Forças Armadas de El Salvador utilizam tecnologia para treinar tropas

El Salvador’s Military Uses Technology to Train Troops

Por Dialogo
março 10, 2015





O Centro de Treinamento Tático Computadorizado (CETAC) das Forças Armadas de El Salvador (FAES) usa um simulador para testar processos de tomada de decisões táticas e operacionais por soldados sob pressão em combate e situações de desastre.

“Temos uma ferramenta tecnológica valiosa que nos permite treinar virtualmente nossas tropas simulando situações da vida real através de modelos matemáticos precisos e cálculos complexos baseados no mapeamento de El Salvador”, explicou o Coronel Andrés Zamora, engenheiro e diretor do centro.

Instalado no moderno edifício do Comando de Doutrina e Educação Militar (CODEM) em San Salvador, o CETAC tem capacidade para treinar simultaneamente duas equipes de 36 membros, assim como um diretor de grupo que orienta os exercícios.

As equipes podem enfrentar simulações de combate com ou sem planejamento prévio, com ações em desenvolvimento, conjuntamente ou de maneira combinada. Também há sessões práticas, bem como exercícios envolvendo gestão de crise e assistência a civis em situação de desastre.

Os simuladores também estão programados para gerar concentrações de civis, realizar trabalhos de engenharia – tais como a instalação de pontes ou o reparo de rodovias obstruídas – e fornecer estatísticas sobre o pessoal e o material usado no exercício.

Em muitas simulações em campo, “os comandantes das unidades devem decidir o que fazer com soldados mortos: se os evacuam ou os enterram em campo”, disse o Cel. Zamora. "Se o comandante decide carregar os corpos, o simulador pode atualizar o moral da tropa e os soldados não realizarão a tarefa da mesma forma. Tal como acontece na vida real.”

A vantagem dos eventos simulados é que eles permitem controle sobre o ambiente, o tempo, as ameaças, o deslocamento das tropas, os recursos e o terreno.
Consequentemente, as simulações resultam em menos custos para as FAES, em comparação com simulações reais com soldados em campo.

Avanços tecnológicos no treinamento


O Exército de El Salvador está aproveitando os avanços tecnológicos que proporcionaram aos militares oportunidades de realizar exercícios de treinamento desafiadores sem precisar ir a campo.

A maioria das Forças Armadas aumentaram o uso de exercícios de simulação nos últimos anos, de acordo com Carmen Elena Gallardo, uma engenheira integrante da equipe de Pesquisa e Desenvolvimento do CETAC.

“Sem dúvida, houve grandes avanços tecnológicos que influenciaram o processo, mas a principal causa do aumento é a confiança na ajuda que as simulações fornecem a uma variedade de áreas, desde instrução e treinamento até avaliação, planejamento e tomada de decisão”, afirmou.

Essas aplicações geralmente começam como videogames, mas, dependendo da popularidade e do nível de imersão que podem alcançar, foram desenvolvidas versões para os exercícios militares.

“Estabelecemos procedimentos que orientam o curso para uma educação integrada, despertando o interesse em pesquisa e incorporando tecnologia moderna ao sistema de aprendizado”, disse o Cel. Zamora.

Alcance internacional


As simulações buscam fortalecer a conduta de soldados em combate – com a aplicação do Direito Internacional Humanitário (DIH) e do Direito Internacional dos Conflitos Armados (DICA) – assim como
o apoio à população civil em emergências nacionais, segundo o General de Brigada José Mauricio Villacorta, comandante do CODEM.

“Como os exercícios levam em conta aspectos do direito internacional, realizamos simulações com equipes militares da região e organizamos visitas para aprofundar o aprendizado através dos simuladores”, afirmou.

A primeira simulação de guerra regional do DICA foi realizada em julho de 2000, com a participação de equipes militares de sete países da América Central e da Cruz Vermelha Internacional. O exercício foi repetido em 2005 com a inclusão de México, República Dominicana e Peru.

Os Exércitos de Colômbia, Brasil e Guatemala visitaram o CETAC para participar de vários exercícios de treinamento.

"O principal objetivo do CETAC é que os comandantes tomem decisões seguidas consistentes, estruturem e executem planos, além de aprender a coordenar e controlar ações em prazos apertados, promovendo o trabalho em grupo, evitando esforços em dobro e maximizando a eficácia dos meios disponíveis", diz o General Villacorta.








O Centro de Treinamento Tático Computadorizado (CETAC) das Forças Armadas de El Salvador (FAES) usa um simulador para testar processos de tomada de decisões táticas e operacionais por soldados sob pressão em combate e situações de desastre.

“Temos uma ferramenta tecnológica valiosa que nos permite treinar virtualmente nossas tropas simulando situações da vida real através de modelos matemáticos precisos e cálculos complexos baseados no mapeamento de El Salvador”, explicou o Coronel Andrés Zamora, engenheiro e diretor do centro.

Instalado no moderno edifício do Comando de Doutrina e Educação Militar (CODEM) em San Salvador, o CETAC tem capacidade para treinar simultaneamente duas equipes de 36 membros, assim como um diretor de grupo que orienta os exercícios.

As equipes podem enfrentar simulações de combate com ou sem planejamento prévio, com ações em desenvolvimento, conjuntamente ou de maneira combinada. Também há sessões práticas, bem como exercícios envolvendo gestão de crise e assistência a civis em situação de desastre.

Os simuladores também estão programados para gerar concentrações de civis, realizar trabalhos de engenharia – tais como a instalação de pontes ou o reparo de rodovias obstruídas – e fornecer estatísticas sobre o pessoal e o material usado no exercício.

Em muitas simulações em campo, “os comandantes das unidades devem decidir o que fazer com soldados mortos: se os evacuam ou os enterram em campo”, disse o Cel. Zamora. "Se o comandante decide carregar os corpos, o simulador pode atualizar o moral da tropa e os soldados não realizarão a tarefa da mesma forma. Tal como acontece na vida real.”

A vantagem dos eventos simulados é que eles permitem controle sobre o ambiente, o tempo, as ameaças, o deslocamento das tropas, os recursos e o terreno.
Consequentemente, as simulações resultam em menos custos para as FAES, em comparação com simulações reais com soldados em campo.

Avanços tecnológicos no treinamento


O Exército de El Salvador está aproveitando os avanços tecnológicos que proporcionaram aos militares oportunidades de realizar exercícios de treinamento desafiadores sem precisar ir a campo.

A maioria das Forças Armadas aumentaram o uso de exercícios de simulação nos últimos anos, de acordo com Carmen Elena Gallardo, uma engenheira integrante da equipe de Pesquisa e Desenvolvimento do CETAC.

“Sem dúvida, houve grandes avanços tecnológicos que influenciaram o processo, mas a principal causa do aumento é a confiança na ajuda que as simulações fornecem a uma variedade de áreas, desde instrução e treinamento até avaliação, planejamento e tomada de decisão”, afirmou.

Essas aplicações geralmente começam como videogames, mas, dependendo da popularidade e do nível de imersão que podem alcançar, foram desenvolvidas versões para os exercícios militares.

“Estabelecemos procedimentos que orientam o curso para uma educação integrada, despertando o interesse em pesquisa e incorporando tecnologia moderna ao sistema de aprendizado”, disse o Cel. Zamora.

Alcance internacional


As simulações buscam fortalecer a conduta de soldados em combate – com a aplicação do Direito Internacional Humanitário (DIH) e do Direito Internacional dos Conflitos Armados (DICA) – assim como
o apoio à população civil em emergências nacionais, segundo o General de Brigada José Mauricio Villacorta, comandante do CODEM.

“Como os exercícios levam em conta aspectos do direito internacional, realizamos simulações com equipes militares da região e organizamos visitas para aprofundar o aprendizado através dos simuladores”, afirmou.

A primeira simulação de guerra regional do DICA foi realizada em julho de 2000, com a participação de equipes militares de sete países da América Central e da Cruz Vermelha Internacional. O exercício foi repetido em 2005 com a inclusão de México, República Dominicana e Peru.

Os Exércitos de Colômbia, Brasil e Guatemala visitaram o CETAC para participar de vários exercícios de treinamento.

"O principal objetivo do CETAC é que os comandantes tomem decisões seguidas consistentes, estruturem e executem planos, além de aprender a coordenar e controlar ações em prazos apertados, promovendo o trabalho em grupo, evitando esforços em dobro e maximizando a eficácia dos meios disponíveis", diz o General Villacorta.




Impressionante !!!!!!!! Sem dúvida.
Mas a teoria também é um dos grandes fatores fundamentais
que
é necessário levá-los para fora nos campos de batalha. Especialmente em áreas como Cabul, no Afeganistão. De resto, tudo está perfeito. Saudações fraternais e sigam em frente com mais habilidades para o bem da nossa nação.
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