Forças de segurança da Colômbia apreendem 2.200 quilos de cocaína

Por Dialogo
novembro 04, 2014



O Clã Úsuga sofreu um duro golpe no mês passado, quando a cooperação entre a Direção de Polícia Judiciária e Inteligência da Colômbia (DIJIN) e a Guarda Costeira dos Estados Unidos levou a uma grande apreensão de cocaína e à detenção de diversos suspeitos. Os agentes confiscaram 2.200 quilos de cocaína, prenderam 12 suspeitos e interditaram três embarcações durante as operações entre o final de setembro e o final de outubro.

Os narcotraficantes transportavam cocaína à Colômbia quando a DIJIN e a Guarda Costeira dos EUA apreenderam a carga em águas internacionais perto da Costa Rica. A DIJIN suspeita que o Clã Úsuga, uma importante organização de narcotráfico colombiana, esteja envolvida no carregamento. Além de transportar sua própria cocaína, o Clã Úsuga cobra para transportar drogas de outros grupos de narcotráfico colombianos.

A apreensão foi seguida de uma série de incursões bem-sucedidas das forças de segurança em solo.

Em setembro, soldados do Exército Nacional Colombiano erradicaram 215.000 pés de coca que pertenceriam ao grupo terrorista Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) no departamento de Cauca. Os soldados, integrantes da Força-Tarefa Apolo, realizaram a operação no povoado de Las Brisas, no município de Buenos Aires. Autoridades militares suspeitam que a coca, o principal ingrediente usado na elaboração da cocaína, era cultivada pela Coluna Miller Perdomo das FARC, de acordo com a Terceira Divisão do Exército.

Soldados do Exército também desmantelaram sete laboratórios de produção de cocaína e confiscaram quase 4.000 quilos da droga no início de setembro. Os soldados descobriram os laboratórios no departamento de Caquetá, no sul do país; as instalações possuíam centenas de produtos químicos e equipamentos usados para converter coca em cocaína. Não foram efetuadas prisões nas operações.

Em agosto, a Estação Santa Marta da Guarda Costeira e o Corpo Técnico de Investigação da Promotoria de Magdalena (CTI) apreenderam 40 quilos de cocaína escondidos em uma carga de carvão em um barco com bandeira da Libéria no porto do município de Ciénaga. O navio “Ping May” havia chegado da Inglaterra e estava a ponto de zarpar com destino à Holanda quando os agentes encontraram os 40 pacotes de cocaína.

Foi a segunda vez em menos de um mês que as forças de segurança acharam cocaína em um barco que transportava carvão no departamento de Magdalena. Agentes da Guarda Costeira e do CTI confiscaram 246 quilos da droga em um barco com bandeira panamenha proveniente do Canadá que estava ancorado em Puerto Drummond, em Ciénaga. O barco também partiria rumo à Holanda.

Em junho, policiais antinarcóticos colombianos destruíram dois laboratórios e apreenderam mais de 810 quilos de cocaína com valor estimado em mais de US$ 1,5 milhão supostamente pertencentes à Coluna Jacobo Arenas das FARC, nos vilarejos de Agua Blanca e Comedulce, em Cauca. As autoridades também confiscaram 600 quilos de cloreto de cálcio, uma solução usada para fabricar cocaína.


O Clã Úsuga sofreu um duro golpe no mês passado, quando a cooperação entre a Direção de Polícia Judiciária e Inteligência da Colômbia (DIJIN) e a Guarda Costeira dos Estados Unidos levou a uma grande apreensão de cocaína e à detenção de diversos suspeitos. Os agentes confiscaram 2.200 quilos de cocaína, prenderam 12 suspeitos e interditaram três embarcações durante as operações entre o final de setembro e o final de outubro.

Os narcotraficantes transportavam cocaína à Colômbia quando a DIJIN e a Guarda Costeira dos EUA apreenderam a carga em águas internacionais perto da Costa Rica. A DIJIN suspeita que o Clã Úsuga, uma importante organização de narcotráfico colombiana, esteja envolvida no carregamento. Além de transportar sua própria cocaína, o Clã Úsuga cobra para transportar drogas de outros grupos de narcotráfico colombianos.

A apreensão foi seguida de uma série de incursões bem-sucedidas das forças de segurança em solo.

Em setembro, soldados do Exército Nacional Colombiano erradicaram 215.000 pés de coca que pertenceriam ao grupo terrorista Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) no departamento de Cauca. Os soldados, integrantes da Força-Tarefa Apolo, realizaram a operação no povoado de Las Brisas, no município de Buenos Aires. Autoridades militares suspeitam que a coca, o principal ingrediente usado na elaboração da cocaína, era cultivada pela Coluna Miller Perdomo das FARC, de acordo com a Terceira Divisão do Exército.

Soldados do Exército também desmantelaram sete laboratórios de produção de cocaína e confiscaram quase 4.000 quilos da droga no início de setembro. Os soldados descobriram os laboratórios no departamento de Caquetá, no sul do país; as instalações possuíam centenas de produtos químicos e equipamentos usados para converter coca em cocaína. Não foram efetuadas prisões nas operações.

Em agosto, a Estação Santa Marta da Guarda Costeira e o Corpo Técnico de Investigação da Promotoria de Magdalena (CTI) apreenderam 40 quilos de cocaína escondidos em uma carga de carvão em um barco com bandeira da Libéria no porto do município de Ciénaga. O navio “Ping May” havia chegado da Inglaterra e estava a ponto de zarpar com destino à Holanda quando os agentes encontraram os 40 pacotes de cocaína.

Foi a segunda vez em menos de um mês que as forças de segurança acharam cocaína em um barco que transportava carvão no departamento de Magdalena. Agentes da Guarda Costeira e do CTI confiscaram 246 quilos da droga em um barco com bandeira panamenha proveniente do Canadá que estava ancorado em Puerto Drummond, em Ciénaga. O barco também partiria rumo à Holanda.

Em junho, policiais antinarcóticos colombianos destruíram dois laboratórios e apreenderam mais de 810 quilos de cocaína com valor estimado em mais de US$ 1,5 milhão supostamente pertencentes à Coluna Jacobo Arenas das FARC, nos vilarejos de Agua Blanca e Comedulce, em Cauca. As autoridades também confiscaram 600 quilos de cloreto de cálcio, uma solução usada para fabricar cocaína.
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