Honduras destrói primeiro cultivo de coca

Honduras Destroys First Coca Crop

Por Iris Amador/Diálogo
julho 06, 2017

Excelente trabajo de las Fuerzas Armadas, nuestro Comandante General ha planificado un desempeño ordenado de la institucion castrense como el aparato gubernamental completo de manera que las condiciones de vida mejoren para la ciudadania. La imagen de mi nación en el mundo es diferente a los inicios de este siglo XXI, mucho esfuerzo, mucha inversión, claro siempre con una contraparte en contra, la resistencia a las mejoras es natural, han habido muchos adelantos y los seguirán habiendo, adelante soldados de mi Honduras, ni un paso atrás, el éxito es nuestro. Após a detecção e posterior destruição do que seria o primeiro cultivo da planta de coca em território hondurenho, as autoridades do país realizam investigações para identificar quem está por trás da plantação. Membros das Forças Armadas de Honduras descobriram as plantas de coca no dia 29 de abril em Esquipulas del Norte, um pequeno município com cerca de 10.000 habitantes ao norte do departamento de Olancho, e estão atrás da pista dos responsáveis. “Unidades Especiais das Forças Armadas detectaram o plantio e o apreenderam. O plantio foi posto sob vigilância e foram seguidos os processos estabelecidos para que especialistas do Ministério Público realizem os testes e a análise científica correspondente”, disse à Diálogo o Tenente-Coronel Santos Nolasco, da Justiça Militar de Honduras, porta-voz da Força de Segurança Interinstitucional Nacional (FUSINA, por sua sigla em espanhol). No terreno de aproximadamente 21.000 metros quadrados, segundo estimativas do Ministério Público, as autoridades encontraram 12.000 plantas em diferentes estágios de crescimento. Os arbustos foram logo identificados como parte do gênero Erythroxylum, cujas dezenas de espécies contêm o principal ativo químico da cocaína. “Está sendo investigada a possível participação de estrangeiros nesta primeira tentativa de produzir a droga localmente, pelo grau de experiência necessário para desenvolver as plantas em um solo diferente e sob condições climáticas distintas daquelas em que crescem naturalmente”, informou o Ten Cel Nolasco. Para ter um bom crescimento, a planta Erythroxylumcoca deve ser desenvolvida em um ambiente úmido e além disso estar a pelo menos 1.600 metros acima do nível do mar, pois é preciso que a pressão atmosférica seja baixa; esta é uma combinação de duas condições que não é tão fácil de encontrar fora dos Andes. Um ensaio Em 7 de junho, pouco mais de um mês depois da descoberta, agentes da Direção da Luta contra o Narcotráfico (DLCN) e da Promotoria Pública Especial contra o Crime Organizado (FESCCO, por sua sigla em espanhol), ambas dependências do Ministério Público de Honduras, providenciaram a queima das plantas. Yuri Mora, porta-voz do Ministério Público, disse à Diálogo que os especialistas da DLCN e da FESCCO concluíram que as plantas de coca eram transgênicas. Em outras palavras, são produto de uma alteração genética, o resultado da incorporação do DNA de outra espécie de planta, para torná-la mais resistente a este novo meio-ambiente. “Cremos que era um teste para ver o desenvolvimento e a adaptação das plantas ao solo e ao clima dessa região. Isso pode ser visto como um ensaio, porque os agentes as encontraram em uma espécie de viveiro: plantas pequenas, adubadas, em condições para serem transplantadas”, garantiu. Laboratório adjacente As plantas de coca foram encontradas no meio de uma plantação de maconha. Na operação em uma área de difícil acesso nas montanhas de Olancho, as autoridades também desmantelaram uma estrutura adjacente que funcionava como um laboratório. Construída em madeira, a instalação simples era dotada de equipamentos e precursores químicos necessários para processar folhas de coca. “Antes haviam sido desmontados laboratórios de narcóticos onde a pasta era processada. O processo de elaboração da droga começava em outros lugares e finalizava em Honduras, mas este é o primeiro plantio de coca descoberto em nosso país”, disse Mora. A descoberta é significativa porque na maioria dos casos a nação centro-americana é utilizada por grupos do crime organizado como um ponto de trânsito na movimentação da droga da América do Sul à América do Norte. A descoberta recente poderia indicar que eles agora tentam começar a produzir a droga em território nacional. Em abril, apenas alguns dias antes da descoberta do centro de operações em Olancho, as autoridades haviam desarticulado outro laboratório em La Arada, município de Santa Bárbara. Em maio, os militares encontraram e destruíram quatro hectares cultivados de maconha no município de Colón, ao norte de Olancho. Nos três anos de operações, a FUSINA descobriu e destruiu 10 laboratórios de narcóticos e confiscou mais de 15.000 quilos de cocaína, bem como 697 kg de pasta para elaborá-la. “Honduras vem fechando o cerco aos traficantes, e as quadrilhas criminosas experimentam todas as formas para delinquir e burlar as autoridades, mas uma das estratégias da FUSINA é atacar os centros de produção”, disse o Ten Cel Nolasco. “Estamos freando os criminosos para não permitir que Honduras supere essa etapa de ser produtor de maconha e de coca”, destacou.
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