Forças de segurança colombianas capturam 79 supostos membros do Clã Úsuga

Por Dialogo
maio 01, 2015



Forças de segurança colombianas capturaram recentemente 79 supostos membros do Clã Úsuga, uma das mais poderosas organizações narcotraficantes da Colômbia, durante várias operações em todo o país.

Em 18 de abril, no estado de Córdoba, agentes da lei prenderam sete suspeitos que fariam parte de uma rede de tráfico de cocaína para a América Central, de onde as drogas eram enviadas para o México, os Estados Unidos e outros destinos. Quatro dos suspeitos seriam líderes da quadrilha de tráfico de drogas, e os Estados Unidos solicitaram sua extradição.

Três dias depois, forças de segurança capturaram mais 72 supostos membros e apreenderam um número não divulgado de armas e computadores que continham informações importantes sobre as atividades criminosas da organização. Essas prisões ocorreram durante operações simultâneas nos estados de Antioquia, Atlántico, Chocó, Córdoba, Sucre e Valle del Cauca. As prisões representam um duro golpe para o Clã Úsuga, disse o ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos informou em março que grupos como o Clã Úsuga “são o principal desafio para a segurança pública”, uma ameaça maior do que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), o maior grupo guerrilheiro do país. Enquanto isso, as Forças Armadas da Colômbia tornaram-se mais agressivas na perseguição da organização.

Em março, o presidente Juan Manuel Santos enviou um total de 1.200 militares das Forças Armadas e agentes da Polícia Nacional, além de 20 helicópteros Black Hawk, para a região noroeste do país como parte da Operação “Toma Masiva del Urabá”. A operação utiliza a Força-Tarefa Neptuno, que reúne 12 forças-tarefas existentes e inclui membros do Exército, da Força Aérea, da Marinha e da Polícia Nacional.

O Exército e a Marinha estão solicitando aos moradores que usem o disque-denúncia 146 e 147 para informar qualquer atividade suspeita, enquanto continua o combate à violência e ao tráfico de mercadorias ilícitas em todo o país.

Guarda Costeira da Costa Rica e Polícia Nacional apreendem cocaína


A Guarda Costeira da Costa Rica e a Polícia Nacional uniram-se recentemente para capturar seis suspeitos ligados à apreensão de mais de 600 quilos de cocaína encontrados a bordo de um navio no Pacífico Sul, afirmou o ministro da Segurança Pública da Costa Rica, Gustavo Mata.

A interdição ocorreu cerca de 30 milhas náuticas a oeste de Cabo Matapalo, onde os navios e aeronaves da Guarda Costeira avistaram um barco suspeito em uma conhecida rota de narcotráfico. A Guarda Costeira cercou o navio, para impedir a fuga dos tripulantes. Os membros da Polícia e da Guarda Costeira subiram a bordo e encontraram 32 fardos contendo, cada um, 20 kg de cocaína.

A Guarda Costeira não informou os nomes dos suspeitos — um colombiano, um equatoriano e quatro costa-riquenhos. Não foi informada a quantidade exata da cocaína, inicialmente estimada em torno de 640 kg. Os agentes da lei também confiscaram quatro equipamentos de rádio que poderiam ter sido usados para alertar os colegas narcotraficantes sobre a localização do barco, para que a cocaína fosse transferida a outra embarcação.

A Guarda Costeira é responsável por proteger as águas costeiras do país desde que a Costa Rica dissolveu seu Exército, em 1948.


Forças de segurança colombianas capturaram recentemente 79 supostos membros do Clã Úsuga, uma das mais poderosas organizações narcotraficantes da Colômbia, durante várias operações em todo o país.

Em 18 de abril, no estado de Córdoba, agentes da lei prenderam sete suspeitos que fariam parte de uma rede de tráfico de cocaína para a América Central, de onde as drogas eram enviadas para o México, os Estados Unidos e outros destinos. Quatro dos suspeitos seriam líderes da quadrilha de tráfico de drogas, e os Estados Unidos solicitaram sua extradição.

Três dias depois, forças de segurança capturaram mais 72 supostos membros e apreenderam um número não divulgado de armas e computadores que continham informações importantes sobre as atividades criminosas da organização. Essas prisões ocorreram durante operações simultâneas nos estados de Antioquia, Atlántico, Chocó, Córdoba, Sucre e Valle del Cauca. As prisões representam um duro golpe para o Clã Úsuga, disse o ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos informou em março que grupos como o Clã Úsuga “são o principal desafio para a segurança pública”, uma ameaça maior do que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), o maior grupo guerrilheiro do país. Enquanto isso, as Forças Armadas da Colômbia tornaram-se mais agressivas na perseguição da organização.

Em março, o presidente Juan Manuel Santos enviou um total de 1.200 militares das Forças Armadas e agentes da Polícia Nacional, além de 20 helicópteros Black Hawk, para a região noroeste do país como parte da Operação “Toma Masiva del Urabá”. A operação utiliza a Força-Tarefa Neptuno, que reúne 12 forças-tarefas existentes e inclui membros do Exército, da Força Aérea, da Marinha e da Polícia Nacional.

O Exército e a Marinha estão solicitando aos moradores que usem o disque-denúncia 146 e 147 para informar qualquer atividade suspeita, enquanto continua o combate à violência e ao tráfico de mercadorias ilícitas em todo o país.

Guarda Costeira da Costa Rica e Polícia Nacional apreendem cocaína


A Guarda Costeira da Costa Rica e a Polícia Nacional uniram-se recentemente para capturar seis suspeitos ligados à apreensão de mais de 600 quilos de cocaína encontrados a bordo de um navio no Pacífico Sul, afirmou o ministro da Segurança Pública da Costa Rica, Gustavo Mata.

A interdição ocorreu cerca de 30 milhas náuticas a oeste de Cabo Matapalo, onde os navios e aeronaves da Guarda Costeira avistaram um barco suspeito em uma conhecida rota de narcotráfico. A Guarda Costeira cercou o navio, para impedir a fuga dos tripulantes. Os membros da Polícia e da Guarda Costeira subiram a bordo e encontraram 32 fardos contendo, cada um, 20 kg de cocaína.

A Guarda Costeira não informou os nomes dos suspeitos — um colombiano, um equatoriano e quatro costa-riquenhos. Não foi informada a quantidade exata da cocaína, inicialmente estimada em torno de 640 kg. Os agentes da lei também confiscaram quatro equipamentos de rádio que poderiam ter sido usados para alertar os colegas narcotraficantes sobre a localização do barco, para que a cocaína fosse transferida a outra embarcação.

A Guarda Costeira é responsável por proteger as águas costeiras do país desde que a Costa Rica dissolveu seu Exército, em 1948.
Share