Soldados mulheres do Chile desempenham funções importantes em missões de paz da ONU

Female Chilean Soldiers Play Important Roles in UN Peace Missions

Por Dialogo
maio 07, 2015




As militares chilenas desempenham papéis fundamentais em missões de manutenção da paz das Nações Unidas, trabalhando para evitar conflitos e defender os direitos humanos.

"A presença de mulheres militares torna mais fácil se aproximar da população local, o que é importante em uma missão de paz, e as mulheres dão um apoio enorme", disse Miguel Navarro, pesquisador da Academia Nacional de Estudos Políticos e Estratégicos (ANEPE) do Chile.

Em geral, as mulheres somam aproximadamente 14% das Forças Armadas do Chile. Elas atuam como pilotos, médicas, conselheiras políticos, comandantes de máquinas, operadoras de rádio, enfermeiras de combate, e oficiais das Forças Armadas.

“Há cada vez mais e mais mulheres participando em missões de paz. Nesta companhia, temos oito”, disse a Capitã chilena Andrea Fuentes, oficial de uma companhia de engenheiros em Port-au-Prince, em um vídeo divulgado pelo Ministério da Defesa Nacional do Chile.

Soldados mulheres não têm tratamento diferenciado


Em 2000, o Conselho de Segurança da ONU aprovou a Resolução 1325, que promove a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres a fim de atingir os objetivos da paz e desenvolvimento. Desde então, cerca de 200 militares chilenas – incluindo 75 oficiais e 125 sargentos - serviram em missões de manutenção da paz da ONU no exterior. A maioria delas teve como foco a resolução de conflitos e a defesa dos direitos humanos, além de contribuir para esforços básicos de manutenção da paz.

Dos 104.000 militares de diferentes países enviados para missões de paz da ONU em todo o mundo, 4.088 são mulheres – todas com as mesmas responsabilidades de seus colegas masculinos.

“Somos tratadas da mesma forma que os homens, e não se sentir como alguém que eles precisam proteger é importante para a gente. Somos iguais e temos as mesmas obrigações e deveres que os homens”, disse a Primeiro Tenente Carolina Molina, uma oficial de comunicações do 22º Batalhão do Chile.

Em março, a presidente do Chile, Michelle Bachelet, elogiou as contribuições dos soldados mulheres no lançamento do Segundo Plano Nacional de Ação para implementação da Resolução 1325.

“As mulheres ampliaram os limites do possível em missões de paz, não só porque elas têm demonstrado em campo que podem executar as mesmas funções, com os mesmos padrões e nas mesmas condições que seus colegas do sexo masculino”, disse a presidente Bachelet.

Para garantir a implementação da resolução, o governo do Chile elaborou diretrizes conhecidas como Planos de Ação. O Chile é um dos 38 países que desenvolveram esse tipo de plano, lançando o primeiro em 2009. Em março deste ano, os chilenos completaram a elaboração de um segundo plano de ação, tornando o Chile o 10° país do mundo a criar um documento de segunda geração sobre mulheres, paz e segurança.

O segundo Plano Nacional de Ação “engaja os Ministérios das Relações Exteriores, Defesa e SERNAM [Serviço Nacional da Mulher], para coordenar ações voltadas para a integração de gênero nas estratégias de prevenção de conflitos e operações de manutenção da paz; aumento da participação das mulheres na tomada de decisão; reforço e expansão de medidas para garantir a segurança e integridade das mulheres e meninas e promover seu acesso aos mecanismos de recuperação pós-conflito”.

A inclusão de mulheres nas missões de manutenção da paz agrega valor à missão sem descuidar do valor militar intrínseco do envolvimento delas, disse Navarro.



As militares chilenas desempenham papéis fundamentais em missões de manutenção da paz das Nações Unidas, trabalhando para evitar conflitos e defender os direitos humanos.

"A presença de mulheres militares torna mais fácil se aproximar da população local, o que é importante em uma missão de paz, e as mulheres dão um apoio enorme", disse Miguel Navarro, pesquisador da Academia Nacional de Estudos Políticos e Estratégicos (ANEPE) do Chile.

Em geral, as mulheres somam aproximadamente 14% das Forças Armadas do Chile. Elas atuam como pilotos, médicas, conselheiras políticos, comandantes de máquinas, operadoras de rádio, enfermeiras de combate, e oficiais das Forças Armadas.

“Há cada vez mais e mais mulheres participando em missões de paz. Nesta companhia, temos oito”, disse a Capitã chilena Andrea Fuentes, oficial de uma companhia de engenheiros em Port-au-Prince, em um vídeo divulgado pelo Ministério da Defesa Nacional do Chile.

Soldados mulheres não têm tratamento diferenciado


Em 2000, o Conselho de Segurança da ONU aprovou a Resolução 1325, que promove a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres a fim de atingir os objetivos da paz e desenvolvimento. Desde então, cerca de 200 militares chilenas – incluindo 75 oficiais e 125 sargentos - serviram em missões de manutenção da paz da ONU no exterior. A maioria delas teve como foco a resolução de conflitos e a defesa dos direitos humanos, além de contribuir para esforços básicos de manutenção da paz.

Dos 104.000 militares de diferentes países enviados para missões de paz da ONU em todo o mundo, 4.088 são mulheres – todas com as mesmas responsabilidades de seus colegas masculinos.

“Somos tratadas da mesma forma que os homens, e não se sentir como alguém que eles precisam proteger é importante para a gente. Somos iguais e temos as mesmas obrigações e deveres que os homens”, disse a Primeiro Tenente Carolina Molina, uma oficial de comunicações do 22º Batalhão do Chile.

Em março, a presidente do Chile, Michelle Bachelet, elogiou as contribuições dos soldados mulheres no lançamento do Segundo Plano Nacional de Ação para implementação da Resolução 1325.

“As mulheres ampliaram os limites do possível em missões de paz, não só porque elas têm demonstrado em campo que podem executar as mesmas funções, com os mesmos padrões e nas mesmas condições que seus colegas do sexo masculino”, disse a presidente Bachelet.

Para garantir a implementação da resolução, o governo do Chile elaborou diretrizes conhecidas como Planos de Ação. O Chile é um dos 38 países que desenvolveram esse tipo de plano, lançando o primeiro em 2009. Em março deste ano, os chilenos completaram a elaboração de um segundo plano de ação, tornando o Chile o 10° país do mundo a criar um documento de segunda geração sobre mulheres, paz e segurança.

O segundo Plano Nacional de Ação “engaja os Ministérios das Relações Exteriores, Defesa e SERNAM [Serviço Nacional da Mulher], para coordenar ações voltadas para a integração de gênero nas estratégias de prevenção de conflitos e operações de manutenção da paz; aumento da participação das mulheres na tomada de decisão; reforço e expansão de medidas para garantir a segurança e integridade das mulheres e meninas e promover seu acesso aos mecanismos de recuperação pós-conflito”.

A inclusão de mulheres nas missões de manutenção da paz agrega valor à missão sem descuidar do valor militar intrínseco do envolvimento delas, disse Navarro.
Para mim, essas mulheres são valiosas. Deus as abençoe. A investigação é necessária para as mulheres em conflitos armados para o modelo das Nações Unidas, Obrigado por isso!!!!!
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