Costa Rica apreende grande volume de drogas e dinheiro ilegal

Costa Rica Seizes Large Volumes of Drugs and Illicit Cash

Por Dialogo
dezembro 04, 2014





A nova estratégia antidrogas da Costa Rica, que tem como alvo líderes do crime organizado e a apreensão de contrabando para desmantelar as operações deles, registrou vários sucessos desde que foi lançada pelo Ministério da Segurança Pública em maio.

Graças, em parte, à nova abordagem, o total de apreensões teve um salto este ano em comparação com 2013. As forças de segurança apreenderam de organizações do narcotráfico cerca de US$ 14 milhões (R$ 36 milhões) em 2014 e US$ 4 milhões (R$ 10 milhões) no ano passado. Este ano, eles confiscaram 23 t de cocaína e 13,5 t de maconha – figuras que já são maiores que as de 2013, quando as autoridades apreenderam 19 t de cocaína e 4 t de maconha.

Os narcotraficantes são atraídos para a Costa Rica por causa de sua localização geográfica no meio das Américas; suas embarcações e submersíveis usados para o transporte de drogas frequentemente passam pela rotas marítimas do país. A maioria das drogas transportadas pela Costa Rica vem da América do Sul, segundo relato da Organização de Investigação Judicial (OIJ). Isto inclui de 600 a 900 t de cocaína que passam todos anos para o México e os Estados Unidos.

Inteligência leva a operações de segurança bem-sucedidas


A polícia está desenvolvendo informações sobre envio de drogas e redes de distribuição, além de expandir sua capacidade de reunir inteligência – que ajuda a vislumbrar cargas de drogas e o financiamento para o crime organizado.

“Estamos atacando as estruturas do narcotráfico onde eles menos esperam: economicamente. E, claro, ainda prendemos traficantes de drogas locais, mas vamos além”, disse o ministro da Segurança Pública, Celso Gamboa. “Através da inteligência, cooperação cidadã através de reclamações e relatórios forenses, estamos determinando de onde vêm as drogas, desmontando a organização de cima e apreendendo sua propriedade.”

Este tipo de apreensão desmonta organizações do crime organizado ao cortar seu financiamento na fonte.

“Os senhores das drogas são substituídos e as drogas apreendidas são substituídas por outras drogas que as organizações do narcotráfico estocaram”, disse o analista de segurança Paul Chaves. “O verdadeiro poder desses grupos se reflete no número de barcos e caminhões capturados, nos bens e patrimônio que possuem.”

Dinheiro apreendido é usado para melhorar segurança


Outra vantagem da estratégia de segurança pública é que o Instituto Costarriquenho de Drogas (ICD) pode usar os bens apreendidos de grupos do crime organizado na batalha do governo contra o tráfico de drogas. Autoridades de segurança estão usando o dinheiro de grupos criminosos para prevenção de drogas, educação e tratamento. Autoridades da lei têm o poder para utilizar o dinheiro como consequência de uma emenda à Lei Antinarcóticos que legisladores costarriquenhos aprovaram em 2012.

“É assim que estamos financiando a construção do Centro de Intervenção de Comunicações, que, espero, estará pronto no primeiro trimestre de 2015”, disse Gamboa. “Ele vai nos dar grandes capacidades em relação às investigações do tráfico de drogas.”

Melhorias no treinamento da polícia


Para apoiar esta estratégia, a polícia costarriquenha melhorou seu nível de profissionalização com o treinamento mais moderno.

Por exemplo, em 2014, além do treinamento regular oferecido pela Escola da Polícia, os oficiais receberam cursos de inteligência e contra-inteligência, controle antidrogas de portos e aeroportos, operações de polícia motorizada e inspeções de navios e contêineres. Graças aos acordos de cooperação existentes, estes cursos foram ministrados por agentes da lei da Colômbia, França, Panamá e Estados Unidos.

“O conhecimento profissional é extremamente importante. Nossa polícia está se tornando profissional e adquiriu muita experiência nesses tipos de operação”, disse Gamboa.

A importância da cooperação internacional


A cooperação internacional não só contribuiu para o treinamento da polícia da Costa Rica – outros países também estão desempenhando um papel mais direto nas operações antidrogas do pais.

Por exemplo, Costa Rica e Estados Unidos cooperam na luta contra o narcotráfico, principalmente ao compartilhar informações e recursos. Em 2014, o governo dos EUA doou equipamentos avaliados em mais de US$ 1 milhão (R$ 2,59 milhões) para a Guarda Costeia da Costa Rica e unidades de vigilância aérea.

“O tráfico de drogas gera vários recursos que excedem as capacidades de qualquer Estado, e a Costa Rica é um país sem exército”, disse Chaves. “Portanto, é essencial a assistência internacional, especialmente dos Estados Unidos, país que mais colabora.”




A nova estratégia antidrogas da Costa Rica, que tem como alvo líderes do crime organizado e a apreensão de contrabando para desmantelar as operações deles, registrou vários sucessos desde que foi lançada pelo Ministério da Segurança Pública em maio.

Graças, em parte, à nova abordagem, o total de apreensões teve um salto este ano em comparação com 2013. As forças de segurança apreenderam de organizações do narcotráfico cerca de US$ 14 milhões (R$ 36 milhões) em 2014 e US$ 4 milhões (R$ 10 milhões) no ano passado. Este ano, eles confiscaram 23 t de cocaína e 13,5 t de maconha – figuras que já são maiores que as de 2013, quando as autoridades apreenderam 19 t de cocaína e 4 t de maconha.

Os narcotraficantes são atraídos para a Costa Rica por causa de sua localização geográfica no meio das Américas; suas embarcações e submersíveis usados para o transporte de drogas frequentemente passam pela rotas marítimas do país. A maioria das drogas transportadas pela Costa Rica vem da América do Sul, segundo relato da Organização de Investigação Judicial (OIJ). Isto inclui de 600 a 900 t de cocaína que passam todos anos para o México e os Estados Unidos.

Inteligência leva a operações de segurança bem-sucedidas


A polícia está desenvolvendo informações sobre envio de drogas e redes de distribuição, além de expandir sua capacidade de reunir inteligência – que ajuda a vislumbrar cargas de drogas e o financiamento para o crime organizado.

“Estamos atacando as estruturas do narcotráfico onde eles menos esperam: economicamente. E, claro, ainda prendemos traficantes de drogas locais, mas vamos além”, disse o ministro da Segurança Pública, Celso Gamboa. “Através da inteligência, cooperação cidadã através de reclamações e relatórios forenses, estamos determinando de onde vêm as drogas, desmontando a organização de cima e apreendendo sua propriedade.”

Este tipo de apreensão desmonta organizações do crime organizado ao cortar seu financiamento na fonte.

“Os senhores das drogas são substituídos e as drogas apreendidas são substituídas por outras drogas que as organizações do narcotráfico estocaram”, disse o analista de segurança Paul Chaves. “O verdadeiro poder desses grupos se reflete no número de barcos e caminhões capturados, nos bens e patrimônio que possuem.”

Dinheiro apreendido é usado para melhorar segurança


Outra vantagem da estratégia de segurança pública é que o Instituto Costarriquenho de Drogas (ICD) pode usar os bens apreendidos de grupos do crime organizado na batalha do governo contra o tráfico de drogas. Autoridades de segurança estão usando o dinheiro de grupos criminosos para prevenção de drogas, educação e tratamento. Autoridades da lei têm o poder para utilizar o dinheiro como consequência de uma emenda à Lei Antinarcóticos que legisladores costarriquenhos aprovaram em 2012.

“É assim que estamos financiando a construção do Centro de Intervenção de Comunicações, que, espero, estará pronto no primeiro trimestre de 2015”, disse Gamboa. “Ele vai nos dar grandes capacidades em relação às investigações do tráfico de drogas.”

Melhorias no treinamento da polícia


Para apoiar esta estratégia, a polícia costarriquenha melhorou seu nível de profissionalização com o treinamento mais moderno.

Por exemplo, em 2014, além do treinamento regular oferecido pela Escola da Polícia, os oficiais receberam cursos de inteligência e contra-inteligência, controle antidrogas de portos e aeroportos, operações de polícia motorizada e inspeções de navios e contêineres. Graças aos acordos de cooperação existentes, estes cursos foram ministrados por agentes da lei da Colômbia, França, Panamá e Estados Unidos.

“O conhecimento profissional é extremamente importante. Nossa polícia está se tornando profissional e adquiriu muita experiência nesses tipos de operação”, disse Gamboa.

A importância da cooperação internacional


A cooperação internacional não só contribuiu para o treinamento da polícia da Costa Rica – outros países também estão desempenhando um papel mais direto nas operações antidrogas do pais.

Por exemplo, Costa Rica e Estados Unidos cooperam na luta contra o narcotráfico, principalmente ao compartilhar informações e recursos. Em 2014, o governo dos EUA doou equipamentos avaliados em mais de US$ 1 milhão (R$ 2,59 milhões) para a Guarda Costeia da Costa Rica e unidades de vigilância aérea.

“O tráfico de drogas gera vários recursos que excedem as capacidades de qualquer Estado, e a Costa Rica é um país sem exército”, disse Chaves. “Portanto, é essencial a assistência internacional, especialmente dos Estados Unidos, país que mais colabora.”
A ajuda dos Estados Unidos nesta luta tem sido fundamental Por favor, comentem sobre a greve dos caminhoneiros. Precisamos trabalhar sem medo.
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