Forças Armadas hondurenhas abrem caminho para estímulo ao turismo

Honduran Armed Forces Pave the Way for a Boost in Tourism

Por Dialogo
abril 30, 2015





Honduras orgulha-se de ter a maior inscrição hieroglífica da civilização maia: 1.800 glifos individuais nas Escadas de Hieroglifos em Copán, declaradas Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 1980. A obra de arte em alto relevo criada pelos antigos maias em Copán é inigualável no mundo maia.

O que Honduras não tinha até março era um aeroporto onde os turistas interessados em visitar as ruínas pudessem pousar. Isso agora se tornou possível, graças ao trabalho árduo das Forças Armadas de Honduras.

O novo Aeroporto de Río Amarillo (Rio Amarelo) está aberto ao público. Construído pelo Primeiro Batalhão de Engenheiros, que era comandado pelo Coronel José Hilario Leiva, o aeroporto está localizado a 20 minutos do Parque Arqueológico Ruínas de Copán, no departamento de Yoro. A construção começou em 2014 e, com investimentos de US$ 4 milhões, foi concluída após oito meses de trabalho.

A pista de concreto hidráulico do aeroporto mede 1.400 metros e possui buffers adicionais de 150 m de cada lado. “Esta pista tem capacidade para receber aviões de 40 a 50 passageiros”, explica o Major do Corpo de Engenheiros Óscar Soto Soler, responsável pela obra.

Ligando diferentes regiões com a melhoria da infraestrutura


“Este é apenas um dos vários locais em que vamos melhorar a infraestrutura”, disse o presidente Hernández em seu discurso de inauguração do aeroporto, em 10 de março. “Estas obras também estarão associadas com a construção e melhoria de rodovias.”

Hernández defendia a construção do aeroporto desde 2007, quando era parlamentar e apresentou um projeto de lei para declarar a “Ruta Lenca” (Rota Lenca) uma prioridade nacional. A Rota Lenca é uma estrada de 122 quilômetros que liga Santa Rosa de Copán a La Esperanza, no departamento de Intibucá, onde os viajantes podem desfrutar de aldeias pitorescas, da arquitetura colonial que remonta aos anos 1600 e de mercados coloridos cheios de trabalhos manuais de barro e têxteis feitos por membros de um dos maiores grupos indígenas de Honduras, os lencas.

O aeroporto conectará tanto a Rota Lencal e a Rota Maia com Roatán, a maior das Bay Islands, um arquipélago hondurenho no Mar do Caribe, para aumentar o turismo entre o departamento insular e o continente. As ilhas são um dos destinos mais populares para os turistas de todo o mundo, especialmente os interessados em mergulho de alta qualidade, mas não havia acesso direto das ilhas às ruínas maias.

“O aeroporto interliga o triângulo”, diz o analista e colunista Juan Ramón Martínez, referindo-se à Rota Lenca, a Rota Maia e Roatán. “Os engenheiros militares fizeram um excelente trabalho, trabalharam sem parar para ter o aeroporto em funcionamento o mais rápido possível. Ele vai facilitar a circulação das pessoas. Antes, um turista escolhia apenas um destino, para não ter de abrir mão da comodidade na organização de viagens mais difíceis e demoradas. Agora, eles podem visitar dois ou três lugares em um dia, se desejarem. Foi a grande colaboração entre o governo e as Forças Armadas que tornou isso possível.”

“O trabalho dos membros do Batalhão de Engenheiros foi fundamental. Com a realização do projeto pelo Batalhão de Engenheiros, o país economizou mais de 35% do que teria gasto para construir com uma empresa privada de fora”, acrescenta Emilio Silvestri, diretor do Instituto Hondurenho de Turismo. Silvestri fez um voo-teste de 50 minutos entre Tegucigalpa, a capital, e Río Amarillo.

Comunidade aguarda ansiosamente benefícios do aeroporto


Com a abertura do aeroporto, muito mais pessoas poderão viajar de avião entre várias cidades e outros locais. Os moradores locais estão animados com o impacto social positivo que o aeroporto vai gerar.

“Para nós, o aeroporto representa a ascensão econômica, comercial e social que esperávamos, pois poderemos estabelecer laços com as pessoas de países amigos que vêm nos visitar”, diz o prefeito de Santa Rita, Sergio Portillo.

A CM Airlines e a Transportes Aéreos de Guatemala foram as duas primeiras empresas aéreas a solicitar permissão para operar voos de passageiros a partir de Tegucigalpa, além de San Pedro Sula e Roatán, com frequência de três vezes por semana.

Na mesma semana em que o Aeroporto de Río Amarillo foi concluído, as máquinas das Forças Armadas deixaram Copán e foram a Tela para a reconstrução da pista. Tela é um porto no Caribe que recebe turistas o ano todo, atraídos por suas extensas praias de areia branca e palmeiras. Em Tela, engenheiros militares estão ampliando a deteriorada pista de 500 m para uma infraestrutura de concreto completa de 1.600 m. E, assim como fizeram em Copán, eles construirão um terminal, hangares e uma área de estacionamento, além da pista de decolagem.

Mais aeroportos serão construídos


O trabalho do Primeiro Batalhão de Engenheiros não se limita ao aeroporto. Os engenheiros têm contingentes que trabalham em projetos em todas as partes de Honduras. Essas iniciativas incluem a construção de um aeroporto em Choluteca, na região sul do país; um aeroporto em Catacamas, localizada a leste; e um aeroporto em Trujillo, na costa norte. Em abril, as Forças Armadas concluíram um aeroporto em Celaque, no departamento de Lempira.

Os engenheiros militares estão trabalhando intensamente para concretizar a visão do presidente Hernández de melhorar a infraestrutura de transporte do país.

“Nós realizaremos nosso sonho de assumir a liderança em toda a região”, disse o presidente Hernández antes da cerimônia de abertura em Copán.

Os benefícios desses projetos já são visíveis. Por exemplo, a pista de pouso em Copán aumentará substancialmente o fluxo de visitantes até o final de 2015.

“Estamos esperando um fluxo de 180 mil turistas da Europa, dos Estados Unidos, do México e da América Central,” disse Silvestri a jornalistas. “[Seria] quase o dobro do que recebemos anualmente em Copán.”




Honduras orgulha-se de ter a maior inscrição hieroglífica da civilização maia: 1.800 glifos individuais nas Escadas de Hieroglifos em Copán, declaradas Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 1980. A obra de arte em alto relevo criada pelos antigos maias em Copán é inigualável no mundo maia.

O que Honduras não tinha até março era um aeroporto onde os turistas interessados em visitar as ruínas pudessem pousar. Isso agora se tornou possível, graças ao trabalho árduo das Forças Armadas de Honduras.

O novo Aeroporto de Río Amarillo (Rio Amarelo) está aberto ao público. Construído pelo Primeiro Batalhão de Engenheiros, que era comandado pelo Coronel José Hilario Leiva, o aeroporto está localizado a 20 minutos do Parque Arqueológico Ruínas de Copán, no departamento de Yoro. A construção começou em 2014 e, com investimentos de US$ 4 milhões, foi concluída após oito meses de trabalho.

A pista de concreto hidráulico do aeroporto mede 1.400 metros e possui buffers adicionais de 150 m de cada lado. “Esta pista tem capacidade para receber aviões de 40 a 50 passageiros”, explica o Major do Corpo de Engenheiros Óscar Soto Soler, responsável pela obra.

Ligando diferentes regiões com a melhoria da infraestrutura


“Este é apenas um dos vários locais em que vamos melhorar a infraestrutura”, disse o presidente Hernández em seu discurso de inauguração do aeroporto, em 10 de março. “Estas obras também estarão associadas com a construção e melhoria de rodovias.”

Hernández defendia a construção do aeroporto desde 2007, quando era parlamentar e apresentou um projeto de lei para declarar a “Ruta Lenca” (Rota Lenca) uma prioridade nacional. A Rota Lenca é uma estrada de 122 quilômetros que liga Santa Rosa de Copán a La Esperanza, no departamento de Intibucá, onde os viajantes podem desfrutar de aldeias pitorescas, da arquitetura colonial que remonta aos anos 1600 e de mercados coloridos cheios de trabalhos manuais de barro e têxteis feitos por membros de um dos maiores grupos indígenas de Honduras, os lencas.

O aeroporto conectará tanto a Rota Lencal e a Rota Maia com Roatán, a maior das Bay Islands, um arquipélago hondurenho no Mar do Caribe, para aumentar o turismo entre o departamento insular e o continente. As ilhas são um dos destinos mais populares para os turistas de todo o mundo, especialmente os interessados em mergulho de alta qualidade, mas não havia acesso direto das ilhas às ruínas maias.

“O aeroporto interliga o triângulo”, diz o analista e colunista Juan Ramón Martínez, referindo-se à Rota Lenca, a Rota Maia e Roatán. “Os engenheiros militares fizeram um excelente trabalho, trabalharam sem parar para ter o aeroporto em funcionamento o mais rápido possível. Ele vai facilitar a circulação das pessoas. Antes, um turista escolhia apenas um destino, para não ter de abrir mão da comodidade na organização de viagens mais difíceis e demoradas. Agora, eles podem visitar dois ou três lugares em um dia, se desejarem. Foi a grande colaboração entre o governo e as Forças Armadas que tornou isso possível.”

“O trabalho dos membros do Batalhão de Engenheiros foi fundamental. Com a realização do projeto pelo Batalhão de Engenheiros, o país economizou mais de 35% do que teria gasto para construir com uma empresa privada de fora”, acrescenta Emilio Silvestri, diretor do Instituto Hondurenho de Turismo. Silvestri fez um voo-teste de 50 minutos entre Tegucigalpa, a capital, e Río Amarillo.

Comunidade aguarda ansiosamente benefícios do aeroporto


Com a abertura do aeroporto, muito mais pessoas poderão viajar de avião entre várias cidades e outros locais. Os moradores locais estão animados com o impacto social positivo que o aeroporto vai gerar.

“Para nós, o aeroporto representa a ascensão econômica, comercial e social que esperávamos, pois poderemos estabelecer laços com as pessoas de países amigos que vêm nos visitar”, diz o prefeito de Santa Rita, Sergio Portillo.

A CM Airlines e a Transportes Aéreos de Guatemala foram as duas primeiras empresas aéreas a solicitar permissão para operar voos de passageiros a partir de Tegucigalpa, além de San Pedro Sula e Roatán, com frequência de três vezes por semana.

Na mesma semana em que o Aeroporto de Río Amarillo foi concluído, as máquinas das Forças Armadas deixaram Copán e foram a Tela para a reconstrução da pista. Tela é um porto no Caribe que recebe turistas o ano todo, atraídos por suas extensas praias de areia branca e palmeiras. Em Tela, engenheiros militares estão ampliando a deteriorada pista de 500 m para uma infraestrutura de concreto completa de 1.600 m. E, assim como fizeram em Copán, eles construirão um terminal, hangares e uma área de estacionamento, além da pista de decolagem.

Mais aeroportos serão construídos


O trabalho do Primeiro Batalhão de Engenheiros não se limita ao aeroporto. Os engenheiros têm contingentes que trabalham em projetos em todas as partes de Honduras. Essas iniciativas incluem a construção de um aeroporto em Choluteca, na região sul do país; um aeroporto em Catacamas, localizada a leste; e um aeroporto em Trujillo, na costa norte. Em abril, as Forças Armadas concluíram um aeroporto em Celaque, no departamento de Lempira.

Os engenheiros militares estão trabalhando intensamente para concretizar a visão do presidente Hernández de melhorar a infraestrutura de transporte do país.

“Nós realizaremos nosso sonho de assumir a liderança em toda a região”, disse o presidente Hernández antes da cerimônia de abertura em Copán.

Os benefícios desses projetos já são visíveis. Por exemplo, a pista de pouso em Copán aumentará substancialmente o fluxo de visitantes até o final de 2015.

“Estamos esperando um fluxo de 180 mil turistas da Europa, dos Estados Unidos, do México e da América Central,” disse Silvestri a jornalistas. “[Seria] quase o dobro do que recebemos anualmente em Copán.”
Eu gostei dessa reportagem sobre meu país, Honduras.
Mas temos uma acusação de corrupção em nosso país, diferente de tudo que já tivemos, e eu não vejo nenhuma notícia sobre o escândalo do IHSS.
Eu espero que vocês deem cobertura.
Obrigado
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