Guatemala: Presos 10 supostos membros da família Mendoza

Por Dialogo
novembro 26, 2014



Graças aos esforços de agentes de órgãos de segurança da Guatemala, o reinado cruel do grupo do crime organizado Mendoza pode estar chegando ao fim.

Uma equipe formada por soldados do Exército da Guatemala, policiais e promotores capturou Haroldo Mendoza Matta, o suposto líder grupo organizado Mendoza, e outros nove suspeitos durante operações simultâneas em quatro departamentos em 20 de novembro. A varredura foi realizada por 110 agentes antinarcóticos, 100 soldados, 20 membros da Comissão Internacional contra a Impunidade na Guatemala (CICIG) e mais de 20 promotores.

Policiais prenderam os suspeitos sob acusações que incluíam homicídio, associação ilícita, desaparecimento forçado de pessoas e roubo agravado. A maioria dos suspeitos são supostos executores a serviço da organização criminosa. Todos eles são acusados de massacrar sete pessoas no departamento de Izabal, na costa do país, em 15 de novembro.

Além de Haroldo Mendoza Matta, os policiais capturaram José Alfredo Portillo Mendoza, Félix Samuel Cruz Sánchez, Wilfrido Canahui Chavarria, Mario Enrique Muñoz, Gersy Nathanael Velasquez Alvarado, Juan Ángel Colindres, Angel Felipe Lopez, Juan José Pineda Alvarenga e Estuardo Omar González Ortiz, de acordo com a CICIG.

“Este não é um bando qualquer”, disse o chefe da CICIG, Iván Velásquez. “É um exército privado em Izabal que vinha atormentando a população de Izabal.”

A família Mendoza acumulou sua riqueza por meio do narcotráfico, controlando a maioria das rotas de contrabando do país centro-americano. O ex-presidente Álvaro Colom certa vez descreveu os Mendozas como “narcotraficantes em que ninguém toca”. No entanto, o domínio da família Mendoza sobre o comércio de narcóticos diminuiu nos últimos anos, devido aos esforços de órgãos de segurança e à entrada, na Guatemala, do Los Zetas, um dos mais poderosos grupos de narcotráfico do México.

A Guatemala é um ponto de transbordo fundamental para as organizações de tráfico de drogas da América do Sul. Aproximadamente 90% da cocaína que chega aos Estados Unidos vêm através do México e da América Central, de acordo com a Comissão Internacional de Controle de Drogas das Nações Unidas.

As prisões marcam uma grande vitória para a CICIG, que foi formada em 2007 e deverá ser dissolvida em setembro de 2015. As detenções representam também uma vitória para o presidente Otto Pérez Molina, que colocou a luta contra os narcóticos entre suas principais prioridades desde que tomou posse, em janeiro de 2012, e cujo governo reforçou sua relação de cooperação com os EUA. Por sua vez, os EUA doaram seis helicópteros avaliados em US$11 milhões, dispositivos de visão noturna e outros equipamentos militares para ajudar na luta da Guatemala contra os narcóticos. Os EUA também doaram guindastes para melhorar a infraestrutura do país, elevando o valor total da doação para cerca de US$ 40 milhões.

As doações representam “um voto de confiança dos Estados Unidos na Guatemala”, afirmou Pérez Molina, um veterano do exército da Guatemala. Guatemala e Estados Unidos estão cooperando no combate às organizações criminosas transnacionais, principalmente compartilhando informações e recursos.

Operação MARTILLO: Fragata britânica HMS Argyll faz outra grande apreensão de cocaína


O navio de guerra britânico HMS Argyll fez recentemente sua terceira apreensão de cocaína em três meses no Caribe em apoio à Operação MARTILLO, uma missão multinacional para reprimir rotas de tráfico de drogas ilícitas nas águas costeiras ao longo do istmo centro-americano.

O Argyll apreendeu 850 kg de cocaína que supostos traficantes de drogas foram flagrados atirando ao mar em meados de novembro. Os suspeitos jogaram a carga de cocaína ao mar depois que foram cercados por barcos de patrulha do Argyll.

No total, as forças de segurança britânicas apreenderam 1.600 kg de cocaína no valor de US$ 106,87 milhões, de acordo com a Marinha Real. A apreensão mais recente realizada por eles ocorreu depois que o Argyll recebeu uma denúncia de um avião da alfândega dos EUA sobre um barco suspeito a 70 milhas de distância. O local exato da apreensão e o número de supostos narcotraficantes detidos na interdição não foram divulgados pelos militares.

O Capitão-de-Fragata Paul Hammond, comandante do Argyll, disse que a interdição foi das mais difíceis para a tripulação, uma vez que ocorreu durante a noite e sem o apoio de helicóptero.

A Operação MARTILLO é formada por forças de 10 países das Américas – Belize, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Canadá e EUA –, além de França, Holanda, Espanha e Reino Unido, que trabalham de forma cooperativa para combater o narcotráfico internacional, aumentar a segurança regional e promover a paz, a estabilidade e a prosperidade em todo o Caribe e nas Américas do Sul e Central.


Graças aos esforços de agentes de órgãos de segurança da Guatemala, o reinado cruel do grupo do crime organizado Mendoza pode estar chegando ao fim.

Uma equipe formada por soldados do Exército da Guatemala, policiais e promotores capturou Haroldo Mendoza Matta, o suposto líder grupo organizado Mendoza, e outros nove suspeitos durante operações simultâneas em quatro departamentos em 20 de novembro. A varredura foi realizada por 110 agentes antinarcóticos, 100 soldados, 20 membros da Comissão Internacional contra a Impunidade na Guatemala (CICIG) e mais de 20 promotores.

Policiais prenderam os suspeitos sob acusações que incluíam homicídio, associação ilícita, desaparecimento forçado de pessoas e roubo agravado. A maioria dos suspeitos são supostos executores a serviço da organização criminosa. Todos eles são acusados de massacrar sete pessoas no departamento de Izabal, na costa do país, em 15 de novembro.

Além de Haroldo Mendoza Matta, os policiais capturaram José Alfredo Portillo Mendoza, Félix Samuel Cruz Sánchez, Wilfrido Canahui Chavarria, Mario Enrique Muñoz, Gersy Nathanael Velasquez Alvarado, Juan Ángel Colindres, Angel Felipe Lopez, Juan José Pineda Alvarenga e Estuardo Omar González Ortiz, de acordo com a CICIG.

“Este não é um bando qualquer”, disse o chefe da CICIG, Iván Velásquez. “É um exército privado em Izabal que vinha atormentando a população de Izabal.”

A família Mendoza acumulou sua riqueza por meio do narcotráfico, controlando a maioria das rotas de contrabando do país centro-americano. O ex-presidente Álvaro Colom certa vez descreveu os Mendozas como “narcotraficantes em que ninguém toca”. No entanto, o domínio da família Mendoza sobre o comércio de narcóticos diminuiu nos últimos anos, devido aos esforços de órgãos de segurança e à entrada, na Guatemala, do Los Zetas, um dos mais poderosos grupos de narcotráfico do México.

A Guatemala é um ponto de transbordo fundamental para as organizações de tráfico de drogas da América do Sul. Aproximadamente 90% da cocaína que chega aos Estados Unidos vêm através do México e da América Central, de acordo com a Comissão Internacional de Controle de Drogas das Nações Unidas.

As prisões marcam uma grande vitória para a CICIG, que foi formada em 2007 e deverá ser dissolvida em setembro de 2015. As detenções representam também uma vitória para o presidente Otto Pérez Molina, que colocou a luta contra os narcóticos entre suas principais prioridades desde que tomou posse, em janeiro de 2012, e cujo governo reforçou sua relação de cooperação com os EUA. Por sua vez, os EUA doaram seis helicópteros avaliados em US$11 milhões, dispositivos de visão noturna e outros equipamentos militares para ajudar na luta da Guatemala contra os narcóticos. Os EUA também doaram guindastes para melhorar a infraestrutura do país, elevando o valor total da doação para cerca de US$ 40 milhões.

As doações representam “um voto de confiança dos Estados Unidos na Guatemala”, afirmou Pérez Molina, um veterano do exército da Guatemala. Guatemala e Estados Unidos estão cooperando no combate às organizações criminosas transnacionais, principalmente compartilhando informações e recursos.

Operação MARTILLO: Fragata britânica HMS Argyll faz outra grande apreensão de cocaína


O navio de guerra britânico HMS Argyll fez recentemente sua terceira apreensão de cocaína em três meses no Caribe em apoio à Operação MARTILLO, uma missão multinacional para reprimir rotas de tráfico de drogas ilícitas nas águas costeiras ao longo do istmo centro-americano.

O Argyll apreendeu 850 kg de cocaína que supostos traficantes de drogas foram flagrados atirando ao mar em meados de novembro. Os suspeitos jogaram a carga de cocaína ao mar depois que foram cercados por barcos de patrulha do Argyll.

No total, as forças de segurança britânicas apreenderam 1.600 kg de cocaína no valor de US$ 106,87 milhões, de acordo com a Marinha Real. A apreensão mais recente realizada por eles ocorreu depois que o Argyll recebeu uma denúncia de um avião da alfândega dos EUA sobre um barco suspeito a 70 milhas de distância. O local exato da apreensão e o número de supostos narcotraficantes detidos na interdição não foram divulgados pelos militares.

O Capitão-de-Fragata Paul Hammond, comandante do Argyll, disse que a interdição foi das mais difíceis para a tripulação, uma vez que ocorreu durante a noite e sem o apoio de helicóptero.

A Operação MARTILLO é formada por forças de 10 países das Américas – Belize, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Canadá e EUA –, além de França, Holanda, Espanha e Reino Unido, que trabalham de forma cooperativa para combater o narcotráfico internacional, aumentar a segurança regional e promover a paz, a estabilidade e a prosperidade em todo o Caribe e nas Américas do Sul e Central.
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