Cooperação internacional leva à captura de fugitivo peruano ‘El Gordo’

Por Dialogo
novembro 19, 2014



Os dias de fuga de Rodolfo Orellana terminaram graças ao trabalho das forças de segurança colombianas e à cooperação internacional.

Agentes da Direção de Polícia Judiciária e Inteligência da Colômbia (DIJIN), com apoio da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA), capturaram Orellana, que era um dos fugitivos mais procurados do Peru, em Cali em 13 de novembro.

Orellana, também conhecido como “El Gordo”, era procurado pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) sob a acusação de lavagem de dinheiro e associação ilícita. No momento de sua prisão, ele supostamente estaria criando documentos falsos para poder fugir para a Suécia. El Gordo esteve na Colômbia durante dois meses, onde foi protegido por “amigos e contatos”, incluindo “membros da família de um narcotraficante assassinado de Valle del Cauca”, segundo o site da Presidência da Colômbia. Autoridades colombianas levaram-no de volta ao Peru.

Autoridades policiais do Peru acusam El Gordo de ser o mentor de uma grande rede criminosa que lucrou cerca de US$ 100 milhões com confisco ilegal e revenda de propriedades legalmente pertencentes a indivíduos e ao governo. Ele teria fundado cerca de 50 empresas de fachada para lavar o dinheiro gerado a partir de transações fraudulentas. Os agentes da lei também estão investigando El Gordo por supostas ligações com o narcotráfico.

A rede ilegal de El Gordo começou a ser desvendada em abril, quando mais de 25 jornalistas peruanos realizaram uma coletiva à imprensa e anunciaram que estavam sendo ameaçados por ele por investigar seus negócios. Dois meses depois, a Procuradoria Anticorrupção do Peru começou a investigar sua rede no departamento de Ancash.

Os promotores obtiveram um mandado de prisão para El Gordo em julho. Ele fugiu para a Colômbia para escapar da captura.

As forças de segurança capturaram a irmã de El Gordo, Ludith, que supostamente era um membro do alto escalão da rede, na cidade peruana de Huaral no mesmo dia em que seu irmão foi capturado.

Cartéis de drogas mexicanos armam gangues da Costa Rica


O crime organizado transnacional do México está fornecendo armas, incluindo fuzis AK-47 e granadas, para quadrilhas de drogas costa-riquenhas, disse o procurador-geral da Costa Rica, Jorge Chavarría
, em 13 de novembro. As gangues da Costa Rica usam as armas para lutar entre si.

Chavarría
não especificou quais cartéis de drogas mexicanos estão fornecendo armas para quadrilhas da Costa Rica, mas tanto o Cartel de Sinaloa como os Cavaleiros Templários operam na região.

Da cocaína que chega aos Estados Unidos, 90% vem pelo México e pela América Central, de acordo com a Comissão Internacional de Controle de Drogas das Nações Unidas. O governo da Costa Rica apreendeu cerca de 23 toneladas de cocaína neste ano, de acordo com o ministro da Segurança Pública, Celso Gamboa. Ele anunciou o total depois que as forças de segurança confiscaram duas cargas de drogas no início de novembro em Peñas Blancas, posto fronteiriço oficial do país para a Nicarágua.

Em uma das apreensões, as forças de segurança apreenderam 580 kg de cocaína e US$ 3.600 escondidos na carroceria de um caminhão de contêineres com placa da Costa Rica que transportava geladeiras. Os policiais, que foram alertados sobre a presença de cocaína por cães farejadores, prenderam o motorista do caminhão, que foi identificado como um nicaraguense de 34 anos de idade.

Em um incidente separado, as forças de segurança encontraram cerca de 68 quilos de cocaína escondidos no assoalho de um caminhão dirigido por um cidadão guatemalteco. A polícia confiscou as drogas e prendeu o motorista, um homem de 35 anos de idade.

A polícia colocou os dois suspeitos sob custódia da Procuradoria em Libéria, a capital da província de Guanacaste.


Os dias de fuga de Rodolfo Orellana terminaram graças ao trabalho das forças de segurança colombianas e à cooperação internacional.

Agentes da Direção de Polícia Judiciária e Inteligência da Colômbia (DIJIN), com apoio da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA), capturaram Orellana, que era um dos fugitivos mais procurados do Peru, em Cali em 13 de novembro.

Orellana, também conhecido como “El Gordo”, era procurado pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) sob a acusação de lavagem de dinheiro e associação ilícita. No momento de sua prisão, ele supostamente estaria criando documentos falsos para poder fugir para a Suécia. El Gordo esteve na Colômbia durante dois meses, onde foi protegido por “amigos e contatos”, incluindo “membros da família de um narcotraficante assassinado de Valle del Cauca”, segundo o site da Presidência da Colômbia. Autoridades colombianas levaram-no de volta ao Peru.

Autoridades policiais do Peru acusam El Gordo de ser o mentor de uma grande rede criminosa que lucrou cerca de US$ 100 milhões com confisco ilegal e revenda de propriedades legalmente pertencentes a indivíduos e ao governo. Ele teria fundado cerca de 50 empresas de fachada para lavar o dinheiro gerado a partir de transações fraudulentas. Os agentes da lei também estão investigando El Gordo por supostas ligações com o narcotráfico.

A rede ilegal de El Gordo começou a ser desvendada em abril, quando mais de 25 jornalistas peruanos realizaram uma coletiva à imprensa e anunciaram que estavam sendo ameaçados por ele por investigar seus negócios. Dois meses depois, a Procuradoria Anticorrupção do Peru começou a investigar sua rede no departamento de Ancash.

Os promotores obtiveram um mandado de prisão para El Gordo em julho. Ele fugiu para a Colômbia para escapar da captura.

As forças de segurança capturaram a irmã de El Gordo, Ludith, que supostamente era um membro do alto escalão da rede, na cidade peruana de Huaral no mesmo dia em que seu irmão foi capturado.

Cartéis de drogas mexicanos armam gangues da Costa Rica


O crime organizado transnacional do México está fornecendo armas, incluindo fuzis AK-47 e granadas, para quadrilhas de drogas costa-riquenhas, disse o procurador-geral da Costa Rica, Jorge Chavarría
, em 13 de novembro. As gangues da Costa Rica usam as armas para lutar entre si.

Chavarría
não especificou quais cartéis de drogas mexicanos estão fornecendo armas para quadrilhas da Costa Rica, mas tanto o Cartel de Sinaloa como os Cavaleiros Templários operam na região.

Da cocaína que chega aos Estados Unidos, 90% vem pelo México e pela América Central, de acordo com a Comissão Internacional de Controle de Drogas das Nações Unidas. O governo da Costa Rica apreendeu cerca de 23 toneladas de cocaína neste ano, de acordo com o ministro da Segurança Pública, Celso Gamboa. Ele anunciou o total depois que as forças de segurança confiscaram duas cargas de drogas no início de novembro em Peñas Blancas, posto fronteiriço oficial do país para a Nicarágua.

Em uma das apreensões, as forças de segurança apreenderam 580 kg de cocaína e US$ 3.600 escondidos na carroceria de um caminhão de contêineres com placa da Costa Rica que transportava geladeiras. Os policiais, que foram alertados sobre a presença de cocaína por cães farejadores, prenderam o motorista do caminhão, que foi identificado como um nicaraguense de 34 anos de idade.

Em um incidente separado, as forças de segurança encontraram cerca de 68 quilos de cocaína escondidos no assoalho de um caminhão dirigido por um cidadão guatemalteco. A polícia confiscou as drogas e prendeu o motorista, um homem de 35 anos de idade.

A polícia colocou os dois suspeitos sob custódia da Procuradoria em Libéria, a capital da província de Guanacaste.
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