de drogas colombianos

Por Dialogo
novembro 13, 2014



“Germán Alberto Pérez Ocampo é um dos últimos remanescentes da ‘velha guarda’ de traficantes de drogas da Colômbia”, disse A. D. Wright, agente especial encarregado da Divisão Miami, da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA),
“Através de sua associação criminosa com narcotraficantes mexicanos de alto escalão, Germán Alberto Pérez Ocampo pode exportar várias toneladas de cocaína.”

“Apesar de ser um conhecido traficante de narcóticos, Germán Alberto Pérez Ocampo fugiu das autoridades por mais de uma década”, afirmou Adam J. Szubin, diretor do Escritório para Controle de Bens Estrangeiros (OFAC), em nota. “Seu trabalho de fornecer cocaína para muitos dos mais violentos cartéis de drogas visados pelo governo americano ressalta seu alcance global, mas chegou o momento para que seja levado à justiça.”

O Tesouro dos EUA trabalhou em cooperação com o governo federal mexicano e a DEA para impor as sanções.

Esse anúncio ocorre menos de dois meses depois que foram impostas sanções financeiras a oito supostos líderes da Oficina de Envigado, um grupo do crime organizado com sede em Medellín. O Tesouro identificou os oito suspeitos como: Juan Carlos Mesa Vallejo, Julián Andrey González Vásquez, Diego Alberto Muñoz Agudelo, Freyner Alfonso Ramírez García, Jesús David Hernández Grisales, Rubiel Medina Cardona, Didier de Jesús Ríos López e Edinson Rodolfo Rojas.

E em junho, o Departamento do Tesouro designou o grupo Oficina de Envigado como SDNT. A Oficina está envolvida em narcotráfico, extorsão e assassinato de aluguel, de acordo com o Departamento do Tesouro.

Desde Junho de 2000, funcionários do Tesouro designaram mais de 1.600 pessoas e entidades no âmbito da Lei Kingpin, de acordo com o Departamento do Tesouro. As punições por violação à Lei Kingpin abrangem desde multas civis de até US$ 1,075 milhão (R$ 2,795 milhões) até penalidades criminais mais severas. Sanções penais para funcionários das empresas podem incluir até 30 anos de prisão e multas de até US$ 5 milhões (R$ 13 milhões).


“Germán Alberto Pérez Ocampo é um dos últimos remanescentes da ‘velha guarda’ de traficantes de drogas da Colômbia”, disse A. D. Wright, agente especial encarregado da Divisão Miami, da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA),
“Através de sua associação criminosa com narcotraficantes mexicanos de alto escalão, Germán Alberto Pérez Ocampo pode exportar várias toneladas de cocaína.”

“Apesar de ser um conhecido traficante de narcóticos, Germán Alberto Pérez Ocampo fugiu das autoridades por mais de uma década”, afirmou Adam J. Szubin, diretor do Escritório para Controle de Bens Estrangeiros (OFAC), em nota. “Seu trabalho de fornecer cocaína para muitos dos mais violentos cartéis de drogas visados pelo governo americano ressalta seu alcance global, mas chegou o momento para que seja levado à justiça.”

O Tesouro dos EUA trabalhou em cooperação com o governo federal mexicano e a DEA para impor as sanções.

Esse anúncio ocorre menos de dois meses depois que foram impostas sanções financeiras a oito supostos líderes da Oficina de Envigado, um grupo do crime organizado com sede em Medellín. O Tesouro identificou os oito suspeitos como: Juan Carlos Mesa Vallejo, Julián Andrey González Vásquez, Diego Alberto Muñoz Agudelo, Freyner Alfonso Ramírez García, Jesús David Hernández Grisales, Rubiel Medina Cardona, Didier de Jesús Ríos López e Edinson Rodolfo Rojas.

E em junho, o Departamento do Tesouro designou o grupo Oficina de Envigado como SDNT. A Oficina está envolvida em narcotráfico, extorsão e assassinato de aluguel, de acordo com o Departamento do Tesouro.

Desde Junho de 2000, funcionários do Tesouro designaram mais de 1.600 pessoas e entidades no âmbito da Lei Kingpin, de acordo com o Departamento do Tesouro. As punições por violação à Lei Kingpin abrangem desde multas civis de até US$ 1,075 milhão (R$ 2,795 milhões) até penalidades criminais mais severas. Sanções penais para funcionários das empresas podem incluir até 30 anos de prisão e multas de até US$ 5 milhões (R$ 13 milhões).
Share